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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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quarta-feira, 12 de setembro de 2012


Descubra como clarear a virilha

Saiba como deixar a virilha clarinha. (Foto: iStock)As manchas insistem em permanecer em algumas regiões como axilas, virilha e até nas coxas e joelhos. Algumas mulheres incomodadas com o escurecimento apelam para as receitas caseiras e que muitas vezes dependendo da sua composição podem aumentar as manchas em vez de diminuir. Fique atenta aos métodos para clarear a virilha e siga somente as orientações do seu dermatologista.

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De acordo com o dermatologista Anderson Bertolini (CRM- 107976), diretor da Clínica Bertolini, a causa das manchas pode ser hormonal, por alergias ao uso constante de lâminas ou cremes depilatórios.

“As manchas ou escurecimento na virilha surgem devido ao atrito das lâminas da gilete ou pela irritação ocasionada pelo o uso de ceras quentes e frias. A pele para se proteger da agressão, cria um mecanismo de defesa, gerando uma inflamação local,  que com o passar do tempo tende a ficar escura.”, explica o dermatologista.

Outro fator é a umidade provocada pelas calças jeans nos dias quentes que ajudam na proliferação de fungos, bactérias provocando coceira e descamação.

A depilação feminina é fundamental para eliminar aqueles pelinhos indesejáveis principalmente nas virilhas. Mesmo sendo indispensáveis para as mulheres alguns métodos de depilação provocam pelos encravados e manchas na pele.

“Com a irritação constante da depilação, a pele engrossa e fica mais difícil para os pelos emergirem normalmente. Surgem assim às bolinhas vermelhas e os nódulos doloridos. Tanto a cera quente ou fria causa o encravamento dos pelos e podem causar manchas na virilha. “As lâminas, podem ser ainda pior , pois alem de causar um atrito, ela provoca o engrossamento do pelo, pois não retira o mesmo pela raiz gerando ainda mais inflamação e manchas”, destaca o dermatologista, Anderson Bertolini.

O que fazer para acabar com os pelos encravados sem prejudicar a pele?
Para quem apresenta pelos encravados a melhor alternativa ainda é a epilação a laser, nunca use lamina, após a depilação com cera pode-se usar Cremes com antiflamatórios e calmantes como alantoina e aloevera.

A depilação a laser deixa a pessoa livre dos pelos por períodos que podem chegar a até mais de dois anos. O laser também é indicado para tratar a foliculite e redução dos pelos indesejáveis axilas, virilha, pernas, abdômen e na demais região do corpo”, aconselha o dermatologista, Anderson Bertolini

E o clareamento, como fica?
Alguns cremes e tratamentos específicos para quem sofrem dessas manchas podem ser eficientes.  Mas, antes de sair comprando qualquer hidratante, consulte o seu dermatologista para alertar sobre os perigos e como usar.  O tratamento com laser também são uma opção, peelings superficiais não agridem a pele e ajudam na remoção de células mortas.

Tem como prevenir?
  • Alguns cuidados podem prevenir o aparecimento das manchas:
  • Utilize hidratantes.
  • Opte pela depilação a laser.
  • Descubra o seu tipo de pele e somente use cremes específicos.
  • Abuse do protetor solar.

E não se esqueça:
Jamais use qualquer creme clareador sem consultar o seu dermatologista. Após aplicação passe um filtro solar, pois a pele fica muito sensível e podem ocorrer queimaduras e novas manchas ainda mais profundas.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012


Por que o corpo faz coisas estranhas?

Entenda por que seus olhos ficam trêmulos, a pele fica arrepiada, a garganta inflama, as mãos ficam dormentes, você espirra ou tosse, os hematomas aparecem e o tornozelo torce. Saiba também o que fazer quando uma dessas coisas acontecer.

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O que está acontecendo? 
Na medicina, a expressão “tique” pode significar diversos movimentos involuntários que seu corpo faz. Nesse caso, estamos falando daqueles pequenos espasmos nos músculos dos olhos ou outras partes do seu corpo, como o joelho, que podem incomodar por um ou mais dias sem motivo aparente. "Os músculos disparam sob sua pele quando você se encontra num estado de animação ou stress," explica o Dr. Jeffrey Cain, presidente eleito da American Academy of Family Physicians e chefe de medicina de família no Hospital Infantil do Colorado, em Denver.

Por que seu corpo faz isso?
"Seu corpo está lhe dizendo que está estressado ou cansado", diz o Dr. Cain. "No caso do olho trêmulo, isso pode ocorrer devido à fadiga, por exemplo ao olhar para uma tela de computador durante o dia todo".

