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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012


Homem que faz pré-natal previne riscos à gestante e ao bebê

Check-up masculino investiga a qualidade dos espermatozoides e até presença de DSTs

Uma mulher com mais de 40 anos que decide engravidar não perde tempo: marcar uma consulta com o ginecologista para avaliar suas condições de saúde e eventuais riscos para ela própria e para o bebê faz parte do processo e pode, até mesmo, mudar os planos do casal. Isso porque, nessa faixa etária, aumenta bastante a incidência de problemas como diabetes gestacional e eclampsia, no caso da mãe, e de alterações genéticas que geram situações como a Síndrome de Down. Uma investigação cautelosa e que, até hoje, tinha o homem como espectador de grande interesse.
Em 40% dos casos em que o casal não consegue ter um filho, o problema é masculino.
O cenário tende a mudar a partir de agora, com um estudo que vem causando rebuliço na comunidade científica e também entre os casais de idade mais avançada. A pesquisa, publicada na prestigiosa revistaNature mostrou que a participação do homem na concepção é muito maior do que se imaginava. Por meio de uma pesquisa com 78 famílias, foi possível quantificar o risco de uma criança ter autismo ou esquizofrenia de acordo com a idade do pai, ano a ano - e a conclusão é simples: a partir dos 40 anos, os riscos aumentam.

Sorologia

"Realizar um exame de sorologia antes da concepção não é sinal de falta de confiança entre o casal, mas de preocupação com a saúde de ambos", afirma o infectologista Marcos Antonio Cyrillo, da diretoria da Sociedade Brasileira de Infectologia. Segundo ele, muitas pessoas nem sabem que são portadores de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
A sorologia é feita por meio de um exame de sangue simples para identificar doenças como hepatite, sífilis e AIDS. Como todas elas são sexualmente transmissíveis, podem ser passadas para a futura mãe e, consequentemente, para o bebê. Na melhor das possibilidades, a criança não é contaminada, mas é possível que nasça com problemas ou mesmo sem vida.
É fundamental a participação do pai durante toda a gestação.
"A partir do resultado, o casal pode repensar a gestação ou iniciar um tratamento que diminua o risco de contágio", aponta o infectologista. Quanto antes o problema for identificado, mais eficaz o controle.

Espermograma

espermograma é um dos primeiros exames solicitados quando o assunto é fertilidade masculina. "Por meio da avaliação do sêmen é possível identificar diversos fatores fundamentais para o casal que está tentando engravidar, como a qualidade e a motilidade dos espermatozoides", afirma o ginecologista Márcio Coslovsky, especialista em reprodução assistida e diretor da Primordia Medicina Reprodutiva.
Segundo o especialista, a poluição, o estresse e maus hábitos, como o tabagismo, fizeram com que a qualidade dos espermatozoides venha decaindo progressivamente. "Em 40% dos casos em que o casal não consegue ter um filho, o problema é masculino", afirma.
Descobrir tais características ainda nas primeiras tentativas pode poupar tempo e evitar repetidas decepções. Em alguns casos, o uso de polivitamínicos pode ser a solução. Outros resolvem-se com tratamentos para infertilidade mais elaborados. "Quanto mais jovem o casal, maior a chance de sucesso em técnicas de reprodução humana", lembra o urologista Aguinaldo Nardi, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia.

A idade do pai

Como apontado no estudo da Nature, quanto mais idade o pai tiver, maior o risco de o bebê nascer com autismo ou esquizofrenia. Segundo o ginecologista Márcio, biologicamente falando, a melhor idade para que o homem tenha um filho é entre 25 e 35 anos. Na prática, os casais estão tendo filhos cada vez mais tarde por questões de planejamento.
Enquanto a mulher já nasce com determinado número de células que, mais tarde, darão origem aos óvulos, homens produzem espermatozoides durante toda a vida. A qualidade dos espermatozoides, entretanto, vai diminuindo gradativamente. "Isso faz parte de um processo natural de envelhecimento", afirma o urologista Aguinaldo.
Por isso, o casal deve avaliar se estará disposto a assumir o risco de ter uma criança já mais velhos ou avaliar opções como a adoção. "Fundamental é a participação do pai durante toda a gestação, seja fazendo os exames pré-natais, seja acompanhando a mulher nas consultas", afirma o ginecologista Márcio.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012


