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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

quarta-feira, 27 de março de 2013


Dilma: 'Minha vida me trouxe aqui'

Dilma, pioneira. (Foto: Estadão Conteúdo)31 de outubro de 2010, às 20 horas e sete minutos, o apresentador do Jornal Nacional William Bonner dá a notícia para todo o país: "Nos próximos quatro anos e pela primeira vez na História, o Poder Executivo no Brasil será comandado por uma mulher. Dilma Rousseff está oficialmente eleita." Esse fato ocorreu 121 anos depois da Proclamação da República pela qual passaram 35 presidentes, todos homens. Esse negócio de ser mulher inaugural não era novidade na vida pública de Dilma. Já havia sido a primeira secretária de Indústria e Comércio de Porto Alegre, a primeira ministra de Minas de Energia e a primeira ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República. Mas, é claro, ser eleita a maior autoridade política do país tinha um simbologia bem especial. Não apenas para ela. Também para todas as brasileiras. A partir dela, ninguém mais dará risada quando qualquer menina disser: "Quando crescer quero ser presidenta do Brasil."


Pois não foi por acaso que antes de Dilma tenha havido só presidentes homens. O poder com P maiúsculo sempre foi repartido entre eles. Didático também é recordar que as brasileiras apenas conquistaram o direito ao voto na década de 1930, e que o Banco do Brasil, fundado em 1808, só abriu concurso para as mulheres em 1969. Daí a eleição de uma mulher para comandar o país foi de fato um feito histórico. Não há dúvida que a candidata teve um importante padrinho político, o Lula. Segundo relata Ricardo Batista Amaral, autor da biografia de Dilma "A vida quer é coragem", o então presidente teria dito: "Tem pessoas a quem a gente confia um trabalho e elas fazem tudo certo. Esses são os bons. E há pessoas a quem a gente dá uma missão e elas se superam. Essas são especiais. A Dilma é assim."

Dilma cumprimenta papa Francisco. (Foto: Reuters)A imagem de profissional competente e determinada não é percepção exclusiva do ex-presidente. Volta e meia, surgem declarações adjetivando Dilma como durona, mão firme, gerentona. Ela mesma parece corroborar: "Sou uma mulher dura cercada de homens meigos." Faz mais o tipo sério, algumas vezes sisudo. Mas também é capaz de surpreender com tiradas bem-humoradas, como fez ao falar com a imprensa depois da visita ao novo pontífice. Ela soltou: "O papa é argentino, mas Deus é brasileiro". O fato é que dureza e sensibilidade não são excludentes. Dilma sempre fala em força e ternura. Racionalidade e emoção. Compromisso e técnica. Paixão e ação. Antes de ser eleita com mais de 55 milhões de votos, ela havia deixado marcas de excelência por onde trabalhou. Até mesmo os que não gostam da presidenta reconhecem que ela é uma senhora planejadora. Agarrada ao laptop, leva a sério a realidade dos números. Exige de seus colaboradores que provem o que estão dizendo. O nome que se dá a isso é pragmatismo.

Dilma é sucessora do governo de Lula. (Foto: Estadão Conteúdo)Mas Dilma também é receptiva a histórias de vidas muitas vezes sem número algum. Quando ainda ministra, ao justificar o programa, criado por ela, "Luz para Todos" (eletricidade levada aos grotões do Brasil profundo) usou imagens quase poéticas: "A eletricidade vai tirar a vida dos mais pobres da escuridão". Também foi uma das mentoras do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento, um guarda-chuva abrigando obras de infraestrutura. Lula então a chamou de "mãe" do PAC. Ela retrucou: "Se ser mãe é cuidar, então sou mãe." Empossada no Planalto, a presidenta não se esqueceu das mulheres. Sem nunca ter se declarado feminista, escolheu para a Secretaria de Políticas para as Mulheres Eleonora Menicucci, companheira de prisão e feminista puro-sangue. No último 8 de Março - Dia Internacional da Mulher - Dilma fez um pronunciamento em rede nacional. Nele, deplorou a desigualdade de remuneração entre homens e mulheres e a violência doméstica.