O que fazer? 
"Para a maioria das pessoas, esses espasmos não são um problema grave," diz Cain. De modo geral, o corpo está apenas indicando que preciso de uma pausa (os tiques podem ser causados pela ansiedade e ficam piores com a cafeína ou álcool). É recomendável tomar algumas medidas para aliviar a tensão quando o corpo der esse sinal: "Toque uma música relaxante, converse com um amigo, ou simplesmente foque em outra coisa". Ficar longe da tela do seu computador é uma boa ideia. Se esses truques não ajudarem, ou se os espasmos continuarem a atormentar você, converse com seu médico. Isso também pode ser um sintoma de doenças como o mal de Parkinson, autismo, paralisia de Bell, ou, no caso de olho trêmulo, um possível dano na córnea.

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terça-feira, 28 de agosto de 2012


Ler a mente: um sonho mais próximo

Ler a mente: um sonho mais próximoFoto: Shutterstock

PESQUISADORES BRITÂNICOS MOSTRAM QUE É POSSÍVEL "VER" AS MEMÓRIAS DE UMA PESSOA COM A AJUDA DE UM EXAME DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA FUNCIONAL

28 de Agosto de 2012 às 16:03
Ler a mente passou a ser uma habilidade mais próxima do mundo real depois de um estudo do University College de Londres (UCL). A pesquisa, conduzida pelos professores Eleanor Maguire e Demis Hassabis, indica que é possível "ler" as memórias de uma pessoa simplesmente examinando sua atividade cerebral. De acordo com os cientistas, nossas memórias são gravadas em padrões regulares, uma descoberta que contraria o atual pensamento científico.
Eleanor e Hassabis já haviam investigado o papel do hipocampo, uma pequena área do cérebro considerada essencial para a navegação, a recordação de memórias e a imaginação de eventos futuros. Num estudo realizado alguns anos atrás, ela examinou os cérebros de motoristas de táxi londrinos, os quais passam anos aprendendo o complexo mapa de ruas da capital britânica, conhecido como "The Knowledge". Eleanor mostrou que, no cérebro desses motoristas, uma área na parte de trás do hipocampo estava aumentada, o que parecia indicá-la como a região envolvida no aprendizado da localização e da direção.
O novo estudo confirma que os padrões relacionados à memória espacial estão situados na mesma área, sugerindo que a parte de trás do hipocampo tem um papel chave na representação de ambientes espaciais. Nele, os cientistas conseguiram mostrar como essa área cerebral traz as memórias à tona. Isso é possível com a participação fundamental de neurônios específicos do hipocampo, denominados "células de localização" (place cells). De acordo com Eleanor e Hassabis, quando nos movemos, as células de localização são ativadas para nos dizer onde estamos.
A equipe de pesquisadores utilizou um aparelho de ressonância magnética funcional (fMRI, na sigla em inglês), que mede as mudanças no fluxo sanguíneo dentro do cérebro, para examinar a atividade das células de localização enquanto voluntários se movimentavam num ambiente de realidade virtual. As informações obtidas foram então analisadas por um algoritmo informático desenvolvido por Hassabis.
"Perguntamos se conseguiríamos ver padrões interessantes na atividade neural que nos pudessem contar o que os participantes estavam pensando, ou, nesse caso, onde eles estavam", disse Eleanor. "Surpreendentemente, apenas por ver as informações do cérebro podíamos prever, de forma exata, onde eles estavam no ambiente de realidade virtual. Em outras palavras, podíamos 'ler' suas memórias espaciais."
Estudos anteriores realizados com ratos não davam pistas a respeito da existência de uma estrutura na qual as memórias fossem gravadas. É por isso que a pesquisa de Eleanor e Hassabis surpreendeu. Ela disse: "Os aparelhos de fMRI nos permitiram ver a imagem mais ampla de o que está acontecendo nos cérebros das pessoas. Ao observarmos a atividade de dezenas de milhares de neurônios, pudemos ver que deve haver uma estrutura funcional – um padrão – para a maneira segundo a qual essas memórias são codificadas. De outra forma, simplesmente não seria possível realizar nossa experiência."
A cientista avalia que essa pesquisa abre um leque de possibilidades a respeito de como as memórias reais são codificadas através dos neurônios, permitindo ir além das memórias espaciais e examinar lembranças mais ricas do passado ou visualizações do futuro. "Compreender como nós, humanos, recordamos nossas memórias é essencial para nos ajudar a aprender como a informação é processada no hipocampo e como nossas memórias são erodidas por doenças como o Alzheimer", observa Hassabis. "É também um pequeno passo rumo à ideia de leitura da mente, porque simplesmente por observar a atividade neural podemos dizer o que alguém está pensando." Ele avalia que se passariam pelo menos dez anos antes de se chegar a uma tecnologia com a qual se conseguisse ler os pensamentos de alguém numa sessão simples, mesmo contra a vontade da pessoa examinada.
Eleanor também vislumbra um longo caminho científico até que seja possível "ver" dentro da cabeça de alguém. "Podemos descansar tranquilos em termos de leitura da mente. Embora tecnicamente nesse estudo pudéssemos predizer a memória espacial de alguém a partir de sua atividade cerebral, não houve nada intrusivo a respeito do que fizemos. Não é que pudemos pôr alguém em um aparelho de ressonância magnética e de repente lemos seus pensamentos. É um processo que ainda está num estágio bastante preliminar. Está provavelmente bem distante de ter implicações sociais, éticas e provavelmente forenses." De qualquer forma, uma brecha na caixa de Pandora da leitura da mente já foi aberta – tanto é que Hassabis considera que já seria útil começar a discutir as implicações éticas dessa possibilidade.

