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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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sexta-feira, 7 de setembro de 2012


Playboy divulga making of de Denise Rocha, o Furacão da CPI

Playboy divulga making of de Denise Rocha, o Furacão da CPIFoto: Reprodução/Youtube

BASTIDORES DO ENSAIO FOTOGRÁFICO FORAM PUBLICADOS EM FORMATO DE VÍDEO; ASSISTA

07 de Setembro de 2012 às 12:08
247 – Os bastidores do ensaio fotográfico de Denise Rocha, ex-assessora do senador Ciro Nogueira (PP-PI), foram divulgados em formato de vídeo pela Playboy. Conhecida como o Furacão da CPI do Cachoeira, Denise posou para a última edição da revista.
O convite surgiu depois que um vídeo da advogada se espalhou pela web. As imagens mostravam Denise e um ex-namorado fazendo sexo e causaram a demissão da musa do Senado. A polícia ainda investiga como ocorreu o vazamento. O ex-namorado nega que tenha sido ele.
Assista ao making of da Playboy:

quinta-feira, 6 de setembro de 2012


Vale tudo entre 4 paredes?

O mais importante entre 4 paredes é se soltar e se sentir confortável. (Foto: iStock)
A sexualidade é algo muito natural e está presente na vida dos seres humanos desde bem cedo. Com o passar do tempo, ela ganha contornos adultos, resultando na sexualidade que conhecemos quando amadurecemos.

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Na infância, isso está relacionado ao simples prazer corporal, sem qualquer conotação com a sexualidade erotizada adulta. Ainda antes do final da infância, as crianças surgem com suas curiosidades, exploram as diferenças e descobrem tanto o seu corpo quanto o do outro, e assim já aprendem a tirar sensações do próprio corpo. Já na adolescência, ela está relacionada às primeiras experiências e descobertas, ainda mais complexas e elaboradas. Desse período em diante um longo caminho será percorrido até que a sexualidade de cada um se defina e se solidifique, alcançando a sofisticação adulta.

Atingida a fase adulta, encontraremos infinitas variações e formas de cada um lidar com a própria sexualidade. As influências que geram o resultado final dessa complexa equação são muitas. Desde como viveram a sexualidade inicialmente, até influências familiares, culturais, religiosas, passando por traços de personalidade, escolha dos parceiros, experiências positivas ou negativas e assim por diante.

Apesar da imensa variedade, existem certos tipos de comportamentos sexuais que são considerados mais comuns. Os criativos são aqueles que fogem da rotina, explorando possibilidades com seus parceiros, e que não apreciam repetição. Os românticos seriam os que precisam de calma, preliminares amorosas, precisam ter o seu tempo e o momento respeitados para que sintam acolhidos e realizados. Os passivos ficam à espera da manifestação do parceiro, mas, uma vez iniciado o ato sexual, podem tornar-se ativos e enérgicos. Existem aqueles fantasiosos, que fazem um uso maior de seus recursos mentais para imaginar cenários, lugares, personagens... Enfim, diversas fantasias sexuais. Existem os que são uma combinação de dois ou mais perfis, assim como existem outros que não foram citados, que seriam desdobramentos dos principais.

Cada leitor poderá se identificar com as características descritas, assim como imaginar que existem muitas outras. O que queremos nesse artigo é mostrar que não existe um único jeito ou forma correta de ser, agir e pensar o sexo. Ele é tão variado quanto o comportamento humano, tão complexo quanto as emoções humanas e tão certo de existir quanto o ar que respiramos. Acontece que muitos se sentem na obrigação de ser como idealizam, como acreditam que o parceiro espera, como aprendeu ao longo da vida que deveria ser. Ao agir assim, corre-se o risco de perder a naturalidade, a espontaneidade e o sexo pode virar mais um desafio do que um prazer.

É comum que alguns casais experimentem, inicialmente, um certo desencontro nesse assunto. Acontece em especial com pessoas que estejam presas a certas convicções, como as descritas acima. São pessoas inseguras que não se permitem viver o sexo como sabem, podem ou querem. Acreditam que é necessário se encaixar no que o outro espera e, ao invés de ter um momento de profunda alegria e prazer, acabam vivendo momentos de apreensão ou desconforto.