Da Torre das Donzelas ao Planalto
Posse de Dilma Roussef na presidência. (Foto: Estadão Conteúdo)Dilma Vana Rousseff nasceu no 14 de dezembro de 1947, em Belo Horizonte. Filha de Dilma Jane e do imigrante búlgaro Pedro Rousseff. Viveu a infância e adolescência no conforto de uma família classe média. Perdeu o pai aos quinze anos. Ela conta que foi o pai quem a introduziu no mundo dos livros, o que a tornaria  uma leitora inveterada. No exato dia que Dilma completou vinte e um anos, a ditadura militar meteu goela abaixo do povo o Ato Institucional número 5, o AI-5. A partir dele, ninguém podia questionar ou discordar de qualquer ação ou política do governo. Não se votava, não se opinava, não se organizava e era proibido protestar. Em todo país algumas pessoas, a maioria delas jovens, resolveram peitar a ditadura. Se tornaram clandestinos e muitos partiram para o enfrentamento armado. Foram criados dezenas de grupos organizados. Dilma ingressou em um deles. A resposta da repressão foi pesada e dizimadora. Dilma Rousseff foi presa em 1970. Foi direto para o centro de tortura do Doi-Codi, em São Paulo. Depois de torturada intensamente por dois meses foi transferida para o Presídio Tiradentes. Lá, a ala das presas políticas era denominada a Torre das Donzelas.

Foi solta dois anos e dez meses depois. Mudou-se para Porto Alegre. Entrou na Faculdade de Economia. Teve com Carlos Araújo, com quem viveu 21 anos, a filha Paula. Mas ela nunca abandonou a paixão pela política. Participou dos bastidores do Movimento Feminino Pela Anistia liderado por Terezinha Zerbini, Helena Greco e outras senhoras destemidas. Se aproximou do PDT de Leonel Brizola e foi se destacando com todo brilho em cargos públicos. Sua reiterada firmeza e competência a levaram para Brasília - o centro do poder. Finalmente, ela subiu a rampa do Palácio do Planalto com a promessa principal de erradicar a pobreza extrema no Brasil. O slogan de seu governo é "País rico é país sem pobreza". Oxalá esse slogan se transforme em alegria concreta.

http://br.mulher.yahoo.com/dilma-rousseff-204222824.html

segunda-feira, 18 de março de 2013


sexta-feira, 15 de março de 2013


Lula ao assinar documento da ONU anti-violência contra as mulheres: 'Deveria ser assinado no berço'

Dona Marisa Letícia, Rebecca Tavares (representante da ONU), Juliana Borges (secretária adjunta de políticas para as mulheres da Prefeitura de São Paulo), Ana Estela Haddad (primeira-dama da cidade de São Paulo),  Denise Dau (secretaria de Políticas para as mulheres da Prefeitura de São Paulo),  Tatau Godinho (representando a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres), Ana Alice (do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC), Juvandia Moreira (presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo), Márcia Lopes (conselheira do Instituto Lula e ex-ministra do desenvolvimento social e combate à fome), Clara Ant (diretora do Instituto Lula)
O presidente Lula assinou nesta segunda-feira (11) o termo de adesão à Rede de Homens Líderes da Campanha do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, “Una-se – Pelo fim da violência contra as mulheres”.

“Deveria ser um documento assinado no berço, quando se nasce. É quase uma coisa que deveria estar no nosso DNA”, afirmou Lula sobre o documento sobre o fim da violência contra à mulher.

A rede a que ele aderiu foi criada pelo secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, em 2010, e reúne homens que tem um papel de liderança importante no mundo, segundo Rebecca Tavares, representante da ONU Mulheres no Brasil.

Rebecca lembrou que a violência contra a mulher ainda é aceita em muitas culturas. Ela citou uma pesquisa feita no Butão em que 70% das mulheres consideram que o homem pode bater na mulher se ela queimar a comida. “Nós temos que mudar o pensamento e a cultura não somente dos homens, mas também das mulheres, dos jovens, das crianças”, ressaltou ela.