Pesquisa mostra que cérebro é capaz de aprender durante sono

Estudo do instituto israelense Weizmann conclui que o cérebro humano tem capacidade de captar informações novas durante o sono.

Da BBC Brasil
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Cientistas Anat Arzi e Noam Sobel, no Laboratório do Olfato  (Foto: Cortesia Instituto Weizmann)Cientistas Anat Arzi e Noam Sobel, no Laboratório do
Olfato (Foto: Cortesia Instituto Weizmann)
O cérebro humano tem a capacidade de captar informações novas durante o sono, concluiu uma pesquisa publicada na segunda-feira (27) por pesquisadores do instituto israelense Weizmann.
A pesquisa, realizada ao longo de três anos pela neurobióloga Anat Arzi, examinou a correlação entre olfato e audição e a memória armazenada no cérebro.
'Esta é a primeira vez que uma pesquisa científica consegue demonstrar que o cérebro é capaz de aprender durante o sono', disse Arzi à BBC Brasil.
Segundo a cientista, estudos prévios já demonstraram a capacidade de bebês aprenderem enquanto dormem, mas a pesquisa recém-divulgada descobriu que o mesmo vale para adultos.
'Aprendizagem associativa'
O experimento, realizado por Arzi em colaboração com o professor Noam Sobel, diretor do Laboratório do Olfato do instituto, examinou as reações de 55 pessoas que foram expostas a sequências de sons e cheiros enquanto dormiam.
As sequências, que incluiam um intervalo de 2,5 segundos entre o som e o cheiro, expunham os participantes a odores agradáveis (de perfume ou xampu) ou desagradáveis (de peixes podres ou outros animais em decomposição), de forma sistemática e sempre antecedidos por sons que se repetiam.
'A vantagem de se utilizar o olfato é que os cheiros geralmente não interrompem o sono, a não ser que sejam muito irritantes para as vias respiratórias', explicou a cientista.
Durante o experimento os cientistas observaram sinais de que os participantes adormecidos passaram por uma 'aprendizagem associativa'.
'Com o tempo, criou-se um condicionamento. Bastava que (os participantes) ouvissem determinado som para que a respiração deles se alterasse e se tornasse mais longa e profunda - em casos de associação com odores agradáveis -, ou mais curta e superficial - em casos de sons ligados a cheiros desagradáveis', afirmou Arzi.
A cientista também relatou que as mesmas reações ocorriam na manhã seguinte, quando os participantes acordavam. Se fossem expostos a um som associado com um odor agradável, respiravam longa e profundamente.
Informações gravadas
'O fato de que as informações ficaram gravadas no cérebro e causaram reações fisiológicas idênticas, mesmo quando os participantes estavam despertos, demonstra que eles passaram por uma aprendizagem associativa enquanto dormiam', disse.
Pessoas com lesões no hipocampo - região do cérebro relacionada à criação da memória - não registraram as informações, disse a neurobióloga.
Para Arzi, a descoberta pode ser 'um primeiro passo no estudo da capacidade do cérebro humano de obter uma aprendizagem mais complexa durante o sono'.
No entanto, segundo a cientista, são necessárias mais pesquisas para examinar as diferenças entre o funcionamento dos mecanismos cerebrais de pessoas adormecidas e despertas.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012


O que são dentes do siso?

