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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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domingo, 1 de junho de 2014

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

domingo, 24 de fevereiro de 2013


sábado, 16 de fevereiro de 2013


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013



sábado, 17 de novembro de 2012


Argentina quebra monopólio e previne existência de “gigantes” da mídia


Martín Sabbatella apresentou um quadro de
situação dos grupos de comunicação do país
Redação, Correio do Brasil / Opera Mundi

“Presidente da Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual (Afsca), Martín Sabbatella apresentou “um quadro de situação” dos grupos de comunicação do país em relação à nova normativa estabelecida pela Lei de Meios, aprovada em 2009. Conforme lembrou, o prazo para que os grupos apresentem um plano de cumprimento da legislação vence no dia sete de dezembro, apelidado de “7D”.

- A maioria dos grupos já expressou vontade de apresentar um plano de adequação, menos um, que não aceita a resolução da Suprema Corte e diz que não vai apresentar nada – disse Sabbatella, durante uma coletiva de imprensa na noite passada, referindo-se ao Grupo Clarín.

Ele desejou que todos cumpram a normativa:

– É estranho que tenhamos que seguir discutindo isso. A lei é para todos, não há sociedade democrática e de direito onde uns possam escolher se cumprem ou não. O presidente da Afsca detalhou o procedimento que será tomado em relação aos grupos que apresentarem um projeto de adequação à lei dentro do período estipulado pela Suprema Corte. Segundo ele, o plano será analisado e poderá fazer observações que devem ser corrigidas em 10 dias. Posteriormente, se fixará um prazo para a execução.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012


domingo, 11 de novembro de 2012


Cristina Kirchner atribui panelaço a falta de oposição e cobra ideias novas


Cristina acusou alguns meios decomunicação de 
tentarem distorcera visão popular sobre o governo
Redação Rede Brasil Atual / Página12

“A presidenta da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, atribuiu ontem (9) o massivopanelaço realizado no centro de Buenos Aires na véspera à falta de uma oposição formal, e cobrou que aqueles que criticam o governo apresentem propostas. “Este é um problema que há hoje político realmente na sociedade argentina: a falta de um comando político que nos apresente realmente um modelo alternativo, mas disso nós não podemos nos encarregar”, afirmou durante discurso na Casa Rosada, sede do governo argentino. “Nós realmente acreditamos no nosso. Que se encarreguem os que não acreditam no nosso de criar ideias, com projetos e como propostas, do que quer o resto da sociedade.”

Na véspera, um número incerto de pessoas, estimado entre 500 mil e um milhão, foi às ruas com uma série de críticas contra o governo de Cristina, desde a condução da economia até a maneira de fazer política e a execução da Lei de Meios, voltada à democratização da comunicação e responsável por um atrito com o Grupo Clarín, maior conglomerado midiático argentino, que em dezembro terá de se desfazer de boa parte de suas concessões de televisão e rádio. 

terça-feira, 4 de setembro de 2012


Pesquisa revela crescimento de jornais digitais

Pesquisa revela crescimento de jornais digitaisFoto: Divulgação

JORNALISTA JOÃO UNES, DO SITE A REDAÇÃO, DE GOIÂNIA (PARCEIRO DO BRASIL247), PARTICIPA DO 64º CONGRESSO MUNDIAL DE JORNAIS E DO 19º FÓRUM MUNDIAL DE EDITORES EM KIEV, NA UCRÂNIA, ONDE SE DISCUTE A EVOLUÇÃO DO JORNALISMO DIGITAL

04 de Setembro de 2012 às 11:32
João Unes, de Kiev_ O jornalismo digital é a modalidade que mais cresce em todo o mundo em número de leitores e em faturamento publicitário. Em alguns países, como Noruega, Estados Unidos, Taiwan e Hong Kong, a publicidade digital supera os meios tradicionais em termos de receita. Estes são alguns dos dados da recém-concluída edição 2012 da pesquisa World Press Trends (Tendências Mundias da Imprensa), revelada nesta segunda-feira em Kiev.
A World Press Trends é a mais completa pesquisa global sobre tendências em jornais, compreendendo a realidade da imprensa de150 países de cinco continentes, e patrocinado pela Associação Mundial de Jornais. O robusto levantamento é feito desde 1998 e a edição 2012 foi apresentada com exclusividade para os participantes do 64º Congresso Mundial de Jornais e do 19º Fórum Mundial de Editores, que este ano acontece na capital da Ucrânia.
Um dos fatos que mais chamou a atenção dos editores e dirigentes de jornais foi o fato de que em quatro países (Reino Unido, Noruega, Suécia e Dinamarca), a publicidade digital superou a TV e os jornais de papel. Estes países estão entre os que têm maior índice de leitura de jornais em suas populações.
Outro ponto que merece destaque foi a consolidação da revolução digital nos Estados Unidos, Canadá, Noruega e Japão, países onde a proporção de receita digital é mais alta que a média mundial.
"A pesquisa mostra que 40% das pessoas que estão na internet pelo mundo lêem pelo menos um jornal on line, o que significa um aumento de 34% em apenas um ano ", explicou Larry Kilman, diretor executivo da Associação Mundial de Jornais (WAN-IFRA), durante a apresentação da World Press Trends.
O jornal A Redação é o único veículo 100% digital brasileiro que participa dos debates em Kiev, a convite da Associação Mundial de Jornais. "O jornal A Redação é um veículo que reflete a tendência mundial de digitalização dos meios de comuicação", avalia José Maria Moreno, um dos diretores da WAN-Ifra, organizadora do evento.
O brasileiro Carlos Fernando Lindenberg Neto, CEO da Rede Gazeta, do Espírito Santo, subiu ao palco para falar sobre o crescimento dos jornais na América Latina e destacou pontos positivos para a indústria de jornais no Brasil: "O surgimento de novas publicações, o crescimento do investimento publicitário e da receita dos jornais."
Protestos na abertura
Além de debater as tendências globais da indústria jornalística, o Congresso Mundial de Jornais e o Fórum Mundial de Editores são marcados pela defesa da liberdade de imprensa. Por isso, houve controvérsia quanto à realização do evento este ano na Ucrânia, país criticado por organizações internacionais principalmente pelo encarceramento da ex-presidente Yulia Timschenko.
Na abertura do evento, realizada no Palácio Outubro, o presidente da WAN-IFRA, Jacob Mathew, (foto) explicou que a realização do evento na Ucrânia foi uma forma de expressar solidariedade com a imprensa local. "Alguns defenderam o boicote, mas nós decidimos pelo caminho oposto, vamos ficar em Kiev, compreender a situação", disse.
Em seguida, o presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovich deu boas vindas aos participantes, assinou um termo de compromisso pela liberdade de imprensa e prometeu eleições democráticas em outubro. Seu discurso foi alvo de um silencioso protesto, feito por cerca de 15 manifestantes na plateia segurando cartazes pedindo o fim da censura.
Na avenida principal de Kiev, manifestantes pediram a liberdade da ex-líder ucraniana Yulia Timshenko, presa há mais de um ano.