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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

terça-feira, 9 de abril de 2013


Bradesco é o banco mais rentável em lista de gigantes do Brasil e dos EUA

O Bradesco teve a melhor Rentabilidade sobre o Patrimônio (ROE) em 2012 entre os bancos da América Latina e dos Estados Unidos com ativos totais superiores a US$ 100 bilhões, mostrou um estudo da consultoria Economatica. A medida ROE é um indicador financeiro que se refere à capacidade de uma empresa em agregar valor a ela mesma utilizando os seus próprios recursos.

Em 2011, o Bradesco ocupava a segunda posição, com 19,83%, e o Banco do Brasil a primera, com 21,55%. No ano passado, o ROE do Bradesco foi de 17,27%, e o do Banco do Brasil, dessa vez em segundo, 16,89%.

ItauUnibanco ficou em terceiro lugar na lista de gigantes, com 16,70%, a mesma posição que ocupou em 2011, informou a Economatica. O quarto banco brasileiro no ranking foi o Santander Brasil, na décima sexta colocação, com ROE de 6,83%. Em 2011, ele estava em nono.

Na mediana calculada pela Economatica do ROE dos bancos dos Estados Unidos e do Brasil, de 1999 até 2012, a consultoria verificou que o resultado dos quatro bancos brasileiros em 2012 é de 16,79% contra 9,93% dos quinze bancos americanos. O número dos quatro volta a níveis de 1999, quando a paridade do real com o dólar foi liberada e é maior do que o das instituições dos Estados Unidos desde 2000.

Da Agência O Globo

segunda-feira, 1 de abril de 2013


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Frisson da oposição em torno de Yoani para Câmara






Deputados e senadores, quase todos do PSDB e do DEM, participam de debate com Yoani Sánchez; defesa da liberdade de expressão e menção a suposto dossiê contra a blogueira, citado pela revista Veja, dominam conversa; "O que ocorreu em Brasília não pode ser ignorado pelo governo brasileiro", disse o senador Alvaro Dias (PSDB-PR); líder tucano Carlos Sampaio pede desculpas por "agressões" que cubana teria sofrido na Bahia: "Esse não é o retrato do Brasil"





20 de Fevereiro de 2013 às 13:40







247 – A blogueira cubana Yoani Sánchez causou tumulto ao chegar à Câmara dos Deputados para exibição do documentário "Conexão Cuba-Honduras", no início da tarde desta quarta-feira 20. Antes de chegar ao Plenário 1, onde foi exibido o filme do cineasta brasileiro Dado Galvão, Yoani passou pelo Plenário e causou confusão ao interromper a sessão que estava em andamento.



Os parlamentares que participam do debate, quase todos do PSDB e do DEM, recebem a dissidente cubana com pompa, enquanto movimentos sociais protestam a favor e contra Yoani no corredor. Também participa do evento o senador do PT Eduardo Suplicy, que tem defendido o diálogo com a jornalista. Os que a apoiam utilizam frases como "Abaixo a ditadura!", enquanto as que a criticam dizem "Cuba sim, ianques não. Viva Fidel!".



No debate, os tucanos voltaram a mencionar o suposto dossiê elaborado contra a dissidente cubana e citado pela revista Veja no último final de semana (relembre aqui). "O que ocorreu em Brasília não pode ser ignorado pelo governo brasileiro", afirmou o senador Alvaro Dias (PSDB-PR). "Há uma afronta à soberania de nosso país. Embaixadores de Cuba e Venezuela rasgaram a Convenção de Viena", acrescentou.



Segundo o líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio (SP), a luta de Yoani Sánchez não é contra ninguém, é a favor da liberdade de imprensa. Ele lamentou os protestos contra a cubana que aconteceram em algumas capitais por onde ela passou, como Recife e Salvador. "Quero pedir desculpas em nome do PSDB pelas agressões que você sofreu. Esse não é o retrato do Brasil", disse Sampaio.



Oposição acusa "manobra" da TV Câmara



Depois de muita polêmica no Plenário, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), autorizou a TV Câmara a transmitir a palestra de Yoani Sánchez. Após uma série de protestos de deputados governistas, pelo fato de a TV Câmara ter de mostrar ao vivo a sessão do Plenário, o presidente da sessão, deputado Simão Sessim (PP-RJ), afirmou que o debate com a blogueira seria transmitido ao vivo pela internet e pela TV Câmara depois que a sessão terminasse.



No início da sessão, o líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), ameaçou obstruir os trabalhos, para permitir que os deputados participassem de reunião com a blogueira, além de liberar a TV Câmara para mostrar o documentário de 11 minutos em que ela faz críticas ao regime cubano.



