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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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quinta-feira, 28 de junho de 2012


Nas mãos do STF, a chapa entre Serra e Meirelles

STF DECIDE NESTA QUINTA SE O PARTIDO DE GILBERTO KASSAB TERÁ DIREITO AO TEMPO DE TELEVISÃO NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DESTE ANO; SE A DECISÃO FOR FAVORÁVEL, HENRIQUE MEIRELLES, EX-PRESIDENTE DO BC, PODERÁ SER VICE DE JOSÉ SERRA EM SÃO PAULO

28 de Junho de 2012 às 07:16
247 – José Serra e Henrique Meirelles já foram duros adversários. Enquanto Meirelles presidiu o Banco Central, Serra foi um dos mais duros críticos da ortodoxia da política monetária. Hoje, no entanto, o que os separa é uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deve sair nesta quinta-feira. Se o STF der ao PSD, partido criado por Gilberto Kassab ao qual Meirelles se filiou, o tempo de televisão, a sigla terá se cacifado para indicar o vice na chapa encabeçada pelo tucano José Serra em São Paulo. E Meirelles é o nome mais forte, embora se fale também em Alexandre Schneider, da área de educação.
Hoje, o PSD possui 52 deputados federais e teria direito a cerca de dois minutos no horário eleitoral gratuito. O partido, no entanto, foi alvo de ações movidas por partidos como DEM, PMDB e o próprio PSDB sobre seu direito ao tempo de televisão e seus repasses do Fundo Partidário, uma vez que os parlamentares foram eleitos por outros partidos e só depois se transferiram ao PSD.
Reportagem recente do Goiás 247, assinada pelo jornalista Vassil Oliveira (leia mais aqui), apontou que o goiano Henrique Meirelles ainda sonha com uma carreira política, embora não tenha encontrado espaço em seu estado natal. A dobradinha com Serra visaria fortalecer o discurso da “experiência”, contra o “novo” representado por candidatos como Fernando Haddad, do PT, e Gabriel Chalita, do PMDB.