Em razão disso tudo é importante que, como em qualquer outro assunto, o diálogo também esteja presente quando o tema for sexo. Não existem regras, apenas a necessidade em ouvir, falar, trocar e encontrar um meio para que os dois obtenham o máximo de alegria, conforto e prazer. Se o outro não compreendeu o que importa para você ou o que a deixa satisfeita, mostre, diga calmamente, sem raiva por ele não ter conseguido antecipar ou sem ressentimento por não ter percebido por conta própria. O ser humano é uma eterna caixa de surpresas e se nós mesmos nem sempre nos conhecemos tão bem e passamos a vida mudando, transformando e querendo coisas diferentes, não podemos assumir que o outro saberá o que pensamos. O sexo é algo que deve ser vivido com leveza e prazer, e por isso precisa ser cuidado com igual respeito e atenção que damos aos outros temas que compõem nossa vida.

sábado, 1 de setembro de 2012




Escolha a melhor posição para fazer sexo na gravidez

Prazer e intimidade não precisam ficar de fora da vida do casal durante a gestação

Sexo durante a gravidez ainda é um tabu entre muitos casais. Enquanto a mãe sofre com o desconforto conforme a barriga vai crescendo, o homem tem medo de machucar o bebê ou a própria mulher. Mas as mudanças hormonais não deixam dúvida de que existe muito desejo, principalmente a partir do terceiro mês - nesta fase, sintomas como enjoos e vômitos tendem a desaparecer.

O problema é que, justamente nesse momento, a barriga saliente passa a exigir criatividade do casal. "O sexo faz bem para a autoestima da mulher, que se sente desejada, querida e cuidada, principalmente quando é feito com carinho pelo seu companheiro", afirma a ginecologista Bárbara Murayama, diretora da Clínica Gergin, especializada em ginecologia e obstetrícia.

Existem posições mais indicadas para cada fase da gravidez, considerando principalmente o crescimento da barriga e o incômodo que ela pode causar para o homem e para a mulher. "Mas essas posições só valem para quem não tem gravidez de risco e são totalmente contraindicadas caso exista chance de aborto ou de parto prematuro", afirma a especialista. Não é seu caso? Então aproveite para apimentar os nove meses. 
  • Papai e mamãe - Ilustração: Minha Vida
  • Os dois de pé - Ilustração: Minha Vida
  • Colher ou conchinha - Ilustração: Minha Vida
  • Cachorrinho - Ilustração: Minha Vida
  • Deitados um de frente para o outro - Ilustração: Minha Vida
  • Papai e mamãe com apoio - Ilustração: Minha Vida
  • Gangorra - Ilustração: Minha Vida
  • Homem de joelhos - Ilustração: Minha Vida
  • Mulher por cima - Ilustração: Minha Vida
  • Estímulo manual - Ilustração: Minha Vida
  • Estímulo oral - llustração: Minha Vida
 
 
1 DE 11
Papai e mamãe - Ilustração: Minha Vida

Papai e mamãe - a posição clássica

O homem fica por cima da mulher deitada. O homem fica apoiado com os braços ao lado da mulher, com a preocupação de não pressionar demais o abdômen da grávida. A posição é indicada quando a barriga ainda está pequena, quase imperceptível. "Com o homem por cima, existe uma pressão sobre a barriga que pode se tornar desconfortável ao longo da gestação", afirma a ginecologista Bárbara Murayama, da Clínica Gergin. O homem deve realizar o maior esforço na hora do sexo, enquanto a grávida preocupa-se em evitar movimentos exagerados e que gerem algum tipo de machucado. 
VER TEXTO COMPLETO