O deputado disse que a convocação da sessão extraordinária não se justificava, inclusive por ter sido feita na noite desta quarta, por e-mail, duas horas depois do encerramento dos trabalhos da Casa. Caiado argumentou que a MP 582/12, que amplia a desoneração da folha de pagamentos e que está sendo analisado no Plenário, não é polêmica e poderia ser aprovada em poucos minutos na sessão ordinária que se realizaria à tarde. Segundo ele, a convocação da sessão extraordinária foi uma "manobra", para que ocorresse no mesmo momento em que a blogueira estava visitando a Câmara.



"Não tem mais nada na Ordem do Dia. Por que foi antecipada? Simplesmente para cercear o direito de uma pessoa falar livremente no Congresso Nacional. É inadmissível que esta Casa se subordine aos interesses do Palácio do Planalto e para impedir a livre manifestação da blogueira cubana", disse Caiado. O deputado Fernando Ferro (PT-PE) rebateu, dizendo que Yoani Sánchez "ganha dinheiro para fazer propaganda contra o regime do qual ela discorda" e que "é descabido fazer disso uma questão nacional no Brasil".



Com Agência Câmara





http://www.brasil247.com/pt/247/poder/94110/Frisson-da-oposição-em-torno-de-Yoani-para-Câmara.htm     Yoani apela a Aécio: “Não nos deixe sós em Cuba”





Blogueira cubana fica sabendo que o senador mineiro é o candidato da oposição à presidência e pede no ato para que ele monitore a situação da restrição da liberdade em Cuba; conversa foi testemunhada pelo jornalista da Globo Gerson Camarotti; em debate com parlamentares, Yoani Sánchez disse que sonha com o dia que haverá liberdade de expressão em seu país





20 de Fevereiro de 2013 às 15:34







Minas 247 – Assim que o senador Aécio Neves foi apresentado à blogueira cubana Yoani Sánchez como o candidato da oposição à presidência da República, ela saiu em seu apelo. "Não nos deixe sós em Cuba. Muitas vezes nos sentimos abandonados lá". A conversa foi testemunhada pelo jornalista da Globo Gerson Camarotti, que tem um blog no portal G1. Segundo ele, a dissidente cubana pediu para que o tucano monitorasse permanentemente a questão da restrição da liberdade em seu país.



Yoani participa de um debate com parlamentares, principalmente de oposição, na Câmara dos Deputados, onde foi recebida no início desta tarde, causando um frisson na Casa. Depois da exibição do documentário Conexão Cuba-Honduras, do cineasta brasileiro Dado Galvão, foi iniciado um debate no Plenário 1, enquanto grupos contra e pró Yoani realizavam protestos nos corredores.



Em sua fala, a blogueira disse que sonha com o dia em que haverá liberdade de expressão em Cuba. Ela reclamou do "monopólio informativo" existente no país – onde circula apenas o diário oficial do regime Castro, o Granma. Autora do blog "Generación Y", a jornalista disse que não esperava que sua página na internet, com textos sobre sua família e seus conterrâneos, resultasse em vigilância policial e na impossibilidade de sair da ilha.



"Cuba não é uma ideologia. Cuba é plural, diversa, com muitas cores. Lutamos para que, nessa Cuba plural, as pessoas se manifestem. O Parlamento do meu país nunca disse não a uma lei, nunca viu um debate como aqui, em que há diferentes opiniões", disse Yoani. Sobre o embargo imposto pelos Estados Unidos aos cubanos, ela afirmou que ele deve "terminar já" e que esta não é sua opinião de agora, mas sua opinião "de sempre".





http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/94116/Yoani-apela-a-Aécio-“Não-nos-deixe-sós-em-Cuba”.htm

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013


sábado, 26 de janeiro de 2013



terça-feira, 22 de janeiro de 2013


sábado, 19 de janeiro de 2013


Pobreza e desigualdade caem no Brasil e sobem nos EUA e Europa


Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

"No início do ano, a mídia e os partidos de oposição ao governo Dilma pareceram tentar apelar a uma segunda estratégia no âmbito da guerra que desencadearam a partir, vá lá, do segundo ano do governo Lula (2004).

O desempenho modesto do PIB no ano passado e uma suposta “crise de abastecimento de energia elétrica” que culminaria em “racionamento” se associaram a outros factóides menores, induzindo estrangeiros que não conhecem o Brasil a imaginarem que o país está em ruínas.

Para tanto, matérias recentes de veículos da imprensa escrita britânica como The Economist e Financial Times, baseadas no noticiário da grande mídia tupiniquim sobre a nossa economia – e à revelia dos problemas sociais e econômicos ingleses, que aumentam sem parar –, colaboraram para essa visão absurdamente equivocada sobre o Brasil.

