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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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quarta-feira, 26 de setembro de 2012


AÇÃO SOBRE RACISMO EM OBRA DE LOBATO VOLTA AO STF



Terminou novamente sem acordo audiência de conciliação realizada nesta terça em torno da obra Caçadas de Pedrinho, de Monteiro Lobato; representantes do Ministério da Educação se reuniram com membros do Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (Iara); ação volta agora para o STF, onde será julgada pelo ministro Luiz Fux



25 DE SETEMBRO DE 2012 ÀS 21:22





Heloisa Cristaldo, da Agência Brasil – Terminou novamente sem acordo a audiência de conciliação em torno da obra de Monteiro Lobato. Representantes do Ministério da Educação (MEC) se reuniram nesta terça-feira 25 com membros do Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (Iara) para discutir ação que questiona o parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE) que liberou a adoção do livro Caçadas de Pedrinho, de Monteiro Lobato, no Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE).

Sem conciliação, a ação volta ao Supremo Tribunal Federal (STF) e será julgada pelo ministro Luiz Fux. Os membros do Iara, autores do mandato de segurança, consideraram insuficientes a proposta do Ministério da Educação de enviar notas explicativas sobre as obras do autor brasileiro.

"Não diminuímos 1 milímetro sequer do pedido inicial. As políticas públicas não estão de acordo com a realidade. Achamos que estão sendo feitas, mas é muito pouco. O número apresentado pelo MEC, de professores capacitados, é menos de 4% do total de professores [do país]", disse o advogado do Iara, Humberto Adami. A entidade defende recomendação anterior do CNE (parecer nº 15/2010) para não distribuição do livro nas escolas.

O Ministério da Educação defende o parecer questionado pela entidade e garante que há orientação do trabalho do professor em sala de aula sobre as obras de Lobato e outros autores. "O MEC não admite censurar obras de Monteiro Lobato e vai defender essa posição junto ao Supremo Tribunal Federal. [O parecer] Ele orienta com clareza os professores, as escolas, os sistemas de ensino, profissionais da educação de como obras de valor literário, científico devem ser mediadas pelos professores e que tenham sempre a preocupação da sua respectiva contextualização", disse o secretário de Educação Básica do MEC, Cesar Callegari.

De acordo com Callegari, o Ministério da Educação vai intensificar a divulgação do parecer do CNE, proporcionando mais visibilidade e conhecimento do documento a todas as escolas brasileiras. "Nossa ideia é fazer que as 190 mil escolas do país tenham conhecimento adequado sobre a contextualização das obras de Monteiro Lobato".

Callegari disse que o governo federal já implementou ações de medidas antirracistas e de promoção da igualdade racial, em atendimento à Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino de história e cultura afrobrasileira em todas as escolas brasileiras.

"O MEC defende como pressuposto de qualquer programa educacional de boa qualidade, a plena liberdade de circulação de ideias e o pleno acesso dos estudantes às ideias no campo da cultura e da ciência, mediados por professores. Estamos tratando de obras de uso educacional", disse Callegari.

Já o advogado do Iara ressaltou que a medida é insuficiente e afirmou que caso a entidade não consiga resultado satisfatório no STF, entrará com medidas em cortes internacionais. "O negro não pode ser visto como eterno escravizado. Vamos buscar a OEA [Organização dos Estados Iberoamericanos] no caso de não conseguirmos resolver no Poder Judiciário brasileiro essa questão".

Outra obra de Monteiro Lobato também está sendo questionada pela entidade, que encaminhou representação à Controladoria Geral da União (CGU) solicitando que investigue a aquisição do livro Negrinha. De acordo com Iara, a obra foi adquirida em 2009 pelo Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE), do Ministério da Educação, e reforça o discurso racista da obra de Lobato.