Lula falou também da importância das campanhas para que as mulheres fiquem sabendo onde recorrer e buscar proteção, quando forem vítimas, como aqui.

quarta-feira, 13 de março de 2013


sábado, 9 de março de 2013


sexta-feira, 8 de março de 2013


quarta-feira, 28 de novembro de 2012


Uma mulher pela primeira vez no cargo de contra-almirante


A presidente Dilma Rousseff assinou na tarde de ontem a promoção de Dalva Maria Carvalho Mendes ao terceiro cargo mais importante da Marinha. Ela será a primeira contra-almirante mulher das Forças Armadas, a oficial-general pioneira. Dilma referendou também a promoção de outros três oficiais. Todos se apresentarão à presidente em cerimônia ainda sem data marcada.

Dalva foi promovida de capitão-de-mar-e-guerra para contra-almirante médica, que na hierarquia militar representa duas estrelas. Acima dela está o comandante da Marinha, Julio Soares de Moura Neto, cuja posição — almirante de esquadra— simboliza quatro estrelas. O cargo mais alto da Força—almirante —só é assumido quando o país está em guerra, equivalente ao de marechal no Exército e brigadeiro na Aeronáutica.

"Essa era uma das nossas orientações. A iniciativa abre caminho para que outras mulheres venham a ser alçadas ao posto de oficial-general. Estamos muito felizes", declarou o ministro Celso Amorim, em nota divulgada pelo Ministério da Defesa.

A carioca Dalva, 56 anos, é viúva e mãe de dois filhos. A contra-almirante ingressou na Marinha em 1981 e boa parte da carreira militar foi dedicada a atividades técnicas e administrativas no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro, local em que ela e os demais oficiais promovidos receberão as novas patentes na segunda-feira. Dalva graduou-se em Medicina pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e especializou-se em anestesiologia. Atualmente é diretora da Policlínica Naval Nossa Senhora da Glória.

No Brasil, somente em 1980 as mulheres puderam ingressar nas Forças Armadas e em atividades auxiliares — as oficiais podiam exercer apenas alguns cargos e realizar serviços em terra. Dalva é da primeira turma do primeiro corpo auxiliar feminino de oficiais. A Força Aérea Brasileira foi pioneira na abertura de espaço para as mulheres em atividades fins. No ano passado, por exemplo, Carla Alexandre Borges assumiu o comando de uma aeronave de caça de primeira linha. Segundo dados da Marinha, existem atualmente 5.815 mulheres — 33% do total de oficiais e 6,8% dos praças. Na três forças, são 21.222.

A promoção foi assinada durante reunião com o ministro da Defesa, Celso Amorim, e os Comandantes das Forças Armadas, Julio Soares de Moura Neto (Marinha), Juniti Saito (Aeronáutica) e Enzo Martins Peri (Exército). Será publicada no Diário Oficial da União de segunda-feira. Do Correrio Braziliense

quarta-feira, 24 de outubro de 2012


Brasil melhora 20 posições em ranking sobre desigualdade de gênero

Brasília - O Brasil ganhou 20 posições em um ranking global sobre desigualdade de gêneros em decorrência dos avanços obtidos na educação para mulheres e no aumento da participação feminina em cargos políticos. Segundo o ranking anual elaborado pelo Fórum Econômico Mundial (WEF , na sigla em inglês), o Brasil saiu da 82ª para a 62ª posição entre 135 países pesquisados.

Leia também:
América Latina reduziu em 69% a desigualdade de gênero, diz relatório


A lista é liderada pela Islândia pelo quarto ano consecutivo, seguida pela Finlândia, Noruega, Suécia e Irlanda. No lado oposto do ranking, o Iêmen é considerado o país com a pior desigualdade de gênero do mundo. O Paquistão, Chade, a Síria e a Arábia Saudita completam a lista dos cinco mais mal colocados.