O que são dentes do siso?
Dentes do siso são os últimos molares de cada lado dos maxilares. São também os últimos dentes a nascer, geralmente entre os 16 e 20 anos de idade.

Como os dentes do siso são os últimos dentes permanentes a aparecer, geralmente não há espaço suficiente em sua boca para acomodá-los. Isto pode fazer com que os dentes do siso fiquem inclusos - dentes presos embaixo do tecido gengival por outros dentes ou osso. Se os dentes estão inclusos, pode ocorrer inchaço ou flacidez.

Os dentes do siso que erupcionam apenas parcialmente ou nascem mal posicionados também podem causar apinhamento e outros problemas. Como os dentes removidos antes dos 20 anos de idade têm raízes em menor estágio de desenvolvimento e causam menos complicações, recomenda-se que as pessoas entre 16 e 19 anos tenham seus dentes do siso examinados para verificar se precisam ser removidos.

Como são extraídos os dentes do siso?
A extração se faz de forma rotineira. Seu dentista pode recomendar anestesia geral ou local. Após a extração do dente (ou dentes), você precisará morder suavemente um pedaço de gaze durante 30 a 45 minutos após deixar o consultório, para estancar qualquer sangramento que possa ocorrer.

Você poderá sentir um pouco de dor ou inchaço, mas que passará naturalmente após alguns dias; no entanto, você deverá ligar para seu dentista se houver dor prolongada ou intensa, inchaço, sangramento ou febre.

A extração dos dentes do siso devido ao apinhamento ou fato de estarem inclusos no osso maxilar não afeta a suva mordida ou a sua saúde bucal no futuro.

Silício orgânico, um poderoso aliado para manter a pele bonita

Conheça mais segredos deste novo aliado para manter a pele saudável.

O silício orgânico pode ser encontrado em grãos germinados. (Foto: iStock)Fatores como a carga genética, idade, tabagismo e exposição ao sol, são alguns dos responsáveis pelo processo de envelhecimento da pele. Mas a boa notícia é que a alimentação é uma das melhores aliadas para combater, minimizar ou retardar o processo. Você pode ter uma forte arma bem guardada na sua geladeira ou armário de cozinha e nem saber.

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A munição mais indicada e recomendada pelos nutricionistas é a ingestão de um elemento chamado silício orgânico. Ao ouvir falar nele pela primeira vez, logo pode vir a cabeça a tabela periódica dos elementos químicos estudada e pouco compreendida pela maioria das pessoas durante o ensino médio. A verdade que muita gente não sabe é que o silício orgânico se difere daquele silício da tabela por ser um elemento chave dos tecidos conjuntivos. É essencial para manutenção da elasticidade e flexibilidade da pele.
De acordo com Ana Fornari, nutricionista da Clínica Camomila, o nutriente auxilia na hidratação da derme, deixando a pele mais macia e bonita e também está envolvido no processo de combate a queda de cabelo causada pela seborreia. O silício orgânico também está relacionado com a manutenção da saúde óssea, permitindo uma maior absorção de cálcio. "Ele não se concentra em nenhum órgão específico do corpo, mas é encontrado principalmente nos tecidos conectivos e pele", explica a nutricionista.
Ana ressalta que o silício orgânico pode ser encontrado facilmente em grãos germinados, como por exemplo, cereais, aveia, nabo, avelã, salsa e tipos diferentes de feijão. A cerveja também é uma das maiores fontes devido a formulação, porém não há uma recomendação dos especialistas de consumo da bebida. Por isso jamais saia bebendo por aí com a desculpa de suprir o silício orgânico em falta.
Na avaliação da especialista a presença de um profissional habilitado é essencial para analisar se existe necessidade de suplementar os nutrientes. "Hoje os meios de comunicação e o marketing estão muito fortes e convincentes e muitas vezes acabam convencendo o consumidor de benefícios que não têm comprovação científica, como é o caso do silício orgânico", alerta.
Outro aspecto importante e orientado por Ana é que apesar de o silício ter um baixo nível de toxicidade quando ingerido, há indícios que apontam a formação de cálculos renais. "Recomenda-se cautela na ingestão do produto, principalmente para pessoas com histórico e complicações renais anteriores", recomenda.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012


Mitos e verdades sobre o cérebro

Você sabe tudo sobre o cérebro? (Foto: iStock)O cérebro humano é a estrutura mais complexa que se tem conhecimento.  A ação dos seus 100 bilhões de neurônios ainda é fruto de muita investigação e descobertas por parte da ciência. A avidez pelo entendimento de toda sua engrenagem faz surgir diversos conceitos a seu respeito que não necessariamente representam a realidade, surgindo alguns mitos populares.

