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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Conselho de Ética vota hoje cassação de Demóstenes Torres

Foto: ReutersSem a presença de Demóstenes Torres (sem partido-GO) na sessão, o Conselho de Ética do Senado vota nesta segunda-feira o relatório que recomendará a cassação do mandato do senador goiano. O voto é aberto e o texto deve ser aprovado por unanimidade, mas pode haver ausências entre os 15 conselheiros. Demóstenes está sendo processado por quebra de decoro parlamentar, acusado de pôr o mandato a serviço do bicheiro Carlos Cachoeira, preso em fevereiro e acusado de chefiar uma quadrilha de jogo ilegal. Se aprovado no conselho, o processo será submetido à Comissão de Constituição e Justiça do Senado, antes de ir a plenário.

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- O senador não irá ao conselho. Já falou, já fez o papel dele. O momento é o da defesa técnica. - afirmou o advogado de Demóstenes, Antonio Carlos de Almeida de Castro, o Kakai.
Relator do processo no conselho, o senador Humberto Costa (PT-PE) vai focar o voto em três pilares: o discurso de Demóstenes no Senado em que garantiu que seu relacionamento com Cachoeira era apenas de amizade; os presentes que recebeu do bicheiro, como a cozinha importada e o rádio Nextel; e o depoimento do senador ao conselho, em maio, reconhecendo conversas gravadas como verídicas.
O advogado de defesa vai enfatizar problemas processuais e o uso de provas ilegais.
- Isso é grave. Meus argumentos são 100% diferentes dos de Márcio (Thomaz Bastos, advogado do Carlos Cachoeira) e aceitos pela Justiça. É ético cassar um senador baseado em provas ilegais? - disse Kakai.
Costa diz que o conselho avaliará a quebra ou não do decoro:
- As questões processuais têm relevância para o processo judicial, mas no Conselho de Ética o julgamento é político.