quinta-feira, 30 de agosto de 2012


Sexo sobre rodas: a vida sexual com deficientes físicos

Quando a gente se apaixona por uma pessoa levamos em conta todas as características marcantes dela. Pode ser um bom papo, humor incrível, inteligência única... Algumas vezes ganhamos tudo isso no pacote, outras vezes, uma dessas características vem acompanhada de olhos lindos e penetrantes, pele que dá um choquinho quando toca a sua ou algo assim.
Mas e se essa pessoa que ganhou seu sonhos estivesse sentada em uma cadeira de rodas? E se tivesse mobilidade reduzida? E se você for a pessoa sentada nessa cadeira de rodas? Muda alguma coisa? Como funciona?
Antes de tudo, é bom lembrar que pessoas em cadeiras de rodas são iguais a você em quase tudo, a única diferença é a mobilidade. Os sentimentos, as conversas, os interesses... tudo é igual!
Dar e receber prazer, amor e ter cumplicidade funciona da mesma forma entre todas as pessoas. Existem pessoas legais ou não em todos os lugares, de todas as cores e com todas os dificuldades que você pode imaginar — pode ser muito mais fácil se relacionar com alguém com mobilidade reduzida do que com alguém com o coração fechado!
Para entender melhor como funciona a hora H com uma pessoa na cadeira de rodas, conversei com o jornalista Jairo Marques, que escreve o blog "Assim como Você", é professor universitário, chefe de reportagem de uma das maiores agências de notícia do país e colunista de um dos grandes jornais de São Paulo. E cadeirante.
Uma das primeiras coisas que ele me disse foi: "Antes de tudo, quero só que você reflita sobre a visão projetada nas pessoas com deficiência. Cadeira de rodas não tem naaaada a ver com capacidade de conquista, de potencial de dar prazer etc. Tem diferenças? Na essência, não tem nada: tesão é tesão, sedução é sedução, sacanagem todo mundo gosta... Isso precisa estar claro. O que muda, talvez, são instrumentos para chegar lá, saca?". Entenderam? Uma coisa não tem nada com a outra e é partindo daí que você deve ler esse papo!
Existe preconceito quando uma mulher andante se interessa por um cadeirante. Como driblar essa questão sem se esconder do mundo?
O preconceito é nato do ser humano. Mulheres que namoram ou que queiram ter uma relação sexual com homens cadeirantes são vistas, muitas vezes, como heroínas, como corajosas por "assumir" uma responsabilidade. Isso é uma grande bobagem, pois pessoas com deficiência não estão à procura de enfermeiras quando saem para paquerar, quando procuram uma namorada, uma transa... Todo mundo quer mesmo é prazer, é relacionamento, é amor.
Por trás dessa questão, há reflexões mais profundas: homens com deficiência costumam ser mais atentos aos detalhes, costumam valorizar muito as vontades da parceira, então, os casos de "sucesso" na cama são bem conhecidos. (Risos)
A situação da mulher cadeirante já é diferente. Homens costumam ser mais visuais, querem ver a "bunda", querem ver um rebolado, coisa de bicho, não é? Então, há uma grande desvantagem inicial na conquista. Não é regra, evidentemente. E o que fazer? Apostar naquilo que você tem de bom: os olhos bonitos, um papo gostoso, um cabelão delícia... Amar e fazer amor é para todos, com toda certeza.
Como uma mulher 'andante' pode abordar o assunto (sexo) ao se interessar por um rapaz cadeirante?
O primeiro passo é usar o bom senso. O cara não vai conseguir transar numa posição maluca do Kamasutra, certo? Não vai rolar dependurar no ventilador. Mas o que é possível? Sexo oral? Sexo por cima, por baixo, atravessado na cama? A melhor posição  é aquela em que os dois chegam ao orgasmo e não aquela que esteticamente parece bacana.
Não há mal nenhum em perguntar aquilo que se tem dúvida. Homens com lesão medular podem ter ereção normalmente. É uma lenda achar que todos padecem de impotência. Mulheres com deficiência têm filhos, têm prazer... Uma dica é explorar mais o tato por todo o corpo, é ser sensível às dicas que o parceiro com deficiência dá com olhares, com toquinhos...
Qual o primeiro passo - para cadeirantes e andantes - para tornar a relação sexual interessante e possível?
Quer falar de sacanagem com um cara cadeirante? Comece! Ele já sabe que a maioria das pessoas tem uma visão atravessada e, se for uma pessoa que gosta de sexo, loguinho vai se apressar em explicar tudinho e, de cara, tentar gerar uma atração, uma vontade de deitar e rolar na paquera.
Quais são as diferenças e similaridades entre o sexo entre andantes e entre cadeirante e andante?
Diferenças: é feito um pouco mais devagarinho! Explora mais os sentidos, as brincadeiras, a língua! Semelhanças: o objetivo é ter um orgasmo ou um momento de prazer e sacanagens são absolutamente iguais, enfim, essa é mais difícil de responder porque não vejo o sexo como uma diferença, as diferenças se reservam às questões físicas ou sensoriais apenas!
Quais suas dicas para mulheres que pretendem fazer sexo com homens cadeirante?
Ele não vai quebrar se você subir sobre ele, faça com gosto e com tesão! Sexo oral é para todos. Explore o corpo todo - homens com deficiência gostam de prazer até no lóbolo da orelha.  (Risos). Exponha abertamente suas dúvidas, pergunte antes de achar que algo é impossível, não deixe de pedir aquilo que você gosta na cama e juntos se cria uma forma de chegar perto daquilo que um andante faria e com chances de ser ainda mais gostoso.
Não sei para vocês, mas a mim, parece que todas as dicas que Jairo deu se aplicam ao sexo entre andantes também. Esqueça o preconceito, não deixe que os olhares das pessoas mudem o que você sente ou o que poderia sentir se se permitisse. Ser feliz vai muito além do que o julgamento alheio pode interferir.
Você tem alguma dúvida sobre sexo? Manda para mim nopreliminarescomcarol@yahoo.com.br e siga-me no Twitter (@carolpatrocinio).

