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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.
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domingo, 8 de junho de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
MAIS MÉDICOS DE CUBA SERÃO CADA VEZ MAIS BRASILEIROS
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
As mentiras de Ramona
A mídia de mercado está deitando e rolando, mas, como sempre, apresentando a versão de um dos lados, exatamente a que está sendo aproveitada pela oposição sem bandeira.
Não foi informado em nenhum momento a existência no Departamento de Estado norte-americano de um programa com a denominação de Cuban Medical Profesional Parole, que tem por objetivo buscar a deserção de cubanos médicos e do pessoal de enfermagem atuando em várias partes do mundo. Para se ter uma ideia, segundo informação do governo cubano, nos últimos quatro anos cerca de 83 mil médicos e enfermeiros prestaram ou estão prestando serviços médicos no exterior. E deste total, 1,89%, ou seja 1574 foram cooptados pelo organismo do Departamento de Estado em 65 países.
Trata-se, na verdade, de uma batalha ideológica desencadeada pelo governo dos Estados Unidos contra o regime da ilha caribenha.
O episódio da médica Ramona parece ser mais um da série em que são ofertados mundos e fundos ao pessoal médico. Tudo indica que Ramona caiu no canto da sereia e além do esquema norte-americano conta com a ajuda de parlamentares oposicionistas e da direita brasileira.
É curioso o fato do protetor de Ramona, o deputado ruralista Ronaldo Caiado, um crítico veemente da “escravidão médica” de Cuba ser no Brasil opositor radical ao Projeto de Emenda Constitucional (PEC) do trabalho escravo, apresentado exatamente para acabar com essa excrescência ainda existente no país em pleno Terceiro Milênio. .
Destino final
O caso da médica cubana é sintomático. Tão logo ela chegou em Brasília a primeira coisa que fez foi tentar conseguir na Embaixada dos Estados Unidos pedido de asilo para entrar no país distante 200 milhas de Cuba e que a propaganda diz para os cubanos ser um “paraíso”. É interessante acompanhar qual será mesmo o destino final da doutora Ramona.
O governo estadunidense - e de quebra a direita brasileira a ele vinculado - está apoplético com vários acontecimentos das últimas semanas envolvendo Cuba.
Primeiro enfurecimento: a reunião realizada em Havana da CELAC (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos), que contou com a presença de 30 chefes de Estados da região, além de outros representantes, e que Estados Unidos e Canadá não participam.
Como se não bastasse, a inauguração de parte do Porto de Mariel, que na prática amenizará alguns efeitos do bloqueio norte-americano a Cuba enfureceu ainda mais Washington. E por aqui, a direita brasileira, para variar, seguiu os mesmos passos de fúria do governo norte-americano ao afirmar a todo momento que o governo de Dilma Rousseff está financiando “a ditadura dos irmãos Castro”. Esse é o termo empregado pela mídia de mercado de um modo geral ao se referir a Cuba.
Foi praticamente omitido do noticiário que o empréstimo do BNDES para a obra em Mariel será ressarcido e possibilita mais de 150 mil empregos para os brasileiros.
A mida de mercado destas bandas comprou a versão de Ramona de que não está ganhando integralmente os 10 mil reais como os demais médicos, o que para a direita caracteriza-se como “trabalho escravo”.
O argumento não resiste a menor análise. Os mais de seis mil médicos cubanos que participam do programa Mais Médicos não vieram para o Brasil forçados e aceitaram o contrato oferecido com a intermediação da Organização Pan-americana de Saúde.
Aceitaram o salário de 900 dólares a receber no Brasil e a outra parte através do depósito de 600 dólares mensais em uma conta bancária em Cuba. Com isso, no fim de três anos de contrato, o pessoal cubano terá a seu dispor 21.600 dólares ou moeda local correspondente.