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Para elucidar alguns conceitos presentes no senso comum, convidamos o médico neurologista Leandro Teles para dizer o que é mito e o que é verdade quando se fala em cérebro humano.

Quanto maior o cérebro maior a inteligência?
Mito. O tamanho do cérebro e da cabeça não tem relação direta com a inteligência. A inteligência é fruto da qualidade da conexão entre determinados neurônios e da eficiência de complexas redes neurais. Comparando, por exemplo, o cérebro humano com o de outras espécies fica claro que o tamanho não garante evolução cognitiva. Baleias e elefantes, por exemplo, têm um cérebro muito maior que o cérebro humano e são cognitivamente inferiores. Animais maiores têm crânios maiores e cérebros maiores, um marcador melhor para predizer a inteligência é a relação entre o peso total do animal e o peso do cérebro. Nesse quesito a espécie humana é a que tem o maior cérebro em relação ao corpo.

O cérebro do homem é diferente do cérebro da mulher?
Verdade. Por questões anatômicas, hormonais e culturais. O cérebro feminino é um pouco menor e mais leve. No entanto, é superior em atividades criativas, intuição, sensibilidade, linguagem e senso de preservação. Já o cérebro masculino é mais lógico, melhor em percepção visuo-espacial e mais focado. O cérebro masculino desenvolveu melhor habilidades motoras e soluções pragmáticas. Já o feminino desenvolveu melhor o cérebro social, mais hábil para as complexidades dos relacionamentos interpessoais.

O cérebro regula a razão e o coração regula a emoção?
Mito. A razão e a emoção são habilidades puramente cerebrais. A razão é uma modalidade do córtex cerebral, uma camada mais superficial e mais nova na evolução. A emoção aflora de estruturas mais antigas e profundas do cérebro. O coração é uma bomba muscular altamente especializada em bombear o sangue para nutrir os órgãos com oxigênio e nutrientes.

O cérebro não dói?
Verdade. O cérebro não dói mesmo! Ele é capaz de perceber e localizar desconfortos causados por lesões em praticamente qualquer região do corpo, mas não é capaz de sinalizar insultos ocorridos nele diretamente. Quando sentimos dor de cabeça o que dói são os músculos, os vasos sanguíneos, as meninges (que são camadas que revestem o cérebro), etc... Por esse motivo, em alguns procedimentos cirúrgicos no cérebro o paciente pode até ficar acordado durante a cirurgia ajudando o neurocirurgião no mapeamento das funções cerebrais a serem preservadas na cirurgia.

Usamos apenas 10 % da capacidade cerebral?
Mito. Esse número cabalístico é frequentemente citado sem nenhum embasamento científico. O tanto do cérebro que se ativa depende diretamente da atividade que estamos realizando. Durante um dia certamente utilizamos praticamente todas as áreas cerebrais. Para tarefas complexas certamente o envolvimento cerebral é muito intenso e a reserva funcional não superior a 20 ou 30 %.

Exercitar o cérebro nos torna mais inteligentes?
Verdade. A atividade intelectual fortalece e agiliza as redes cognitivas. Quem é intelectualmente mais ativo está mais protegido contra doenças degenerativas como a doença de Alzheimer, por exemplo. Por isso a dica é sempre vivenciar experiências novas e fazer coisas rotineiras de formas diferentes. Saindo da zona de conforto o cérebro estará sempre obrigado a se exercitar e a manter e até melhorar o desempenho intelectual.

O lado direito e esquerdo do cérebro são diferentes?
Verdade. O Hemisfério Esquerdo é o dominante para linguagem (leitura, escrita e fala), é predominante em raciocínio sequencial e lógico. Já o Hemisfério Direito é mais criativo, intuitivo, relacionado a capacidades visuais. Por exemplo, quando pensamos em alguém o lado esquerdo nos mostra o nome, o direito nos mostra a face; no caso de uma música, o esquerdo interpreta a letra, o direito a melodia. Mesmo com essas predominâncias os hemisférios trocam constantemente informações e atuam sinergicamente (cooperativamente) na esmagadora maioria das vezes.

Com informações da assessoria de imprensa do neurologista Leandro Teles*