terça-feira, 28 de agosto de 2012


Creme que promete restaurar virgindade gera polêmica na Índia

Fabricante do produto afirma que o "18 Again" dá poder às mulheres, mas os críticos dizem que ele reforça visão patriarcal

BBC - Rajini Vaidyanathan, em Mumbai |  - Atualizada às 
BBC
Uma companhia da Índia lançou o que promete ser o primeiro creme para "estreitar a vagina", chamado "18 Again" (18 de novo), e que faria a mulher se sentir ''como uma virgem'' novamente.
Fabricante do produto, a empresa Ultratech  diz que  o "18 Again" dá poder às mulheres, mas os críticos dizem que ele faz exatamente o contrário. O comercial do creme mostra uma indiana cantando e dançando, como em um filme de Bollywood.
''Eu me sinto como uma virgem'', diz a personagem na publicidade, ainda que o anúncio deixe claro que ela não o é. Seus sogros, chocados, a observam. Logo seu marido se junta a ela, dançando salsa. 
''Me sinto como se fosse a primeiríssima vez'', ela afirma, enquanto dança. A sogra faz uma expressão de desgosto ao observá-la, mas ao final do anúncio até ela cede e compra o produto pela internet, diante do olhar animado do marido.
Sexo pré-nupcial ainda é tabu
Reprodução
Lançamento do produto gerou críticas de médicos, grupos feministas e usuários de redes sociais
A Ultratech, fabricante do "18 Again" baseada em Mumbai, diz que o produto é o primeiro no gênero em toda a Índia (cremes semelhantes existem em outras partes do mundo, como os Estados Unidos).
O proprietário da Ultratech, Rishi Bhatia, afirma que o creme, que está sendo vendido por US$ 44 (cerca de R$ 90), contém ingredientes naturais, como pó de ouro, aloe vera, amêndoa e romã, e foi clinicamente testado.
''É um produto único e revolucionário, que também contribui para aumentar a autoconfiança de uma mulher e seu amor próprio'', explica Bhatia, que acrescenta ainda que o objetivo do produto é dar mais poder às mulheres.
Ele enfatiza que o produto não se propõe a restaurar a virgindade de uma mulher, mas sim resgatar as emoções de ser uma virgem. ''Estamos apenas dizendo, 'sinta-se como uma virgem'. É uma metáfora. Ele tenta retomar a sensação que uma pessoa tem aos 18 anos de idade", esclarece. 
Mas a estratégia de marketing da empresa gerou críticas de médicos, grupos feministas e usuários de redes sociais. Os criticos afirmam que o produto reforça a visão amplamente difundidade na Índia de que o sexo pré-nupcial é algo recriminável, um tabu considerado até pecaminoso por muitos.
Complexo de inferioridade
''Este tipo de pomada é um absurdo e pode gerar em mulheres um complexo de inferioridade'', afirma Annie Raja, da Federação Nacional de Mulheres Indianas, que luta pelos direitos femininos no país.
Annie opina que, em vez de fortalecer as mulheres, o creme tem o efeito oposto, ao reafirmar a visão patriarcal de muitos na Índia - a noção de que todas mulheres querem permanecer virgens até o dia do casamento.''É o direito de uma mulher ter relações sexuais com um homem, mas a sociedade aqui diz que elas não devem fazê-lo até se tornarem noivas''. 
''Ser virgem ainda é algo valorizado e não creio que as atitudes mudarão neste século'', afirma Mahinda Watsa, ginecologista que assina uma coluna popular de conselhos sexuais nos jornais Mumbai Mirror e Bangalore Mirror.
Reprodução
No comercial, os sogros, a princípio, ficam chocados com o produto, mas logo decidem ir comprá-lo na internet
Watsa já respondeu a mais de 30 mil indianos que buscam conselhos sexuais e afirma que a pergunta mais frequente por parte dos homens é se suas mulheres são virgens. Por parte das mulheres, a dúvida mais comum é como fazer para esconder de seus maridos que elas deixaram de ser virgens.
''Os homens ainda esperam se casar com uma virgem, mas mais e mais mulheres na Índia, ao menos nas grandes cidades, estão fazendo sexo antes do casamento. As mulheres me escrevem, perguntando, o que devo fazer, já fiz sexo, mas como posso convencer meu marido de que eu ainda sou virgem?'', relata a ginecologista.
Modernidade x tradição
Nisreen Nakhoda, uma médica que assina uma coluna de conselhos sexuais para o site MDhil, se diz cética em relação aos efeitos do "18 Again". ''O estreitamento da vagina se dá por meio dos músculos vaginais, por isso eu não sei como um creme pode agir'', afirma. Mas ela acredita, no entanto, que a pomada poderá fazer sucesso na Índia, mesmo diante das rápidas mudanças de costumes, porque as pessoas ainda buscam maneiras de encobrir suas ações.
''Tudo é envolto em segredos e cercado de discrição. Ninguém realmente discute suas vidas sexuais com médicos ou namorados. A nova geração quer ser moderna e fazer sexo antes do casamento, mas ainda é criada de forma tradicional, segundo a qual é tabu fazer sexo antes do casamento. Isso gera muito confusão entre vários adolescentes'', comenta.
A venda do 18 Again se dá pouco após a controvéria em torno de um creme para clarear a vagina. Ambos são exemplos de valores tradicionais se chocando com os costumes mais recentes na Índia.
O proprietário da Ultratech afirma que a polêmica em torno do "18 Again" é sem sentido. "Os homens têm à sua disposição tantos produtos que eles podem usar para realçar o seu prazer sexual, isso representa apenas colocar a intensificação do prazer sexual nas mãos das mulheres'', comenta Rishi Bhatia.
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012


