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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.
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quinta-feira, 3 de julho de 2014
terça-feira, 17 de junho de 2014
APÓS VITÓRIA, BIDEN VÊ DILMA: "GOSTEI MUITO DELA"
domingo, 8 de junho de 2014
HILLARY PEDIU A OBAMA O FIM DO EMBARGO A CUBA
quinta-feira, 20 de março de 2014
APÓS SANÇÕES, PUTIN DEVE REFORÇAR ALIANÇA COM BRICS
segunda-feira, 10 de março de 2014
A NOVA RECEITA DOS GOLPES DE ESTADO MADE IN USA

Nas décadas de 60 e 70, os Estados Unidos derrubavam governos democraticamente eleitos alegando razões geopolíticas: era preciso deter o avanço soviético; hoje, o modelo é mais sofisticado; envolve protestos de ruas, campanhas nas mídias sociais e atentados contra civis, para que os governos sejam responsabilizados pelas mortes de seus próprios cidadãos; foi o que aconteceu na Ucrânia, onde atiradores ligados às forças que hoje estão no poder alvejaram civis; na Venezuela, roteiro é o mesmo e vice-presidente americano Joe Biden deu a senha para o golpe; melhor ficar em estado de alerta
9 DE MARÇO DE 2014 ÀS 20:58
247 - Às vésperas dos 50 anos do golpe militar de 1964, quando o Brasil deverá celebrar sua democracia, um fantasma ronda a América Latina, a Europa do Leste e o Oriente Médio: a volta dos golpes de Estado patrocinados pelos Estados Unidos. Só que, desta vez, com uma roupagem diferente. Regimes são derrubados, supostamente, em defesa da democracia. É o que já se fez na Ucrânia e o que também se pretende fazer na Venezuela.
No passado, as intervenções americanas em outros países assumiam diversas formas. No Irã, em 1954, o regime de Mossadegh foi derrubado depois que o presidente eleito nacionalizou a produção de petróleo. No Brasil, dez anos depois, foi a vez de João Goulart ser apeado do poder com apoio da CIA. Na década de 70, também em razão do perigo comunista, o alvo foi Salvador Allende.
Agora, os Estados Unidos estão novamente assanhados, como demonstrou o vice-presidente americano Joe Biden, em entrevista ao jornal El Mercurio, que apoio a queda de Allende. "Enfrentar manifestantes pacíficos com a força e em alguns casos com milícias armadas, limitando a liberdade de imprensa e de assembleia não está à altura dos sólidos padrões de democracia que temos na maior parte de nosso hemisfério", disse ele neste fim de semana, referindo-se à Venezuela. Em resposta, o chanceler Elias Jahua afirmou que os americanos são os maiores promotores da violência em escala global.
Na Venezuela, a receita de bolo do golpe é semelhante à que foi aplicada na Ucrânia. Ela envolve protestos de rua, campanhas nas mídias sociais e atentados contra civis, para que os governos sejam responsabilizados pelas mortes de seus próprios cidadãos. Foi assim, após a morte de civis, que o presidente eleito Vitor Yanuovich foi apeado do poder em Kiev.
No entanto, investigações independentes demonstraram que os atiradores de Kiev, na verdade, não eram ligados ao governo – mas sim às forças que hoje estão no poder. Da mesma forma, na Venezuela, o opositor Leopoldo Lopez se entregou depois de ter recebido informações do serviço secreto venezuelano de que seria assassinado para que a culpa fosse atribuída ao presidente Nicolas Maduro.
Sobre o que realmente aconteceu em Kiev, vale a pena ler texto da Rede Voltaire:
A propaganda anti-ucraniana e os misteriosos snaipers
A cadeia de televisão Russia Today publicou uma intercepção do telefone do ministro estónio dos Negócios estrangeiros, Urmas Paet, no qual ele indica que os misteriosos snaipers(atiradores-furtivos) da praça Maidan estavam ligados à oposição pró- europeia.
Sem tomar partido, o ministro liberal Urmas Paet telefona, a este propósito, à Alta- representante da União Europeia, Lady Catherine Ashton, para a informar das suas dúvidas (sobre a credibilidade do novo governo da oposição ucraniana). A autenticidade da conversação telefónica foi confirmada pelos dois protagonistas. A conversa data de há uma semana.
O ministro, indignado, explica a Lady Ashton ter tido confirmação pela Dra. Olga Bogomolets, (célebre dermatóloga envolvida nas manifestações da praça Maidan), que foram indivíduos ligados à oposição pró-europeia —e não membros das forças de segurança fiéis ao presidente Ianoukovytch— quem atirou, simultâneamente, contra a polícia ucraniana e contra os manifestantes afim de provocar a revolta, e derrubar o governo.