"O mais importante é que o debate está sendo criado, ainda estamos discutindo resquícios da escravidão. Em carta para um amigo, Monteiro Lobato deixava claro que queria a instalação da [organização racista norte-americana] Klu Klux Klan no Brasil. E o que eles faziam? Exterminavam negros nos Estados Unidos", disse Adami. O secretário de Educação Básica afirmou que o Ministério da Educação ainda não foi notificado da representação.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012


30ª Bienal de São Paulo começa nesta sexta

30ª Bienal de São Paulo começa nesta sexta Foto: Divulgação

SOB A CURADORIA DE LUIS PÉREZ-ORAMAS, EVENTO ACONTECE ENTRE OS DIAS 7 DE SETEMBRO E 9 DE DEZEMBRO NO PAVILHÃO CICCILLO MATARAZZO, NO PARQUE IBIRAPUERA, E TRAZ OBRAS DE MAIS DE 100 ARTISTAS, SENDO QUE 21 DELES SÃO BRASILEIROS

06 de Setembro de 2012 às 15:18
Amanda Arrivabene _ Cidade de São Paulo -  A 30ª edição da Bienal de São Paulo – uma das maiores exposições de arte contemporânea do mundo – acontece entre os dias 7 de setembro e 9 de dezembro no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera. Com o título A iminência das poéticas, o evento deste ano tem curadoria de Luis Pérez-Oramas e terá obras de mais de 100 artistas – 21 deles brasileiros.
A mostra será dividida em quatro temas:“Sobrevivências”“Alteroformas”,“Derivas” e “Velozes”. Uma das novidades é a participação de museus e galerias de arte na programação do evento. Diversas obras e ações paralelas acontecerão na Avenida Paulista (Museu de Arte de São Paulo – MASP e Itaú Cultural) e na Estação da Luz.
Um dos destaques da edição é a mostra inédita de obras do brasileiro Arthur Bispo do Rosário. O artista passou grande parte da vida recluso em um hospital psiquiátrico, onde utilizava materiais descartados para produzir peças que representavam sua realidade.
Entre os artistas que se apresentarão estão Bernardo Ortiz, Charlotte Posenenske e os brasileiros Sofia Borges, Eduardo Berliner, Lucia Laguna e Marcelo Coutinho. Serão quase 3 mil obras, incluindo trabalhos inéditos e obras produzidas exclusivamente para a mostra.
A 30ª edição do evento traz ainda uma atividade paralela chamada “Reverso”, que será apresentada em outros lugares da cidade, como a Casa Modernista, a Capela do Morumbi e a Casa do Bandeirante, e reúne vários elementos que ajudaram a compor o quadro curatorial desta edição da Bienal, como vídeos do processo de montagem e escolha dos temas e artistas, além de mostras de filmes, intervenções urbanas e peças de teatro.

Serviço
30ª Bienal de São Paulo
Data: de 7 de setembro a 9 de dezembro de 2012.
Horário: terça, quinta, sábado e domingo, das 9h às 19h; quarta e sexta, das 9h às 22h.
Grátis.
Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo do Parque Ibirapuera.
End.: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Portão 3 – Moema – São Paulo.
Tel.: (11) 5576-7600.
www.bienal.org.br

segunda-feira, 27 de agosto de 2012


Cria-te

Passei um bom tempo da minha juventude lendo sobre como os  escritores escreviam. Quais eram as rotinas, manias, rituais, idiossincrasias. Quem tinha patuá e quem não tinha. Adorava sobretudo as curiosidades.
Exemplos, um escritor que só trabalhava com 500 folhas de papel sulfite ao seu lado. Uma escritora que acendia uma vela antes de começar qualquer texto. Outra que levava sua olivetti portátil no porta-malas, porque nunca se sabe quando a boa frase vai pintar.
Me diverti um bocado com esses e outros exemplos. Mas, pensando hoje, de pouco me serviu saber como os escritores escreviam. Pois nessa história de criar não há modelos a seguir. Não tem protocolo a observar.
Cada qual tem o seu jeito. É pessoal. É intransferível. Tem mais a ver com a história de vida e a circunstância de cada um. Digo criação num sentido amplo. Pode ser um livro, a vitrine de uma loja, o site de uma imobiliária, ou até mesmo um jardim.
Por favor! Não estou negando a importância dos exemplos ou da leitura. Saber é a única experiência que nunca é demais. Não existe excesso de conhecimento. Apenas quero relativizar a real praticidade de modelos para o ato de criar.
Querer saber como os outros fazem, pode acarretar perda de foco, quando não vício. Aconteceu comigo. Quantas páginas deixei de escrever para prestar atenção em como os grandes faziam. No fundo, eu procurava o roteiro do caminho das pedras.
Até que descobri que não tinha abracadabra nenhuma. Que o tesouro se descobre mesmo sozinho. Na criação de qualquer coisa, você entra inteiro e se arrisca por sua conta. Caso contrário, as chances serão próximas do zero.
A virada para uma fase mais produtiva e realizadora nasceu, para mim, no momento em que respeitei minha própria maneira de escrever. Sem copiar a rotina de ninguém. Simplesmente acreditei que seria capaz de criar ao meu jeitão.
No instante atual, crio muito mais longe do computador do que na frente dele. Aproveito o cafezinho na padoca, o carro engarrafado no trânsito, a conversa com a vizinha para ir tramando as histórias, depois escritas com carinho para vocês.
* iPhonografia: Régine Ferrandis, de Paris.