É necessário assinalar as diferenças entre o médico que vem ao Brasil individualmente e o que vem com a intermediação do Estado, no caso cubano, que investiu na formação do profissional. Aliás, o Estado brasileiro, deveria cobrar do formando em medicina em escolas públicas a prestação de serviços médicos pelo que nele foi investido, por exemplo, no interior do país, pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Se isso fosse feito, provavelmente os brasileiros nesses rincões não estariam tão carentes de médicos. É possível até que o Brasil não necessitasse, tanto como agora, da presença de médicos de outros países para suprir a carência.
Se o Estado investe nas escolas públicas para a formação dos médicos tem todo o direito de fazer alguma cobrança. Houve até um momento, no ano passado, de tentativas no sentido de se exigir que os médicos formados em universidade públicas prestassem serviços de dois anos no SUS. A grita classista foi geral e irrestrita. Os médicos formados nas universidades públicas e a mídia de mercado esqueceram de lembrar que as referidas universidades são mantidas com os impostos dos cidadãos brasileiros.
A formação do médico não é apenas um mérito individual, mas também, e sobretudo, devido ao esforço coletivo do povo brasileiro que paga impostos e de onde também sai a grana para as universidades públicas.
Em outras palavras: mais uma vez o cidadão contribuinte paga e não leva, já que é visto com muita naturalidade nenhum retorno para a sociedade brasileira.
Esse ressarcimento ao Estado independe da vigência no país de um regime regime econômico socialista ou capitalista."
EMBAIXADA DOS EUA AJUDOU CUBANOS A DEIXAR PROGRAMA
A Embaixada dos Estados Unidos concedeu vistos a quatro cubanos que abandonaram o programa Mais Médicos. Presidente da ONG Solidariedade Sem Fronteiras, Julio Cesar Alfonso informou que os profissionais que já estão em Miami receberam orientações da própria embaixada americana, que auxilia, desde 2006, cubanos que deixaram a ilha a obterem vistos especiais para trabalharem nos Estados Unidos.
Segundo Julio Alfonso, dois médicos cubanos fugiram para Miami no ano passado e os outros dois chegaram já este ano.
A Polícia Federal, que carimbou passaportes dos cubanos ao saírem do Brasil, não responde a questionamentos sobre o assunto.
A verba destinada pelo governo federal ao programa Mais Médicos saltou de R$ 540 milhões em 2013 para R$ 1,9 bilhão, este ano.
O Ministério da Saúde desconhece o paradeiro dos médicos cubanos de Rio do Antônio (BA), Belém de São Francisco (PE) e Timbira (MA).
MAIS MÉDICOS: EVASÃO DE BRASILEIROS É 20 VEZES MAIOR
São Paulo – O ministro da Saúde, Arthur Chioro, apresentou ontem (11) em Brasília o balanço do primeiro ciclo de aplicação do programa Mais Médicos, que leva cerca de 9 mil médicos a cidades do interior do país. De acordo com os dados enviados ao ministério pelas prefeituras e coordenações estaduais do programa, atualmente há 89 profissionais ausentes de seus postos de trabalho. Quatro deles são cubanos que trabalham no país por meio do convênio com a Organização Panamericana de Saúde (Opas), cinco são estrangeiros e 80 são brasileiros.
PROFISSIONAIS DO MAIS MÉDICOS TERÃO DE JUSTIFICAR FALTAS
PARA OS MESQUITA, MAIS MÉDICOS É "ILEGAL E IMORAL"
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
BAN KI-MOON: MÉDICOS CUBANOS "OPERAM MILAGRES"
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
APERTO DE MÃO HISTÓRICO SOB A BÊNÇÃO DE MANDELA

Depois de 51 anos de embargo comercial e relações cortadas, presidentes dos Estados Unidos e de Cuba se encontram e apertam as mãos pela primeira vez; simbolismo do gesto, durante as cerimônias fúnebres de Nelson Mandela, significa a compreensão entre contrários; lutador e pacificador, líder sul-africano foi grande admirador da revolução cubana sem nutrir ódio pelos americanos; novo momento na relação entre os dois países pode ter sido iniciado no cumprimento entre Barack Obama e Raúl Castro
10 DE DEZEMBRO DE 2013 ÀS 13:49
247 - Após mais de meio século de relações cortadas e embargo comercial, iniciado em 1962, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, cumprimentou nesta terça-feira o presidente de Cuba, Raúl Castro, durante cerimônia em homenagem ao pacificador Nelson Mandela, no estádio Soccer City, em Johanesburgo, África do Sul.
