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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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segunda-feira, 22 de outubro de 2012


Gravidez com estilo: vale investir em roupas para poucos meses?

è possivel ter estilo durante a gravidez, sim! (Foto: Thinkstock)
Durante a gestação é muito complicado para a mulher manter-se linda, elegante e confortável. Usar as suas roupas do dia-a-dia é uma boa ideia. Só tem um porém: as roupas não crescem junto com você. Mas vale a pena gastar dinheiro com roupas que serão usadas por apenas alguns meses? O que comprar nessa hora? Para resolver este dilema, conversamos com dois especialistas: Vânia Benvenuto, personal stylist, formada em Moda pela Faculdade Santa Marcelina e Wendell Bráulio, professor de técnica em moda no Cento Universitário Plínio Leite, que nos responderam algumas perguntas e nos deram algumas dicas importantíssimas.
Com certeza é mais uma necessidade do que um luxo. Uma sugestão é fazer uma varredura no seu armário, separar tudo o que é conveniente e confortável e então, só aí, sair às compras. Para Vânia, comprar roupas durante a gestação é tão necessário quanto fazer o enxoval do bebê."Durante a gravidez, grande parte das mulheres ganha quilinhos extras, o que faz com que elas se vistam de maneira errada, usando as mesmas roupas que usavam antes de estar grávidas ou até mesmo usando roupas super largas, o que não valoriza em nada a silhueta e a barriga linda de uma mulher gestante", explica. Já Wendell afirma que a mulher deve aproveitar roupas que tem em seu armário e usá-las normalmente: "Quem não tem em casa um vestido diretório (aquele que é solto abaixo do busto), uma blusa com modelagem A (essas todas soltinhas) ou uma legging".
Qual a escolha certa?
Mulheres grávidas devem priorizar o conforto e o bem-estar. Depois pensam na beleza e elegância. "A dica mais acertada é que na hora das compras você escolha peças confortáveis e que poderão, mais tarde, voltar a ser usadas. Capriche nas roupas de cores neutras e nos acessórios, colares, brincos, pulseiras e cintos que dão um complemento", afirma Vânia. Comprar de acordo com o crescimento da barriga é sempre importante. "Uma dica é fazer as compras aos poucos, já que o corpo muda muito rápido. E continuar comprando nas lojas que mais gosta, lembrando sempre de buscar peças confortáveis sem perder o próprio estilo", complementa Wendell.
Dica profissional:
Vânia nos passou um pequeno manual de como passar os nove meses bem vestida e elegante:
- Mesmo que você ainda não esteja no seu peso ideal, fuja das peças sem formas. Opte por peças que respeitem e valorizem sua nova silhueta;
- Cuidados com a pele, rosto e cabelos são essenciais, pois ajudam na autoestima;
- Invista nos vestidos com corte império (aquele com cintura deslocada logo abaixo do busto) ou no tipo cache-coeur (envelope). Além de serem peças coringas, dá pra serem usadas com meia-calça, legging, sapatilha, sandália e bota;
- Realce a barriga marcando a parte de baixo do busto e as costas. Isso fará você parecer mais magra;
- Blusas com abertura frontal ou decotes que depois a permitam amamentar são ótimas opções;
- Calças de gestação, com ajuste lateral - que permite deixá-las mais largas ou ajustadas - ou aquelas com cós em malha. Calças de malha com modelagem mais atual ou uma saruel leve também são ótimas opções.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012


Homem que faz pré-natal previne riscos à gestante e ao bebê

Check-up masculino investiga a qualidade dos espermatozoides e até presença de DSTs

Uma mulher com mais de 40 anos que decide engravidar não perde tempo: marcar uma consulta com o ginecologista para avaliar suas condições de saúde e eventuais riscos para ela própria e para o bebê faz parte do processo e pode, até mesmo, mudar os planos do casal. Isso porque, nessa faixa etária, aumenta bastante a incidência de problemas como diabetes gestacional e eclampsia, no caso da mãe, e de alterações genéticas que geram situações como a Síndrome de Down. Uma investigação cautelosa e que, até hoje, tinha o homem como espectador de grande interesse.
Em 40% dos casos em que o casal não consegue ter um filho, o problema é masculino.
O cenário tende a mudar a partir de agora, com um estudo que vem causando rebuliço na comunidade científica e também entre os casais de idade mais avançada. A pesquisa, publicada na prestigiosa revistaNature mostrou que a participação do homem na concepção é muito maior do que se imaginava. Por meio de uma pesquisa com 78 famílias, foi possível quantificar o risco de uma criança ter autismo ou esquizofrenia de acordo com a idade do pai, ano a ano - e a conclusão é simples: a partir dos 40 anos, os riscos aumentam.