domingo, 29 de julho de 2012


Dicas para quem quer começar um blog

Quais são os primeiros passos para começar a escrever na web?

A necessidade de se expressar é inerente ao homem. E de se comunicar também. Muitos de nós que hoje usam a internet cresceram na geracão em que se expressar significava escrever um diário, e comunicar essas expressões só era possível por meio do envio de longas cartas (escritas à mão) ou bilhetes para os amigos mais próximos.
Hoje é possível fazer ambos por meio de um blog. Se você nunca tentou ter um, talvez seja uma boa hora para começar. Diferente das redes sociais, o blog é um espaço somente seu, e quem passa por ele não necessariamente foi convidado, mas seguramente tem afinidade com o tema apresentado.
Há diversas plataformas - e grátis - com as quais você pode começar seu texto. Abaixo, sete dicas que podem servir de guia caso esteja pensando em, finalmente, abrir um blog para chamar de seu.
1. Escolha uma plataforma: se for o primeiro blog, e não tiver fins profissionais que podem demandar mais estrutura de servidor, aproveite as plataformas gratuitas disponíveis no mercado. Aqui vão três:
Tumblr.com: mais visual, une o conceito de redes sociais (é possível seguir outros perfis) e da produção personalizada de conteúdo. Oferece suporte para publicação de foto, vídeo, audio e trechos de textos. Os templates prontos para personalização do seu blog também são super legais.
Wordpress.com: considerada a melhor plataforma para blogs, oferece diversas possibilidades, da personalização do seu template a organização de textos passados e "widgets", como link com Twitter e outras plataformas. O Wordpress.org é um serviço pago do blog, bastante usado por diversos sites, alguns que você nem imagina.
Blogger: bastante popular, é um forte concorrente do Wordpress. "Heavy users" (usuários de alta frequência) dizem que esta plataforma é mais fácil de usar e possui mais ferramentas. Pode ser igualmente personalizado. Então a escolha, no fim das contas, pode ser apenas uma questão de gosto.
2. Escolha do nome: seu blog pode até ter um nome longo ou divertido, como "Onde Judas perdeu as botas". Mas, para a sua URL (o endereço que sera digitado no navegador para que seu blog seja acessado), melhor escolher um nome curto e de fácil grafia, assim seu blog sera mais facilmente encontrado.
3. Imagens: o cuidado visual com seu blog também é importante e pode ser um atrativo. Escolha imagens que estejam relacionadas ao tema que você quer escrever, mas tome cuidado com as questões de direitos autorais na rede. Sempre coloque a fonte da sua imagem ou procure por fotos que possuem esses direitos liberados.
4. Público-alvo: mesmo que seja um blog para sua diversão, de uma brincadeira pode sair um projeto pessoal bacana. Pense no público que você gostaria que lesse o seu blog. Não se trata de uma questão de agradar, mas de atrair leitores.
5. Linha editorial: humor, cultura, política, esporte, notícas, reflexões, ficção (científica ou literária) e até fofoca de celebridades. Defina temas que são do seu interesse e comece a escrever sobre eles, e vá aos poucos desenvolvendo a sua linha editorial.
6. Direitos autorais e fontes: assim como no caso das imagens, muitos textos, músicas e videos também estão protegidos por direitos autorais. Para evitar dor de cabeça, cite sempre a fonte onde encontrou o conteúdo, seja por meio de links externos ou escrevendo no próprio texto.
7. Palavras-chave: faça uma pesquisa em qualquer buscador sobre as palavras-chave mais utilizadas durante a busca de um determinado tema, como, por exemplo, o que você escreve. Lembre-se de acrescentá-las ao seu texto e aumentar a chance do seu texto ser encontrado nestes buscadores.