A administração saída do golpe de Estado lançou um mandado de captura internacional contra o presidente Viktor Ianoukovytch, acusando-o de ter ordenado disparos sobre os seus opositores e de ser o principal responsável dos confrontos da praça Maidan.
A Rede Voltaire sublinhou, desde o início dos confrontos, que a presença de misteriosos franco-atiradores que disparam, ao mesmo tempo, contra polícias e manifestantes tem caracterizado as diferentes «revoluções coloridas» e «primaveras árabes» registadas (registradas-Br) desde 1989.
No caso dos motins da cidade líbia de Benghazi, em 2011, 4 membros das forças especiais italianas confessaram, depois da queda de Muammar el-Kadhafi, ter sido enviados pela OTAN para aí provocar uma guerra civil, disparando sobre ambos os grupos.
BIDEN DÁ A SENHA PARA O GOLPE NA VENEZUELA
"A situação na Venezuela me lembra o passado, quando homens fortes governavam usando a violência e a opressão; e os direitos humanos, a hiperinflação, a escassez e a extrema pobreza causavam estragos nos povos do hemisfério", afirmou. Ironicamente, a declaração, além de ter sido feita antes da visita ao Chile -- onde um golpe de Estado foi patrocinado pelo governo dos EUA, assim como em outros países da América Latina --, foi dada a um jornal que colaborou com a derrubada de Salvador Allende.
No entanto, descartou qualquer ação que envolva uma intervenção."O presidente (Barack) Obama deixou claro que não estamos interessados em voltar às batalhas ideológicas do passado nesse hemisfério e trabalhou por um futuro de maior integração e respeito pelos direitos universais", afirmou. "Reconhecemos que há ranços da Guerra Fria, e as suspeitas fazem parte da situação. Mas a maioria das pessoas nas Américas está cansada de brigar velhas batalhas ideológicas que não ajudam em nada suas vidas cotidianas", opinou.
Após os atos oficiais da mudança de comando presidencial no Chile, os chanceleres dos países-membros da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) se reunirão em Santiago em 12 de março para tratar a situação da Venezuela. No encontro, o governo do país apresentará sua análise sobre a crise desencadeada em meados de fevereiro, quando os atos de violência.
"O Governo dos Estados Unidos, principal promotor da violência a nível mundial, “expert” en invasões, bloqueios econômicos, guerras iniciadas por interesses econômicos sob a suposição de ameaças fictícias, criador de armas letais de destruição massiva e responsável pela morte de milhares de civis ao redor do mundo, não tem moral para objetar o respeito aos Direitos Humanos na Venezuela e o esforço do Governo Bolivariano para preservar a paz em nossa nação”, diz o comunicado.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, rechaçou de maneira categórica as declarações Biden "por constituir um desrespeito à soberania venezuelana e uma agressão direta ao povo que sofreu os embates de um setor fascista que avança em uma estratégia de golpe de Estado continuado".
As autoridades de Caracas recordam que os “radicais da oposição recebem financiamento de órgãos do Governo dos Estados Unidos "que pretende gerar uma falsa imagem de guerra e repressão generalizada em todo o território venezuelano, quando em realidade se trata de focos pontuais criados pelos artífices da violência contra o povo".
O comunicado informa que "enquanto esses minúsculos grupos propiciam a violência", "Maduro fez um chamado plural a todos os setores do país para incorporar-lhes a uma Conferencia de Paz, que contou com a ampla participação de empresários, igrejas, organizações do poder popular e os setores sociais mais diversos que fazem a vida na nação, com o propósito de isolar aos fascistas que o Governo norte-americano defende, financia e apoia".
"BRASIL AFASTA O FANTASMA DA SUBMISSÃO NA OEA"
OS EUA CONTRA A VENEZUELA: A GUERRA FRIA ESQUENTA
O governo de Maduro está fazendo tudo que pode para contrabalançar a propaganda hostil com que Washington está tentando agravar a situação na Venezuela, obtendo assim um pretexto para interferir nos assuntos internos do país
Marisa Choguill
ALÔ, ELIANE E ESTADÃO: PLACAR FOI 29 A 3
PODERÁ WASHINGTON DERRUBAR TRÊS GOVERNOS AO MESMO TEMPO?
Washington tenta mostrar, pela primeira vez, que pode derrubar três governos simultaneamente, na Síria, na Ucrânia e na Venezuela. Se conseguir alcançar isso, nenhum governo estará em condições de ser capaz de lhe resistir
VENEZUELA E CRIMEIA PROVAM: O IMPÉRIO ACABOU
"Ele deixou claro que a continuidade da intensificação militar e da provocação na Crimeia ou em qualquer outra parte da Ucrânia, junto com passos para anexar a Crimeia à Rússia, fecharia qualquer espaço disponível para a diplomacia, e ele apelou pela máxima moderação", disse a autoridade.