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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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quarta-feira, 26 de setembro de 2012


DE CRISTINA PARA CHRISTINE, UMA RESPOSTA À ALTURA



Diretora do FMI havia ameaçado dar “cartão vermelho” à Argentina e recebeu como resposta, na ONU, que seu país não é um time de futebol; aliás, o que salvou a Argentina foi dar cartão vermelho ao FMI



26 DE SETEMBRO DE 2012 ÀS 08:52





247 – Pode-se gostar ou não de Cristina Kirchner, mas ninguém há de negar sua coragem. Foi a presidente sul-americana que mais avançou no resgate à memória das vítimas da ditadura, não apenas homenageando seus mortos, mas também punindo generais assassinos. Depois disso, comprou uma briga com os meios de comunicação, ao aprovar uma lei que quebra os monopólios midiáticos de grupos como o Clarín.

Agora, ela também não deixou barato uma polêmica com o FMI, comandado pela francesa Christine Lagarde. Dias atrás, ela disse que o Fundo poderia dar o “cartão vermelho” à Argentina, em razão da manipulação de suas contas públicas e da taxa de inflação. Na Assembleia Geral das Nações Unidas, Cristina respondeu: “Meu país não é um time de futebol, é uma nação soberana, que toma decisões soberanas e que não será submetida a uma pressão e muito menos a uma ameaça”.

Detalhe: o que fez com que a Argentina saísse da segunda divisão da economia mundial, foi justamente a decisão tomada pelo marido de Cristina, o já falecido Nestor Kirchner, de dar um cartão vermelho ao FMI.