Marcos de desenvolvimento

Com pequenos passos (literalmente), se chega à infância. (Foto: Thinkstock)
Oi, gente!
Quem tem um bebê em casa sabe: quando vamos ao pediatra ele sempre pergunta se o bebê está sentando, está levando os objetos à boca, está fazendo sons diferentes, acompanha os pais com o olhar, reconhece o próprio nome, entre outras coisas. Pode parecer bobagem ficar atento a esses sinais, mas não é. Por isso mesmo resolvi conversar com vocês sobre isso. Esse é um assunto importantíssimo. É através desses sinais que a criança demonstra se é normal ou se vai apresentar algum problema. É através desses sinais que o médico vai identificar algum déficit de desenvolvimento.
Se o seu médico não for tão atento, não fizer tanta pergunta como deveria, você mesma pode identificar que algo está errado prestando atenção a alguns detalhes (já aviso que no caso de prematuros as coisas demoram um pouquinho mais para acontecer). A maioria dos bebês que tem um mês de vida segue objetos com o olhar e emite sons de vogal ("a", "u"); com dois meses, quase todos sorriem, dão gargalhadas, levantam a cabeça num ângulo de 45 graus e fazem movimentos menos bruscos; aos três meses, a maioria dá gritinhos, faz "agu" e "arru", reconhece sua voz e faz miniflexões de braço; com quatro meses, eles devem conseguir segurar um brinquedo, esticar o braço para pegar objetos e se virar quando deitadas; com cinco meses, a maioria vira na direção de barulhos novos e reconhece o próprio nome; aos seis meses, quase todos esticam o braço para pegar objetos e os põe na boca, sentam sem apoio e estão prontas para alimentos sólidos.
Importante registrar aqui que se o seu filho não fizer alguma dessas coisas no tempo previsto não quer dizer, necessariamente, que ele tem algum problema. Pode ser que ele tenha preguiça (acontece muito com bebês gordinhos), ou pode ser que você precise estimular mais o seu filho. Tem criança que não se vira ou nem senta no tempo esperado porque não fica no chão. Está sempre no colo, numa cadeirinha ou no carrinho. Nesse caso, os pais podem ajudar colocando o bebê de barriga pra cima no chão e, de vez em quando, de bruços, para reforçar os músculos do pescoço.
Aos sete meses muitos combinam sílabas em sons que parecem palavras, começam a engatinhar ou se arrastar; aos oito meses a maioria fica de pé segurando em alguma coisa, engatinha bem e aponta para objetos; aos nove meses quase todos usam o movimento de pinça para pegar coisas pequenas, andam pela casa apoiados em móveis, batem objetos um contra o outro; aos dez meses a maioria diz "papá" e "mamá/ã" para a pessoa certa, responde ao nome e entende o "não" e mostra o que quer com gestos; aos onze meses quase todos imitam as ações dos outros, colocam objetos dentro de um recipiente e entendem instruções simples; por fim, aos doze meses a maioria diz uma palavra além de "mamá/ã" e "papá", dá alguns passinhos e entende e cumpre instruções simples.
Repito que nada disso tem que acontecer exatamente no tempo esperado. Alguns bebês andam sem nem engatinhar, por exemplo. Mas precisamos ficar atentos. Eu fico de olho em todo e qualquer progresso da minha Maitê, de cinco meses. Aliás, ando "conversando" bastante com ela, já que quero vê-la sentar mês que vem. Será que rola? Vamos ver!
Beijos
Pati

quarta-feira, 1 de agosto de 2012


10 coisas que você precisa saber sobre amamentação

Mãe mais calma e filho mais inteligente: para celebrar o Dia Mundial da Amamentação, o Delas reuniu 10 coisas que você precisa saber sobre amamentação

iG São Paulo 
Thinkstock/Getty Images
É melhor esvaziar completamente o primeiro seio para só então passar para o segundo
Seu filho pode ficar mais inteligente a longo prazo O cérebro humano não nasce completamente formado. É durante os três primeiros anos que a quantidade de neurônios e sinapses (conexões entre neurônios) aumenta. “O leite materno tem substâncias que favorecem esse desenvolvimento”, diz Luciano Borges Santiago, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Amamentar pode deixar a mãe mais magra mesmo décadas mais tarde 
Quantos filhos a mulher teve e se ela amamentou pode afetar seu índice de massa corporal (IMC) décadas mais tarde, afirma um novo estudo inglês.
A mãe fica mais calma Dois hormônios agem durante o aleitamento: a prolactina, que induz o corpo a produzir leite, e a oxitocina, que ejeta o líquido da mama. Combinados, estes hormônios agem no organismo da mãe. 
Bebê sonolento não mama direito O processo de amamentação flui melhor quando o bebê está desperto, porque ele consegue abrir a boca para fazer a pega correta (abocanhar o mamilo e a maior parte da aréola). Quando está sonolento, geralmente atinge só a pontinha do mamilo. Resultado: não mama direito e em pouco tempo precisará se “abastecer” de novo.
Mãe adotiva também pode dar o peito A possibilidade de ter leite natural mesmo sem passar pela bomba hormonal trazida pela gestação começa, primeiro, com vontade e disposição de realizar o ato. Empenho é a palavra de ordem.
Alternar seios toda hora não é o ideal É melhor esvaziar completamente o primeiro seio para só então passar para o segundo. Muitas vezes, o esvaziamento total da mama exige duas ou três mamadas no mesmo peito. Quando as mães alternam os dois seios em cada mamada, acabam por produzir excesso de leite.
Amamentação exclusiva até 6 meses influencia rendimento escolar da criançaEstudo australiano apontou que meninos em idade escolar que foram amamentados pelo menos nos primeiros seis meses de vida podem ter melhor aproveitamento escolar que seus colegas em leitura, redação e aritmética.
Não se prenda ao tempo da mamada 
O bebê não é um relógio. Ele funciona na hora que quer. Portanto, nada de se prender em conselhos de amigas e avós sobre a duração de cada mamada. “Não é de três em três horas ou de ‘tantos’ minutos em cada peito. Como o leite materno é de fácil digestão, alguns bebês mamam com muita frequência”, explica o pediatra Marcus Renato de Carvalho.
Falta de informação faz mulheres amamentarem menos Dor, falta de jeito, leite que demora a vir. Esses são alguns dos motivos que levam muitas mães a abandonarem precocemente a amamentação. A média de aleitamento exclusivo da população brasileira é de apenas 54 dias, segundo dados do Ministério da Saúde.
Lactantes podem tomar pílula Na fase da amamentação, a mãe deve usar um anticoncepcional que só tenha progesterona para não passar hormônio feminino para o bebê através do leite, é a chamada minipílula.