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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Dilma recentemente em sua campanha

Dilma venceu por larga margem o debate sobre Segurança Pública com Serra



O debate sobre segurança pública não aconteceu ainda frente a frente, mas está permeado na imprensa, desde quando José Serra (PSDB/SP) lançou o factóide de que criaria um Ministério da Segurança Pública, como se fosse a fórmula milagrosa para resolver todos os males. O demo-tucano só fugiu de explicar porque a "fórmula milagrosa" não existiu na Secretaria de Segurança pública no governo de São Paulo.

Nesse vídeo na Bahia, quando Dilma é entrevistada e responde sobre o assunto, nota-se a diferença de uma candidata que tem conteúdo, apaixonada por resolver problemas do povo brasileiro e procurar soluções, em contraponto ao vazio de propostas do candidato demo-tucano, cujos factóides são lançados como cortina de fumaça, para esconder os fracassos na segurança pública paulista quando ele foi governador.

Para Dilma, o crime não é apenas para ser combatido, é para ser derrotado

Dilma é afirmativa em dizer que não quer apenas combater o crime e sim derrotá-lo. Para isso ela lembra que tem duas ações: o da autoridade, da força, da repressão, e outro da prevenção.

A Força Nacional foi criada para usar a força, quando algum estado precisa de reforço. O Ministério da Justiça estabelece diversos convênios com as polícias estaduais, para reequipá-las, para formar bons policiais, e para complementar a renda do policial nos estados. É uma boa política que deve ser continuada, mas os estados também precisam fazer sua parte e manter as polícias limpas, com comandantes rigorosos e intolerantes com a corrupção e promiscuidade de ingerências políticas. As polícias civis estaduais precisam recuperar a função investigativa, como faz a Polícia Federal.

Para derrotar o crime organizado, que atua no tráfico de drogas, armas e pessoas, lavagem de dinheiro, roubo de cargas, grupos de extermínio, que inclusive corrompem policiais, políticos e juízes, o caminho já está dado: são as operações da Polícia Federal, que envolve inteligência na investigação para capturar os cabeças das organizações e autoridades envolvidas. Só assim estas organizações são desmanteladas. Tudo o que é preciso fazer é continuar mantendo a Polícia Federal com esta orientação, e autonomia, e contratar cada vez mais policiais onde ainda há falta deles, a medida que o crescimento econômico e arrecadação produza folgas no orçamento.

Na ação da prevenção ao crime pela raiz, ela cita o êxito dos territórios da paz, onde áreas eram dominadas pelo tráfico armado. As ações envolvem levar a presença do estado nas comunidades, levando segurança, educação, emprego, moradia decente, opções de lazer, oportunidade e cidadania. Muitos jovens de comunidades carentes dominadas pelo tráfico, entravam na vida do crime por abandono, por só terem acesso a má influências ao entrarem na adolescência, ou mesmo desde a infância.

Onde estas ações já foram implementadas, muitos jovens que tinham algum tipo de iniciação no mundo do crime, se afastaram da criminalidade, e se engajaram em trabalho, estudo e atividade esportivas e culturais honestas.
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