Supostos “especialistas” em economia dos quais Globo, Folha de São Paulo, Estadão e Veja lançam mão toda vez em que tentam convencer o Brasil e o mundo de que nossa economia está sendo mal gerida parecem ter apostado em que teriam sucesso simplesmente descrevendo uma realidade que o povo brasileiro não enxerga e não sente.

O fato é que o Brasil, do ponto de vista de seu povo, vai muito bem, obrigado, como disse o insuspeito colunista de Folha e O Globo Elio Gaspari, que, recentemente, espantou-se com o fato de que o sistema bancário brasileiro absorveu “uma Argentina” em número de novos correntistas.”
Artigo Completo, ::AQUI::

segunda-feira, 22 de outubro de 2012


NA RETA FINAL, OBAMA E ROMNEY APARECEM EMPATADOS



Ambos teriam 47% dos votos, segundo uma pesquisa encomendada pela rede NBC e pelo jornal The Wall Street Journal



22 DE OUTUBRO DE 2012 ÀS 05:30





DELRAY BEACH, Estados Unidos (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o seu rival republicano na disputa pela Casa Branca, Mitt Romney, estão praticamente empatados nas pesquisas de opinião, a 16 dias das eleições, o que aumenta a importância do terceiro e último debate da campanha.

Uma pesquisa da NBC/Wall Street Journal indicou os dois com 47 por cento das intenções de votos entre prováveis eleitores, o que marca uma recuperação do republicano depois de uma série de gafes, incluindo a divulgação de uma gravação na qual ele sugere que quase metade do eleitorado depende do governo para o seu sustento.

Entre eleitores registrados, a pesquisa NBC/Wall Street Journal coloca Obama com 49 por cento e Romney com 44 por cento, mas a vantagem do atual presidente está em queda.

Pesquisa da Reuters/Ipsos mostrou no sábado Obama com liderança de 1 por cento, uma vantagem que também estaria em queda.

A disputa apertada entre os dois candidatos torna a campanha imprevisível, e, assim, fica ainda mais decisivo o encontro entre os dois na noite de segunda-feira, em Boca Raton, na Flórida.

Romney venceu com folga Obama no primeiro debate, em Denver, em 3 de outubro. O democrata teve uma boa performance duas semanas depois em Hempstead, Nova York, mas não a suficiente para lhe devolver uma liderança mais folgada nas pesquisas.

A melhoria das condições econômicas, como a queda do desemprego e os sinais de recuperação no mercado imobiliário, não deram ao atual mandatário uma vantagem mais segura.

Na tentativa de fazer uma leitura positiva das pesquisas, os assessores de Obama dizem que é boa a posição do presidente em alguns dos Estados mais disputados, onde as eleições serão decididas. Obama tem segurado uma vantagem pequena no importante Ohio, e os votos antecipados parecem estar favorecendo os democratas.

"Se você olha a votação antecipada que já ocorre no país, ela é robusta e muito favorável para a gente. Achamos esse um melhor indicador do que as pesquisas", afirmou David Axelrod, assessor de Obama, em entrevista à rede de TV NBC.

O último debate tende a favorecer os pontos fortes de Obama, já que é focado em política externa. Obama pode obter vantagem por ter autorizado a missão que matou Osama bin Laden e por ter retirado as tropas do Iraque.

Os republicanos estão comentando uma reportagem publicada no New York Times neste sábado a respeito de negociações entre os EUA e o Irã sobre o programa nuclear de Teerã. Eles acusaram a administração Obama de vazar a história para a imprensa.

"Tanto a Casa Branca quanto os iranianos negaram. Me parece um novo exemplo de um vazamento sobre segurança nacional da Casa Branca. Eles fizeram isso um monte de vezes", afirmou o senador de Ohio Rob Portman.

Por sua vez, o prefeito de Chicago, Rahm Emanuel, aliado de longa data de Obama, disse à rede de TV ABC que a política do presidente em relação ao Irã está começado a dar resultados. Tanto Obama quanto Romney passaram o fim de semana se preparando para o debate.

(Por Steve Holland e Sam Youngman)

http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/83615/Na-reta-final-Obama-e-Romney-aparecem-empatados.htm

quinta-feira, 4 de outubro de 2012


ROMNEY SUPERA OBAMA NO PRIMEIRO DEBATE



Conhecido por sua eloquência, o presidente democrata gaguejou e fez pausas durante muitas respostas; enquanto isso, o republicano partiu para o ataque, sendo agressivo e polido ao mesmo tempo



4 DE OUTUBRO DE 2012 ÀS 08:44





Por Jeff Mason

DENVER, 4 Out (Reuters) - O republicano Mitt Romney foi agressivo e polido ao mesmo tempo, enquanto o democrata Barack Obama pareceu despreocupado e pouco assertivo, em um debate presidencial que mostrou as diferenças tanto de estilo quanto na substância dos candidatos, na noite de quarta-feira.