Desde então, os dois chefes de Estado só tinham se encontrado na Assembleia-Geral da ONU, onde não têm o hábito de se cumprimentar. O simbolismo do gesto, presenciado pela presidente Dilma Rousseff, significa a compreensão entre contrários. O lutador e líder sul-africano foi grande admirador da revolução cubana, sem nutrir ódio pelos norte-americanos.
O novo momento na relação entre os dois países pode ter sido iniciado no cumprimento entre Barack Obama e Raúl Castro e sob a bênção de Nelson Mandela. Hoje, Obama, primeiro presidente negro dos EUA, foi ovacionado pelos sul-africanos ao se levantar para discursar, assim como Raúl Castro, cujo irmão, Fidel, foi grande amigo de Mandela.
No início dos anos 1970, Cuba, sob o comando de Fidel Castro, enviou soldados e tanques para apoiar o exército de Angola na luta contra rebeldes. A revolução angolana venceu e, da prisão, Mandela escreveu carta registrando que, a partir daquele momento, a luta na África do Sul havia obtido as condições para ser vitoriosa.
Leia abaixo reportagem da Reuters:
Obama e Raúl Castro trocam aperto de mãos no funeral de Mandela
Por Stella Mapenzauswa e David Dolan
JOHANESBURGO, 10 Dez (Reuters) - Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e de Cuba, Raúl Castro, trocaram um aperto de mãos nesta terça-feira durante a cerimônia póstuma em homenagem ao líder sul-africano Nelson Mandela, deixando de lado por alguns instantes um conflito que dura mais de meio século.
Seguindo o legado de conciliação deixado por Mandela, Raúl sorriu ao receber o cumprimento de Obama a caminho do palanque, onde o presidente norte-americano fez um inflamado discurso homenageando o primeiro presidente negro da África do Sul, que morreu na quinta-feira, aos 95 anos.
Dançando e cantando, dezenas de milhares de pessoas suportaram uma chuva torrencial de várias horas no estádio Soccer City, em Johanesburgo, enquanto cerca de 90 dignitários mundiais lotavam o palanque.
A multidão vibrou quando Obama assumiu seu assento, num forte contraste com a vaia destinada ao presidente sul-africano, Jacob Zuma, um líder marcado por escândalos, cuja fraqueza ficou ainda mais visível nesta semana de comparações com Mandela.
O polêmico líder do vizinho Zimbábue, Robert Mugabe, também foi muito aplaudido.
A presidente Dilma Rousseff, um dos seis chefes de Estado escolhidos para discursar na cerimônia, disse que a luta de Mandela pela liberdade e justiça transcendeu as fronteiras da África do Sul e inspirou a luta no Brasil e na América do Sul.
Em sua fala, Obama recriminou líderes que se apressaram em demonstrar solidariedade com a luta de Mandela contra a opressão e a injustiça, ao mesmo tempo em que não permitiam liberdades nos seus próprios países.
"Há muitos de nós que abraçamos alegremente o legado de reconciliação racial deixado por Madiba (nome de Mandela por seu clã), mas resistem apaixonadamente até mesmo a reformas modestas que desafiassem a pobreza crônica e a crescente desigualdade", afirmou.
"Há muitos líderes mundiais que declaram solidariedade à luta de Madiba pela liberdade, mas não toleram a dissidência da seu próprio povo", acrescentou Obama, que, assim como Mandela, também é o primeiro negro a governar seu país.
As relações entre Cuba e os Estados Unidos estão congeladas desde logo depois da Revolução de 1959, liderada por Fidel Castro, irmão de Raúl. Há mais de meio século Washington mantém um bloqueio econômico ao regime comunista de Havana.
