.

Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

.

Yahoo . Terra .. Uol . Msn . Ig . Globo . Folha ... Estado . JB . aTarde . CartaMaior .. Fórum . Veja .. BlogPlanalto Blog

PSDB . Dem // PT . PCdoB . PSB . PMDB . Amigos . Desabafo . Brasil . Bahia . BraLu . . Oni . Novo . Nord

Alê .. Edu .. Azenha .. Nassif .. PHA .. Dirceu .. Favre .. Mino .. Mello .. Miro .. Entre .. MST .. Gadelha .. Kupfer .. Kenedy .. Eliane


quinta-feira, 28 de junho de 2012


Mauricio de Sousa relança Pelezinho: “Devia ser o mascote da Copa”

Após 20 anos, cartunista volta a criar histórias para personagem que homenageia craque do futebol e planeja lançar desenho animado e longa-metragem

Nathalia Ilovatte , iG São Paulo  - Atualizada às 
Bruno Zanardo/Fotoarena
"O Mauricio foi cruel, me abandonou por 20 anos", brincou Pelé
Após 26 anos, o personagem Pelezinho, inspirado em Pelé, voltará aos quadrinhos de Mauricio de Sousa. A novidade foi anunciada pelo cartunista, pelo ex-jogador e pela Editora Panini nesta quarta-feira (27) em São Paulo. “O Mauricio foi cruel, me abandonou por 20 anos”, brincou Pelé, “a história do Pelezinho foi muito importante para mim, porque a mensagem sempre foi positiva, e em qualquer lugar do mundo em que eu chegava tinha alguém que já havia visto o Pelezinho”.
Bruno Zanardo/Fotoarena
"Para mim, o mascote informal da Copa é o Pelezinho", disse o cartunista
O cartunista revelou que as histórias do personagem foram contadas pelo próprio Pelé, e que considera este um ótimo momento para trazer Pelezinho de volta. “Pelezinho é uma criação minha e do Pelé. Ele me contou as histórias da infância, me mandava bilhetinhos viajando, contando situações que viveu em Bauru”, disse o artista, “fico muito feliz de estar aqui, trazendo de volta o Pelezinho, em um momento em que se respira futebol e Copa do Mundo”.
Em entrevista coletiva, Mauricio de Sousa contou que gostaria que o personagem fosse o mascote oficial da Copa do Mundo de 2014. “Devia ser o mascote da Copa. Eu sugeri isso, mas a Copa não pode ter um mascote baseado em ser vivo”, explicou, “mas para mim, o mascote informal é o Pelezinho”.
De acordo com José Eduardo Severo Martins, presidente da Panini Brasil, o personagem volta trazendo novos produtos. “Publicaremos as tiras clássicas, uma por ano. Faremos a republicação do primeiro ao último número [das edições lançadas entre 1977 e 1986], treze volumes por ano, e vamos publicar as histórias mais divertidas remasterizadas”, afirmou.
 Além de trazer de volta as tiras já lançadas, a Panini lançará novas histórias. “Vamos ter uma revista do pelezinho onde vamos dar dicas de dribles, cabeçadas, informações sobre futebol e publicaremos histórias inéditas”, afirmou José Eduardo.
Bruno Zanardo/Fotoarena
"Vamos ter uma revista do Pelezinho onde publicaremos histórias inéditas", disse o presidente da Panini
O personagem será relançado oficialmente durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 9 a 19 de agosto, mas outras novidades virão em seguida. “Depois vem desenho animado para a televisão, longa-metragem e outras coisas que ainda estamos planejando”, contou Mauricio.
O cartunista também afirmou que existe a possibilidade de lançar uma edição especial de Pelezinho em versão mangá e de fazê-lo interagir com Neymarzinho, personagem inspirado no jogador Neymar.
O segredo do sucesso
De acordo com a Panini, as publicações de Mauricio de Sousa representam 83% do mercado infanto-juvenil de HQ no Brasil, e só os quadrinhos da Turma da Mônica têm uma tiragem de 28 milhões de exemplares por ano.
Para manter o sucesso de 53 anos, Mauricio de Sousa diz estar sempre em contato com as novas gerações. “Ponho meu filho de 13 anos, os amigos e os primos na van e viro motorista deles. Aí vou ouvindo a conversa, vendo como estão pegando as músicas, fazendo downloads pelo celular, como estão falando, quais são as expressões...”, conta, “vou aprendendo com os jovenzinhos”.
Em troca, o cartunista procura fomentar debates e passar mensagens. “Os personagens são engajados como toda criança hoje. Eu sou o tio que conversa com a turminha”, define.