Preliminares responde: “Eu não sei fazer sexo”

"Por mais incrível que possa parecer, eu não sei fazer sexo! Já tive alguns parceiros, porém não me sinto preparada, ou parece que não sei o que fazer quando estou com alguém em um quarto e, mesmo que já tive relações sexuais, eu só lembro de ter sentido algo com um os demais... aff! Não me lembro de sentir nada. Já pensei até em contratar um profissional do sexo, mas acho que me sentiria sendo abusada por estar pagando para aprender algo que deveria ser simples. O que eu faço Carol? Me dá uma luz por favor"
Esse é um daqueles problemas causados por todos esses manuais que as pessoas insistem em dizer que funcionam. Não há mil maneiras de enlouquecer um homem. Não dá pra surpreender ninguém todo dia ou ter prazer fazendo malabarismos e tentando ser sexy ao mesmo tempo.
Sexo é algo natural, que deve ser feito com intimidade, naturalidade e, acima de tudo, vontade e tesão. De que adianta ir a um restaurante do tipo "Como o quanto puder" se você não está com fome? Sexo é igual. De que adianta estar num quarto com um cara incrível se você não se sente atraída?
A partir do momento que você entende isso, o primeiro passo foi dado. Agora é hora de se conhecer. Eu sempre falo sobre isso aqui, muita gente acha besteira, diz que parece obrigação, mas é só uma maneira de auto-conhecimento: masturbe-se!
Se você não conhece seu corpo, não entende como sente prazer, tem como ajudar alguém a dar esse prazer a você? Impossível, né! Ninguém vai conseguir deixá-la a vontade, tranquila e excitada se você não estiver consigo mesma.
Uma das coisas mais importantes que você deve ter na cabeça é que todo mundo sabe fazer sexo. Você pode não saber fazer sexo como fulana ou ciclana fazem, mas você sabe o seu jeito de fazer — porque você é única, ainda mais nesse momento.
Depois de se conhecer e conhecer a pessoa com quem você vai dividir esse momento, é hora de sentir-se livre. Deixe a cabeça sem nenhum preconceito, sem certo e errado, sem objetivos fixos ou receita de felicidade.
Respeite seu corpo, seus limites e ajude a outra pessoa a fazer o que você gosta, mostre o caminho que você espera que a pessoa tome e guie-a. Deixe que a pessoa a guie também, e para isso é preciso intimidade, cumplicidade.
Vamos deixar bem claro que essa intimidade e cumplicidade funciona diferente para cada pessoa. Há quem consiga construir isso em uma paixão de 4 horas, há quem precise de 20 anos. Respeite seu tempo e seu estilo.
Respire fundo e acredite que tudo pode — e vai — dar certo se você se preocupar menos com o mundo que está fora do quarto do que com você mesma. Arrisque-se!
Ali em cima falei que os manuais não funcionam, né? Mas não resisti e criei onze passos para a felicidade. Ele serve para homens e mulheres e eu gostaria que você o seguisse à risca!
1 - Ame-se primeiro.
2 - Conheça-se.
3 - Investigue seu corpo, toque cada parte dele.
4 - Não tenha pressa para chegar ao orgasmo.
5 - Curta cada pequeno prazer.
6 - Conheça o corpo da pessoa que está vivendo esse momento com você.
7 - Sinta-se à vontade.
8 - Teste coisas diferentes.
9 - Não julgue a si ou aos outros.
10 - Divirta-se.
11 - Não se cobre.
Depois de fazer tudo isso, pode ter certeza que o orgasmo vai ser consequência. ;)
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