(Reportagem adicional de Steve Holland)
Por Stella Mapenzauswa e David Dolan
DILMA: “MANDELA É MODELO PARA TODOS OS POVOS”

Ao discursar em cerimônia a Nelson Mandela, presidente Dilma Rousseff ressalta que o ex-presidente da África do Sul "deixou lições não só para seu querido continente africano, mas para todos aqueles que buscam a liberdade, a justiça e a paz no mundo"; muito aplaudida, a chefe de Estado disse que Mandela "inspirou a luta no Brasil e na América do Sul" e que "nós, nação brasileira, que trazemos com orgulho sangue africano em nossas veias, choramos e celebramos o exemplo desse grande líder, que faz parte do panteão da humanidade"
10 DE DEZEMBRO DE 2013 ÀS 10:19
247 – Líder da luta contra o apartheid, Nelson Mandela foi hoje lembrado pela presidente Dilma Rousseff como um exemplo e referência a ser seguido por todos os povos. "Trago aqui o sentimento de profundo pesar do governo e do povo brasileiro e, tenho certeza, de toda a América do Sul pela morte desse grande líder, Nelson Mandela", começou Dilma, muito aplaudida na cerimônia de homenagem ao ex-presidente sul-africano no estádio Soccer City, em Johanesburgo.
"O combate de Mandela e do povo sul-africano transformou-se em um paradigma não só para este continente, mas para todos os povos que lutam pela justiça, liberdade e igualdade", continuou Dilma Rousseff, que levou condolências à viúva de Nelson Mandela, Graça Machel, e ao povo da África do Sul. Segundo ela, Mandela "teve seus olhos postos no futuro de seu país, de seu povo e de toda a África", ao mesmo tempo em que "inspirou a luta no Brasil e na América do Sul".
"Madiba, como carinhosamente vocês o chamavam, constitui exemplo e referência para todos nós, pela histórica paciência com que suportou o cárcere e o sofrimento, pela lúcida firmeza e determinação que revelou em seu combate vitorioso, pelo profundo compromisso com a justiça e pela paz, sobretudo por sua superioridade moral e ética", declarou a presidente. "Ele soube fazer da busca da verdade e do perdão os pilares da reconciliação nacional e da reconciliação da África do Sul. Devemos reverenciar essa manifestação suprema", acrescentou.
Emocionada, Dilma finalizou seu discurso ressaltando que Nelson Mandela "deixou lições não só para seu querido continente africano, mas para todos aqueles que buscam a liberdade, a justiça e a paz no mundo". E que "nós, nação brasileira, que trazemos com orgulho sangue africano em nossas veias, choramos e celebramos o exemplo desse grande líder que faz parte do panteão da humanidade". A presidente foi à cerimônia acompanhada de quatro ex-presidentes, Lula, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor e José Sarney.
Leia abaixo reportagem da Reuters sobre a cerimônia no estádio Soccer City:
Líderes se reúnem e milhares de sul-africanos cantam em despedida de Mandela
Por Stella Mapenzauswa e David Dolan
JOHANESBURGO, 10 Dez (Reuters) - Líderes do mundo todo, do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao cubano Raúl Castro, juntaram-se a milhares de sul-africanos para homenagear Nelson Mandela nesta terça-feira em uma cerimônia que vai celebrar o dom do ex-presidente de unir inimigos divididos política e racialmente.
Obama e o ex-presidente norte-americano George W. Bush, acompanhados das mulheres, desembarcaram na base aérea de Waterkloof, em Pretória, ao mesmo tempo em que sul-africanos dançavam sob chuva a caminho do estádio Soccer City, em Johanesburgo, onde será realizada a homenagem.
A presidente Dilma Rousseff, que viajou para a África do Sul ao lado dos ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, será uma das líderes a discursar no funeral, segundo a Secretaria de Imprensa da Presidência da República.
Obama e Castro, cujos países são inimigos há mais de meio século, também estão entre os oradores do evento, que acontecerá no estádio onde Mandela, 23 anos atrás, foi exaltado por apoiadores após ser solto de uma prisão do apartheid.