Na América Latina e no Caribe, a Nicarágua é o país com a menor desigualdade de gêneros, na 9ª posição no ranking global, seguida de Cuba, Barbados, da Costa Rica e Bolívia. O Brasil está em 14º lugar entre os 26 países da região pesquisados.

Na relação dos países considerados desenvolvidos, a Coreia do Sul é o que tem a maior diferença entre gêneros, ocupando o 108º lugar no ranking. O Japão aparece em posição próxima, no 101º lugar.

Para elaborar o ranking, o WEF estabelece uma pontuação baseada em quatro critérios – participação econômica e oportunidade, acesso à educação, saúde e sobrevivência e participação política.

O Brasil recebeu a pontuação máxima nos itens relativos à educação e saúde, mas tem uma avaliação pior em participação econômica (no qual está em 73º entre os países avaliados) e participação política (na 72ª posição). O estudo destaca que o avanço do país no ranking geral decorre de “melhorias em educação primária e na porcentagem de mulheres em posições ministeriais [de 7% a 27%]”.

O fato de ter uma mulher na Presidência da República, Dilma Rousseff, também conta positivamente para a posição do Brasil no ranking. Segundo o WEF, no último ano 61% dos países pesquisados registraram uma diminuição da desigualdade entre os gêneros e 39% tiveram aumento. Entre 2006 e 2012, no entanto, a porcentagem de países com redução da desigualdade salta para 88%.

A Nicarágua é o país que registrou o maior avanço na eliminação da desigualdade entre os gêneros nos últimos seis anos, pulando do 62º posto em 2006 (entre 115 países pesquisados naquele ano) para a 9ª posição neste ano, com uma melhora de 17,3% na pontuação geral. A Bolívia é o segundo país com o maior avanço, com uma melhora de 14% na pontuação, passando da 87ª para a 30ª posição no ranking.

Veja a posição de alguns países na lista:

1. Islândia
2. Finlândia
3. Noruega
4. Suécia
5. Irlanda
13. Alemanha
18. Grã-Bretanha
22. Estados Unidos
25. Austrália
26. Espanha
32. Argentina
47. Portugal
48. Venezuela
57. França
59. Rússia
62. Brasil
69. China
76. Uruguai
80. Itália
83. Paraguai
84. México
87. Chile
101. Japão
105. Índia
108. Coreia do Sul

quinta-feira, 9 de agosto de 2012


INSS começa cobrar gasto com hospital de homem que bate em mulher


O governo federal vai processar, a partir de hoje, agressores para que eles paguem os gastos com saúde e pensão de mulheres vítimas de violência. Os dois primeiros casos já custaram aproximadamente R$ 53 mil aos cofres públicos.

Agressores deixarão de responder apenas criminalmente em casos de violência doméstica e passarão a ser punidos também no bolso. A partir de hoje, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vai pôr em prática uma iniciativa pioneira: entrar com ações regressivas para cobrar o ressarcimento de gastos com os sistemas de Saúde e Previdência. Na prática, o agressor vai pagar por gastos hospitalares e pensões das vítimas.

Ações regressivas já são ajuizadas pelo INSS em maior escala contra empresas responsáveis por acidentes de trabalho. No ano passado, começaram os processos contra causadores de acidentes de trânsito. Agora, uma força-tarefa federal cuidará também de ações de violência doméstica.

O projeto deverá ser estendido a todos os Estados, por meio de parcerias com os Ministérios Públicos locais. Além da Secretaria de Políticas para Mulheres, já foram firmadas parcerias com as delegacias de Brasília e do Espírito Santo.

A iniciativa terá início com a entrada, no Tribunal Regional Federal da 1.ª Região, em Brasília, de duas ações que já custaram aproximadamente R$ 53 mil aos cofres públicos, com estimativa de ultrapassar R$ 209 mil. Um dos casos que terá a ação ajuizada hoje é de um homicídio ocorrido em 5 de fevereiro. O marido matou a mulher, deixando um filho de 3 anos. Até o mês de agosto, foram pagos R$ 3.859 de pensão por morte à criança, que, à princípio, tem direito ao benefício até completar 21 anos. Nesse caso, o custo à Previdência Social seria de R$ 156 mil.