Conhecido por sua eloquência, o presidente democrata gaguejou e fez pausas durante muitas respostas, olhando para seu próprio pódio quando não estava falando.

Romney, um ex-executivo de patrimônio privado, falou em tom mais firme e foi mais conciso do que Obama, que treinou, sem sucesso, para diminuir seu estilo professoral.

"Com relação à linguagem corporal, Mitt Romney foi o vencedor", disse Janine Driver, especialista em linguagem corporal e autora do livro "You Can't Lie to Me" (Você não consegue mentir para mim).

Driver disse que Obama manteve a cabeça inclinada para o lado, em vez de para cima, projetando menos confiança. Romney manteve a cabeça "em linha reta", e seus olhos focados tanto no presidente como no moderador, uma melhoria em relação a sua tendência de mudar os olhos em direções diferentes, disse ela.

"Se você fosse de outro país e assistisse a este debate baseado na linguagem corporal, pensaria que Mitt Romney já era o presidente", disse.

Movimentos no palco durante debates podem deixar impressões duradouras e importantes nos telespectadores norte-americanos.

Suspiros frequentes do vice-presidente democrata Al Gore em um debate de 2000 com o republicano George W. Bush foram mal vistos pelos eleitores, enquanto uma olhada rápida do presidente George H.W. Bush no relógio durante um debate em 1992 o fez parecer impaciente.

Nem Obama nem Romney cometeram qualquer gafe na linguagem corporal no primeiro de três debates presidenciais antes da eleição de 6 de novembro.

Apesar de suas diferenças, os dois candidatos tiveram uma atitude educada na maior parte do tempo. Eles apertaram as mãos calorosamente no início e no fim do encontro, cada um usando o braço livre para tocar o ombro do outro.

Enquanto Obama em 2008 referiu-se ao então adversário John McCain, um senador, por seu primeiro nome durante alguns debates, o presidente e Romney, ex-governador de Massachusetts, usaram títulos para se referir um ao outro durante toda a noite.

Mas o estilo mais assertivo de Romney transmitiu confiança e autoridade, enquanto Obama parecia distante e menos engajado.

"Obama permaneceu excessivamente controlado e contido tanto no rosto como no corpo -- enquanto Romney deixou sua energia extravasar", disse Peggy Hackney, uma especialista em linguagem corporal na Universidade da Califórnia Berkeley e na Universidade de Nova York.


http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/82218/Romney-supera-Obama-no-primeiro-debate.htm

quarta-feira, 26 de setembro de 2012


No México, Lula fala para 10 mil bolsistas e incentiva jovens a engajarem na política



Durante sua palestra no evento "México, Século XXI", na Fundação Telmex, o presidente Lula disse que a juventude de hoje quer recuperar a esperança em suas nações, portanto, aconselhou-os a participar mais ativamente da vida política.

Lula disse que muitos jovens desanimam com a impressão que tem da política, no entanto, chamou-os a não desistirem "porque o político perfeito que vocês querem, honesto, idealista, pode estar dentro de vocês mesmos; assim, que participem da vida política de seu país", enfatizou, sob aplausos e 10.000 bolsistas da Fundação Telmex.

Ele ainda destacou a importância dos jovens na sociedade, lembrou que quando era presidente manteve um intenso diálogo com a juventude brasileira, dizendo que "a democracia não é um pacto de silêncio, mas o resultado da manifestação das mais diversas vozes da sociedade".

Quanto à relação entre México e Brasil, Lula disse que os dois países devem estreitar suas relações bilaterais, pois possuem uma diversidade geográfica e étnica, que são multiculturais por excelência, portanto "não há justificativa alguma para se manterem tão distantes, e muito menos ter qualquer tipo de rivalidade; se temos que competir em algo, que seja só no futebol (...) agora há uma nova América Latina, um continente que ergueu a cabeça."