Sorologia

"Realizar um exame de sorologia antes da concepção não é sinal de falta de confiança entre o casal, mas de preocupação com a saúde de ambos", afirma o infectologista Marcos Antonio Cyrillo, da diretoria da Sociedade Brasileira de Infectologia. Segundo ele, muitas pessoas nem sabem que são portadores de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
A sorologia é feita por meio de um exame de sangue simples para identificar doenças como hepatite, sífilis e AIDS. Como todas elas são sexualmente transmissíveis, podem ser passadas para a futura mãe e, consequentemente, para o bebê. Na melhor das possibilidades, a criança não é contaminada, mas é possível que nasça com problemas ou mesmo sem vida.
É fundamental a participação do pai durante toda a gestação.
"A partir do resultado, o casal pode repensar a gestação ou iniciar um tratamento que diminua o risco de contágio", aponta o infectologista. Quanto antes o problema for identificado, mais eficaz o controle.

Espermograma

espermograma é um dos primeiros exames solicitados quando o assunto é fertilidade masculina. "Por meio da avaliação do sêmen é possível identificar diversos fatores fundamentais para o casal que está tentando engravidar, como a qualidade e a motilidade dos espermatozoides", afirma o ginecologista Márcio Coslovsky, especialista em reprodução assistida e diretor da Primordia Medicina Reprodutiva.
Segundo o especialista, a poluição, o estresse e maus hábitos, como o tabagismo, fizeram com que a qualidade dos espermatozoides venha decaindo progressivamente. "Em 40% dos casos em que o casal não consegue ter um filho, o problema é masculino", afirma.
Descobrir tais características ainda nas primeiras tentativas pode poupar tempo e evitar repetidas decepções. Em alguns casos, o uso de polivitamínicos pode ser a solução. Outros resolvem-se com tratamentos para infertilidade mais elaborados. "Quanto mais jovem o casal, maior a chance de sucesso em técnicas de reprodução humana", lembra o urologista Aguinaldo Nardi, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia.

A idade do pai

Como apontado no estudo da Nature, quanto mais idade o pai tiver, maior o risco de o bebê nascer com autismo ou esquizofrenia. Segundo o ginecologista Márcio, biologicamente falando, a melhor idade para que o homem tenha um filho é entre 25 e 35 anos. Na prática, os casais estão tendo filhos cada vez mais tarde por questões de planejamento.
Enquanto a mulher já nasce com determinado número de células que, mais tarde, darão origem aos óvulos, homens produzem espermatozoides durante toda a vida. A qualidade dos espermatozoides, entretanto, vai diminuindo gradativamente. "Isso faz parte de um processo natural de envelhecimento", afirma o urologista Aguinaldo.
Por isso, o casal deve avaliar se estará disposto a assumir o risco de ter uma criança já mais velhos ou avaliar opções como a adoção. "Fundamental é a participação do pai durante toda a gestação, seja fazendo os exames pré-natais, seja acompanhando a mulher nas consultas", afirma o ginecologista Márcio.

sábado, 1 de setembro de 2012


Escolha a melhor posição para fazer sexo na gravidez

Prazer e intimidade não precisam ficar de fora da vida do casal durante a gestação

Sexo durante a gravidez ainda é um tabu entre muitos casais. Enquanto a mãe sofre com o desconforto conforme a barriga vai crescendo, o homem tem medo de machucar o bebê ou a própria mulher. Mas as mudanças hormonais não deixam dúvida de que existe muito desejo, principalmente a partir do terceiro mês - nesta fase, sintomas como enjoos e vômitos tendem a desaparecer.

O problema é que, justamente nesse momento, a barriga saliente passa a exigir criatividade do casal. "O sexo faz bem para a autoestima da mulher, que se sente desejada, querida e cuidada, principalmente quando é feito com carinho pelo seu companheiro", afirma a ginecologista Bárbara Murayama, diretora da Clínica Gergin, especializada em ginecologia e obstetrícia.