A outra ação regressiva cobrará do acusado de uma tentativa de homicídio com qualificadores, ocorrida em setembro de 2009, os R$ 49.160 pagos à ex-mulher, referentes a dois auxílios-doença, fruto da agressão.

Mais casos.

A escolha da data para início das ações não foi aleatória: a Lei Maria da Penha, que pune praticantes de violência doméstica, completa hoje seis anos. No último semestre, a quantidade de denúncias feitas à Central de Atendimento à Mulher, destinada a casos de agressão, praticamente dobrou. O número exato será divulgado hoje pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, mas ficou em torno de 350 mil. A estimativa é de que os atendimentos já tenham ultrapassado 2,5 milhões desde a criação do serviço, em 2005. De janeiro a março, o Ligue 180 efetuou 201.569 atendimentos. Entre os 24.775 relatos de violência, a física (de lesão corporal a assassinato) é a mais frequente, com 14.296 registros (58%).

Mais do que representar um aumento dos casos, o crescimento de denúncias demonstra conscientização. "As mulheres vão adquirindo conhecimento e informação", diz a secretária Nacional de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres, Aparecida Gonçalves.Do Estadão

sexta-feira, 27 de julho de 2012


Governo lança guia sobre consumo sustentável com foco nas mulheres

Envolverde / EcoD

"Já está disponível para consulta no portal do Ministério do Meio Ambiente (MMA) a íntegra da pesquisa qualitativa O que o brasileiro pensa do meio ambiente e do consumo sustentável – Mulheres e tendências atuais e futuras de consumo no Brasil. Coordenado pela secretária de articulação institucional e cidadania ambiental do MMA, Samyra Crespo, o estudo foi realizado pela primeira vez em 1991 e este ano chega à sua quinta edição.

Cada edição da pesquisa (1992, 1997, 2002, 2006 e 2012) manteve um número de questões iguais. Mas, para acompanhar os avanços da agenda ambiental, o foco de cada mudou ao longo dos anos e algumas questões foram atualizadas. A primeira edição abordou a agenda de 1992; a segunda, a Agenda 21; a terceira, o consumo sustentável; e a quarta, as questões da biodiversidade. Em 2012, a pesquisa voltou ao consumo sustentável pela importância do tema nas discussões da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

Importância do tema

Na apresentação do trabalho, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, chama a atenção de governantes, gestores, setor produtivo e organizações sociais: o aumento do consumo é de uma magnitude ainda não dimensionada. “Não só temos que lidar com o aumento real, de volume, em todos os itens que as populações consomem no Brasil e no mundo, como temos que produzir tecnologias para o descarte e reciclagem”, sugere.

A questão de gênero norteou esta edição, uma vez que, segundo a pesquisa As poderosas da classe média, realizada pelo Instituto Data Popular e pela Editora Abril em 2011, são as mulheres as principais responsáveis pelas decisões de compra nas famílias ou individualmente, além de serem propagadoras de novos comportamentos nas comunidades.”
Foto:Polycart
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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Ano Eleitoral, mais uma vez políticos, partidos, todos interessados em chegar ao poder, de qualquer forma, usando tudo que for possível, comprando e extorquindo tudo que tiver disponível, para produzir todo tipo de desinformação, possível, como em outros anos, estarão, de novo, fazendo.

Assim, vamos juntar todas as informações possíveis para contrapor às tolices que correrão pelo internet buscando encontrar todo tipo de desavisado consciente e inconsciente, buscando forçar mudanças que o Brasil, os brasileiros e o bom senso político e econômico, não querem, nunca mais, para nossa gente.

A partir daqui, os principais temas, nesta nossa caminhada, como blog, como observador e muito politizado, estarão distribuídos entre os marcadores que serão apontados para cada informação ou artigo que mencionarmos neste espaço.