Na questão da educação, o presidente Lula disse que o dinheiro gasto tem que ser visto como um investimento e disse que durante os oito anos de seu governo, o orçamento para educação cresceu de 13 para 32 bilhões de dólares. "Estudem e trabalhem, assim vencerão na vida da maneira mais digna possível", encerrou Lula, diante dos aplausos dos jovens bolsistas.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012


BRASIL REAGE ÀS CRÍTICAS DOS EUA SOBRE PROTECIONISMO



Antonio Patriota declarou, em carta enviada ao embaixador Ron Kirk, que os norte-americanos são os principais responsáveis pelas barreiras impostas, por exemplo, aos produtos agrícolas brasileiros



21 DE SETEMBRO DE 2012 ÀS 12:59





Agência Brasil - O governo do Brasil reagiu às críticas dos Estados Unidos que condenaram o que julgam ser o protecionismo brasileiro. Em protesto à afirmação, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, enviou ontem (20) carta ao embaixador Ron Kirk, representante para o Comércio dos Estados Unidos. No texto, o chanceler diz que os norte-americanos são os principais responsáveis pelas barreiras impostas, por exemplo, aos produtos agrícolas brasileiros.

“O Brasil tem sido obrigado a enfrentar a valorização artificial de sua moeda e uma enxurrada de mercadorias importadas a preços baixos. Os Estados Unidos têm sido um dos principais beneficiários desta situação”, reage o chanceler. “Preocupa-nos a perspectiva de continuação de subsídios ilegais concedidos à produção agrícola pelos Estados Unidos.”

O ministro destacou que esses benefícios concedidos à produção agrícola pelos Estados Unidos causam impactos negativos nas economias dos países em desenvolvimento. “[Eles] impactam o Brasil e outros países em desenvolvimento, inclusive alguns dos mais pobres da África”, diz o texto.

Patriota diz ainda, na carta, que todos os mecanismos adotados pelo Brasil têm o respaldo da Organização Mundial do Comércio (OMC) e que o governo não abrirá mão dos instrumentos que julga legítimos. “O governo brasileiro não abdicará de seu direito de fazer uso de todos os instrumentos legítimos permitidos pela OMC”, informa o texto.

Em relação a eventuais efeitos negativos nas negociações na chamada Rodada Doha, como insinuaram as autoridades norte-americanas, Patriota negou impactos. “Discordo totalmente de Vossa Excelência quanto aos efeitos que as medidas adotadas pelo Brasil poderiam ter sobre o resultado da Rodada Doha”, disse.

De 2007 a 2011, a venda de produtos norte-americanos para o Brasil dobrou, segundo dados oficiais. Em quatro anos, as exportações dos Estados Unidos para o mercado brasileiro saltaram de US$ 18,7 bilhões para US$ 34 bilhões. O Brasil passou de 16º para 8º maior mercado de produtos norte-americanos.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012


Obama nega ter se "descuidado" da América Latina

Obama nega ter se Foto: Kevin Lamarque/Reuters

PARA ARGUMENTAR EM FAVOR DA PREOCUPAÇÃO COM O CONTINENTE, O DEMOCRATA CITOU AS VISITAS RECENTES A BRASIL, CHILE E EL SALVADOR; ELE DISSE QUE QUER VOLTAR À REGIÃO

13 de Setembro de 2012 às 21:45
Opera Mundi - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, negou nesta quinta-feira (13/09) que tenha se "descuidado" da América Latina, diferentemente do que dizem seus críticos. De acordo com o democrata, sua administração foi "muito enérgica" para ampliar as relações com a região.
"Não só não nos descuidamos, como fomos muito enérgicos na hora de tratar de ampliar essas relações", afirmou o presidente, que disse esperar "voltar a viajar" à região.
"Leve em conta que fiz várias viagens para participar da Cúpula das Américas, mais recentemente ao Brasil, ao Chile e a El Salvador, e acabo de ir ao México para a cúpula do G20", afirmou o presidente ao responder se havia se afastado da América Latina.
O chefe de Estado disse também que durante, essas viagens, frisou "a importância de reforçar os vínculos entre os EUA e os países da América Latina e o Caribe".
"Em termos muito concretos, estabelecemos alianças em temas de segurança, para enfrentar o tráfico de drogas transnacional, e em temas energéticos, centrados em como desenvolver uma maior eficiência energética e energias mais limpas", analisou Obama.
Mencionou também, como prova de seu compromisso com a região, o início dos acordos de livre-comércio com a Colômbia e o Panamá e lembrou que "o comércio entre os EUA e a América Latina aumentou significativamente" desde que assumiu a presidência, em 2009.
Acrescentou, para finalizar, que o que classificou como cooperação "sem precedentes" com o México contra o tráfico de drogas continuará assim que Enrique Peña Nieto assumir o poder em dezembro.
"Nossa cooperação com o México na hora de lidar com o tráfico de drogas transnacional não tem precedentes e continuaremos nessa linha com a nova administração", afirmou Obama.