Coincidindo com o Dia dos Direitos Humanos da ONU, o estádio com capacidade para 95 mil pessoas receberá o evento principal do funeral de Mandela, que morreu na quinta-feira, aos 95 anos.
Desde a morte de Mandela, Johanesburgo tem visto um clima nublado e chuvoso incomum para a época --um sinal, segundo as tradições africanas, da passagem de uma pessoa querida que está sendo recebida na vida após a morte por seus antepassados.
(Reportagem adicional de Steve Holland)
Por Stella Mapenzauswa e David Dolan
OBAMA EXALTA MANDELA COMO "UM GIGANTE DA JUSTIÇA"

Presidente dos Estados Unidos manda recado, durante discurso em Johanesburgo em homenagem a Nelson Mandela, aos muitos líderes do mundo que alegaram solidariedade com a luta do ex-presidente sul-africano pela liberdade, "mas não toleram a dissidência de seu próprio povo"; "Embora eu me sinta sempre abaixo do exemplo de Mandela, ele me faz querer ser um homem melhor", disse Barack Obama
10 DE DEZEMBRO DE 2013 ÀS 10:41
247, com Reuters - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, exaltou Nelson Mandela como "um gigante da justiça" nesta terça-feira, e disse que muitos líderes do mundo alegaram solidariedade com a luta do ex-presidente sul-africano pela liberdade, "mas não toleram a dissidência de seu próprio povo".
Em discurso na cerimônia de homenagem a Mandela em um estádio de Johanesburgo, Obama fez a declaração diante de vários líderes, incluindo o vice-presidente chinês, Li Yuanchao, o presidente cubano, Raúl Castro, e o presidente do Zimbábue, Robert Mugabe.
"Embora eu me sinta sempre abaixo do exemplo de Mandela, ele me faz querer ser um homem melhor", discursou ainda Barack Obama. "Deixemo-nos buscar por sua força, sua grandeza de espírito, em algum lugar dentro de nós. E quanto a noite estiver escura, quando a injustiça pese sobre nossos corações, pensemos em Madiba", acrescentou o presidente americano.
Mandela, um dos maiores pacificadores do mundo, morreu na quinta-feira, aos 95 anos.
(Reportagem de Ed Cropley e Pascal Fletcher)
BAN KI-MOON DIZ QUE MANDELA LIDEROU PELO EXEMPLO

"Mandela liderava dando exemplo. Ele odiava o ódio. E tinha um coração maior do que este estádio", discursou o secretário-geral da ONU em cerimônia no Soccer City, em Johanesburgo
10 DE DEZEMBRO DE 2013 ÀS 14:38
Carolina Sarres
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, disse hoje (10) na cerimônia de tributo a Nelson Mandela em Joanesburgo, na África do Sul, que o ex-presidente liderava pelo exemplo. Ban Ki-moon, ao lado dos presidentes do Brasil, Dilma Rousseff e dos Estados Unidos, Barack Obama foi um dos primeiros a discursar em homenagem a Mandela.
"Mandela liderava dando exemplo. Ele odiava o ódio. E tinha um coração maior do que este estádio", disse o secretário-geral.
Para ele o "pai da nação arco-íris" foi um dos grandes exemplos da história que lutou pela justiça e por um mundo melhor. "A ONU esteve sempre ao lado de Mandela na luta contra o apartheid", observou Ban Ki-moon.
A presidenta Dilma Rousseff ao discursar na cerimônia em homenagem a Nelson Mandela, disse que ele foi a maior personalidade do século 20. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, acrescentou que Mandela foi um "gigante da história".
Espera-se que o evento de hoje seja um dos maiores da história em relação ao número de chefes de Estado e de Governo presentes. De acordo com o governo sul-africano foi confirmada a presença de 90 representantes.
Repórter da Agência Brasil
SERIA LULA O NOSSO MANDELA?
Assim como Mandela na África do Sul, guardadas as devidas proporções e especificidades próprias a cada nação, Lula foi responsável pelo começo do fim do apartheid sócio-econômico que imperava no Brasil
