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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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terça-feira, 26 de junho de 2012


Justiça de SP arquiva investigação de lavagem de dinheiro contra Palocci

Promotor afirma que pediu arquivamento por falta de provas.
Ex-ministro foi acusado de simular aluguel de apartamento em Moema.

Do G1 SP
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imagens da semana (Foto: bdbr)O ex-ministro Antonio Palocci
(Foto: Reprodução / TV Globo
O Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou nesta terça-feira (26) que foi arquivado no último dia 21 de junho a investigação criminal que apurava a participação do ex-ministro da Casa CivilAntonio Palocci em suposto esquema de lavagem de dinheiro no apartamento onde morava, em Moema, na Zona Sul de São Paulo. O Tribunal de Justiça não divulgou outras informações sobre o inquérito, que está sob segredo de justiça.  O promotor Joel Carlos Moreira da Silva,  do Grupo Especial de Delitos Econômicos (Gedec) do Ministério Público Estadual, disse por meio de sua assessoria que pediu à Justiça o arquivamento porque não havia provas contra o ex-ministro.
O procedimento foi aberto no dia 29 de setembro a partir de uma representação protocolada pelo deputado estadual Pedro Tobias (PSDB-SP). A representação ligava Palocci a um suposto esquema de lavagem de dinheiro em um apartamento localizado no Parque do Ibirapuera, avaliado em R$ 4 milhões. De acordo com a representação que deu origem à abertura da investigação, Palocci pagava aluguel de R$ 15 mil do imóvel ao proprietário e sócio, Gesmo Siqueira do Santos, acusado de ser o laranja do esquema.
Na época, o advogado José Roberto Batochio, que defende Palocci, negou qualquer envolvimento de seu cliente no suposto esquema de lavagem de dinheiro. Ele afirmou que o ministro escolheu uma imobiliária aleatoriamente, no bairro do Parque do Ibirapuera, e que jamais conheceu o proprietário do apartamento. Nesta terça-feira, o G1 ligou para o escritório de Batochio, que não  retornou.
Segundo Batochio, Palocci rompeu o contrato com a imobiliária após denúncias de que o proprietário estava envolvido em operações ilegais. O advogado afirmou ainda que vai processar os responsáveis pela acusação de que o ex-ministro está envolvido no esquema.
Palocci deixou o cargo após a publicação de uma reportagem pelo jornal "“Folha de S.Paulo"” segundo a qual ele teve o patrimônio aumentado em 20 vezes entre 2006 e 2010. Palocci teria recebido R$ 20 milhões somente em 2010, por meio da Projeto, empresa da qual é proprietário e que prestava serviços de consultoria a empresas. Quando ainda era ministro, em entrevista à TV Globo, ele negou irregularidades.