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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.
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quarta-feira, 23 de julho de 2014
sábado, 19 de julho de 2014
AOS RECALCADOS, O SUCESSO
A Copa foi avaliada como ótima e boa por mais de 80% dos entrevistados, houve injeção de nada menos que R$ 30 bilhões na economia, foram gerados mais de 1 milhão de empregos e 60% dos investimentos foram em obras estruturais de transporte
UM DOS LEGADOS DA COPA: ACREDITAR NO BRASIL
À torcida do contra fica a lição para que acreditem no Brasil. A maioria das obras foi entregue no prazo. As demais estão em andamento. Aeroportos que em 2011 recebiam 215 milhões de passageiros, hoje podem acolher 285 milhões
quinta-feira, 17 de julho de 2014
GOVERNO MOSTROU BRASIL A 10 MIL JORNALISTAS DO MUNDO NA COPA
Somente no Rio de Janeiro, onde o governo federal assumiu a responsabilidade direta pela montagem da estrutura e da programação, em uma parceria entre a Secom, Apex-Brasil, Embratur e a prefeitura do Rio, o CAM João Saldanha, no Forte de Copacabana, recebeu mais de 4 mil jornalistas de 84 países em 36 dias de funcionamento.
FOLHA RESSUSCITA DISCURSO "NÃO VAI TER COPA"
PML CRITICA OPOSIÇÃO POR ATRIBUIR COPA A ANÔNIMOS
Foram os adversários da Copa que ransformaram o Mundial numa luta política – e perderam.
O SUICÍDIO POLÍTICO DOS QUE APOSTARAM CONTRA A COPA
Ironicamente, dois extremos do espectro político se uniram, tacitamente, contra a realização do maior evento esportivo do planeta
COPA E ELEIÇÕES
Penso que, se bem trabalhado pelo marketing político da candidatura da presidenta Dilma, o sucesso da Copa terá peso considerável na eleição
Só depois de um período de decantação desse sentimento será possível avaliar de forma mais precisa esse fenômeno. No entanto, julgo já ser possível fazer algumas considerações sobre tendências, inclinações e possibilidades. Umas mais objetivas e baseadas em fatos. Outras, marcadas por uma grau de subjetividade imposto por um acontecimento que jamais figurou entre os elementos de uma conjuntura eleitoral : a humilhação de um dos orgulhos nacionais, a seleção brasileira de futebol, numa Copa realizada no Brasil.
Começo por um dado concreto : o sucesso retumbante da Copa do Mundo no Brasil, reconhecido amplamente pela mídia internacional, e até pelo envergonhado Partido da Imprensa Golpista, é o fato mais importante que emerge do desafio brasileiro de organizar um evento da envergadura de uma Copa. Deu-se o inverso do profetizado pelas aves de rapina do monopólio midiático desde 2007. Os aeroportos funcionaram, o transporte público foi capaz de levar e trazer as pessoas dos estádios em paz e não se tem notícia de um um problema relevante sequer nos estádios, até então vistos pela mídia como um perigo iminente para os frequentadores, dado a pressa com que foram construídos.
Sem falar no congraçamento entre as torcidas de todos os países que disputaram a Copa e o povo brasileiro, a qualidade do futebol apresentado, que produziu jogos emocionantes e com média extraordinária de gols, além da festa tingida de vários cores e expressada em muitos idiomas que tomou conta do país. O sonho de realizar a Copa das Copas tornou-se realidade.
Parabéns à presidenta Dilma que, mesmo no auge da campanha descerebrada contra a Copa, teimou em dizer que faríamos a Copa das Copas. Deu gosto de ver nesta sexta-feira o presidente do Comitê Olímpico Internacional dizer em entrevista coletiva no Rio que o Brasil mostrou ao mundo sua capacidade admirável de realizar grandes eventos. Manifestou também sua convicção de que esse sucesso estrondoso se repetirá na Rio 2016. Isso não tem preço. É só lembrar da postura arrogante e pessimista adotada pelo COI em relação aos Jogos Olímpicos do Rio até um mês atrás.
Por tudo isso, penso que, se bem trabalhado pelo marketing político da candidatura da presidenta Dilma, o sucesso da Copa terá peso considerável na eleição. Entretanto, todas as análises que apontam para uma nítida tendência história de o eleitorado brasileiro não permitir que o futebol interfira em suas decisões políticas esbarra em dois fatores : 1) Desta vez, a Copa aconteceu na nossa casa; 2) Nunca, em mais de 100 anos de história, e muito menos numa Copa, a seleção brasileira sofrera derrota tão aterradora, implacável e vergonhosa, como os 7 x 1 para a Alemanha.
Ou seja, não foi uma derrota qualquer, mas sim uma tragédia esportiva de proporções gigantescas. Trata-se de resultado a ser lembrado, analisado e lamentado pelos próximos 100 anos. Claro que o 8 de julho do Mineirão afeta a autoestima do povo do país do futebol, além de agravar o mau humor tão cultivado pela velha mídia na Era Lula/Dilma.
Portanto, é possível que esse mau humor se reflita nas próximas pesquisas eleitorais, com a queda nas intenções de voto de Dilma. O tamanho do estrago é difícil prever Os amigos com quem tenho conversado a respeito têm rechaçado essa possibilidade.Apostam na capacidade do eleitor de separar o joio do trigo. Também acho que isso vai acabar acontecendo. Mas com o passar do tempo e o decorrer da campanha, na qual Dilma terá tempo privilegiado no rádio e na TV para capitalizar o sucesso da Copa e, sobretudo, comparar os avanços e conquistas dos últimos 12 anos com os oito anos do PSDB no governo. Por hora, é preciso sangue frio e cabeça no lugar para enfrentar a tempestade que se forma no horizonte, pois tudo indica que terá a duração de uma chuva de verão.
CAMPANHA DO BILHÃO

A farsa da democracia é construída desde a legislação eleitoral, que determina as regras do jogo, indo até o empresariado que financia as grandes campanhas eleitorais. Daí a necessária reforma política