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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
UNIÃO GARANTE CONTINUIDADE DO CANAL DO SERTÃO
Para Bezerra, mais do que concluir uma obra, a continuação do Canal do Sertão representa um passo importante para solucionar à seca que atinge a região. “Não estamos falando aqui de concreto, mas de água para atender e saciar a sede das comunidades ao longo de todo o trajeto do canal”, disse o ministro.
Em discurso, Fernando Bezerra destacou que os recursos foram triplicados na segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), destacando os 123 km do Canal, que deverão ser concluídos até o final de 2014. De acordo com o ministro, o programa Água Para Todos já desembolsou R$ 50 milhões dos R$ 180 milhões assegurados pelo governo federal.
Entre as obras estruturantes anunciadas para o enfrentamento da seca estão à construção de 233 barreiras, 297 sistemas de abastecimento d'água simplificado, e a construção de 30 mil cisternas, beneficiando 7,8 mil famílias. “São investimentos que vão mudar a qualidade de vida no semiárido, possibilitando mais desenvolvimento”, frisou Bezerra.
Saneamento
Além da continuação do Canal do Sertão, também foi autorizada a licitação das obras de esgotamento sanitário em três municípios ribeirinhos do São Francisco: Delmiro Gouveia, São Brás e Melo Monte.
O secretário de Estado da Infraestrutura, Marco Fireman, abriu o evento oficial em Delmiro. "Nunca o Governo Federal investiu tanto em Alagoas. Com mais esta autorização, vamos manter o emprego de milhares de trabalhadores e chegar até quase metade da extensão projetada para o Canal do Sertão. Sem falar das obras de saneamento nos municípios ribeirinhos, que serão essenciais para a preservação do Rio São Francisco”, disse ele.
Mais cedo, na capital, o ministro da Integração Nacional também assinou autorizações para outras sete novas obras estruturantes, entre elas, a construção do novo marco turístico no antigo Alagoinhas. Foram autorizadas ainda obras de abastecimento d'água e esgotamento sanitário nos municípios de Coqueiro Seco, Santa Luzia do Norte e Satuba, além da elaboração de projeto das obras e intervenções de amortecimento e mitigação das cheias nos rios Paraíba e Mundaú.
Na infraestrutura, foram assinadas ordens de serviço para a implantação e pavimentação das rodovias AL 435, que fica entre os municípios de Passo do Camaragibe e Matriz de Camaragibe, e da AL 470, no município de Chã Preta, até a divisa com Pernambuco, além da obra de drenagem do povoado conhecido como 'Buraco do Jacaré', em Atalaia.
Por fim, o governo também autorizou a licitação para apoio técnico à cajucultura, contrato de aquisição de equipamentos e obras para a construção de cisternas do Água Para Todos, além da implantação de módulos de produção agrícola irrigada, compreendendo áreas difusas do Canal do Sertão alagoano, incluindo a adutora do Alto Sertão.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
ALAGOAS PROTESTA CONTRA GOVERNADOR VILELA
A presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Amélia Fernandes, afirmou, durante o ato, que a insatisfação da sociedade é geral e criticou a falta de diálogo do governo para com as categorias.
“Estamos tentando, desde o ano passado, formar uma mesa de negociação com o governo e, até agora, não obtivemos resposta. Chegou a hora de irmos às ruas porque a população é quem está sofrendo com a falta de políticas públicas que garantam qualidade de vida às pessoas”, afirmou Amélia.
Representantes da Comissão Pastoral da Terra (CPT), do Movimento Sem Terra (MST), Movimento Terra e Liberdade (MTL) e do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), que estavam acampados em Maceió desde essa quarta-feira, também compareceram ao ato público e criticaram a postura do governo em relação do homem do campo, que vem sofrendo com a estiagem prolongada.
Para Carlos Lima, da CPT, o governo do Estado tem sido omisso e não está preocupado em amenizar o sofrimento dos sertanejos. “Há um descaso do governo para com o homem do campo, em especial com os que perderam seus rebanhos por conta da seca. Essas famílias vão passar cinco, dez anos, para recuperar tudo o que perderam, enquanto o Estado sequer investiu os recursos que vieram do governo federal. Os pequenos produtores estão sofrendo”, afirmou.
Segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal), Maria Consuelo, o comparecimento da sociedade civil ao ato comprova que os alagoanos estão indignados com a inoperância do Governo do Estado. “As políticas públicas prioritárias não têm sido implementadas e a população atendeu ao nosso chamado. Não dá mais para ficar de braços cruzados e silenciar. Chegou a hora de a sociedade alagoana reagir”, destacou Maria Consuelo.
Durante o ato, moradores do município de Anadia se solidarizaram aos movimentos sociais ao repudiar a crescente criminalidade na cidade. Em meio ao protesto, a comunidade informou que, nos últimos dois meses, mais de 20 assaltos ocorreram na cidade. O professor e vice-presidente do Sindicato dos Funcionários Municipais de Anadia, Osvaldo Chagas, disse que a realidade no município é “gritante” em meio ao número de roubos, assaltos e sequestros muito frequentes.
“As pessoas não saem mais de casa à noite e apenas dois policiais militares fazem a segurança diariamente no município, que tem 18 mil habitantes", ressaltou.
sábado, 15 de setembro de 2012
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