Existem posições mais indicadas para cada fase da gravidez, considerando principalmente o crescimento da barriga e o incômodo que ela pode causar para o homem e para a mulher. "Mas essas posições só valem para quem não tem gravidez de risco e são totalmente contraindicadas caso exista chance de aborto ou de parto prematuro", afirma a especialista. Não é seu caso? Então aproveite para apimentar os nove meses. 
  • Papai e mamãe - Ilustração: Minha Vida
  • Os dois de pé - Ilustração: Minha Vida
  • Colher ou conchinha - Ilustração: Minha Vida
  • Cachorrinho - Ilustração: Minha Vida
  • Deitados um de frente para o outro - Ilustração: Minha Vida
  • Papai e mamãe com apoio - Ilustração: Minha Vida
  • Gangorra - Ilustração: Minha Vida
  • Homem de joelhos - Ilustração: Minha Vida
  • Mulher por cima - Ilustração: Minha Vida
  • Estímulo manual - Ilustração: Minha Vida
  • Estímulo oral - llustração: Minha Vida
 
 
DE 11
Papai e mamãe - Ilustração: Minha Vida

Papai e mamãe - a posição clássica

O homem fica por cima da mulher deitada. O homem fica apoiado com os braços ao lado da mulher, com a preocupação de não pressionar demais o abdômen da grávida. A posição é indicada quando a barriga ainda está pequena, quase imperceptível. "Com o homem por cima, existe uma pressão sobre a barriga que pode se tornar desconfortável ao longo da gestação", afirma a ginecologista Bárbara Murayama, da Clínica Gergin. O homem deve realizar o maior esforço na hora do sexo, enquanto a grávida preocupa-se em evitar movimentos exagerados e que gerem algum tipo de machucado. 
VER TEXTO COMPLETO

quinta-feira, 2 de agosto de 2012


Ficou grávida? Saiba quais são seus direitos trabalhistas

Mulheres que engravidam passam a ter uma proteção especial da lei. Saiba quais os direitos das gestantes.

A gestante não deve ter medo de perder o emprego. (Foto: iStock)"Engravidei, e agora? Quais os meus direitos no trabalho?". Essa é apenas a primeira das muitas dúvidas das mulheres que recebem a visita da cegonha, seja ela esperada ou não. Teoricamente, a chegada de um novo membro à família é motivo de alegria, contudo, isso pode acabar se tornando uma preocupação para a mãe, ainda mais quando o assunto é a sua vida profissional.
Segundo a advogada trabalhista Simone Batista, a gestante não deve ter medo de perder o emprego, já que ela é amparada pela Constituição Federal (mais precisamente, o artigo 10, II, letra "b", do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias). "A Carta Magna prevê à mãe o direito à estabilidade, desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto, vedando nessa circunstância a dispensa arbitrária ou sem justa causa", explica.
Além do período de licença-maternidade, a gestante pode apresentar atestado médico ao empregador, caso sua gravidez seja de risco. Documentos como o exame de gravidez e declarações de comparecimento aos exames pré-natais também são necessários para garantir os direitos da mulher. "A regra é que as grávidas permaneçam trabalhando em igualdade de condições com as demais empregadas. No entanto, caso a gestação apresente risco para a mãe ou para o bebê, é recomendável que o empregador desloque essa mulher para uma atividade mais leve", acrescenta a advogada.
Cargo deve ser mantido ao menos até a volta da funcionária. (Foto: iStock)Batista afirma ainda que, ao retornar ao trabalho, a gestante deve continuar no cargo que ocupava anteriormente. "Porém, se houver uma mudança sem redução salarial ou prejuízo moral, subentende-se que não há nenhum empecilho. Quanto ao direito de exigir o cargo de volta, não há amparo legal para tanto, principalmente se o empregador respeitou o período da licença-maternidade", pondera.
Caso os direitos da gestante não sejam respeitados, o que se recomenda é ajuizar uma reclamação trabalhista com o auxílio de um advogado da área. A empregada pode ainda acionar a Justiça sem contratar um profissional. Para isso, basta fazer uma Reclamação Trabalhista por termo, ou verbal. Outro caso destacado pela advogada é o das grávidas com contrato por prazo determinado no trabalho. De acordo com Batista, o empregador não tem obrigação de ceder a licença-maternidade, já que há uma data de início e de término do contrato previstas. "Por outro lado, recentemente, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) reconheceu que as mulheres que cumprem contrato determinado também têm o direito à estabilidade provisória gestante. Esse entendimento está baseado na Constituição, já que o artigo não faz distinção entre contrato por prazo determinado e indeterminado", conclui.