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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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sábado, 30 de junho de 2012


Nélio: “Gurgel quis mostrar independência”

Nélio: “Gurgel quis mostrar independência”Foto: Edição/247

ADVOGADO DO EX-GOVERNADOR JOSÉ ROBERTO ARRUDA QUESTIONA O FATO DE A DENÚNCIA DO “MENSALÃO DO DEM” TER SIDO APRESENTADA ÀS VÉSPERAS DO JULGAMENTO DO “MENSALÃO DO PT”; PARA ELE, FOI UMA TENTATIVA DO PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, ROBERTO GURGEL, DE PROCLAMAR SUA ISENÇÃO

30 de Junho de 2012 às 07:18
247 – Quando eclodiu o escândalo do mensalão do PT, em 2005, rapidamente se fez uma CPI, que encerrou seus trabalhos em 2006. No mesmo ano, o então procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, apresentou sua denúncia contra 40 pessoas. Três anos depois, em 2009, surgiu a denúncia contra o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, que foi preso e perdeu seu mandato. A denúncia levou três anos para sair – só foi divulgada ontem – por uma dificuldade técnica: as imagens apresentadas pelo delator Durval Barbosa eram de 2006, anteriores à posse de Arruda no governo do Distrito Federal, inclusive a imagem em que ele recebia um maço de R$ 50 mil, que dizia respeito à arrecadação de campanha. Por isso mesmo, os procuradores demoraram tanto para apresentar uma peça de acusação. A dúvida era a seguinte: como justificar a derrubada de um governador com uma denúncia consistente se as provas foram colhidas na gestão de outro (no caso, Joaquim Roriz)?
Demorou, mas saiu. Foi o próprio procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que pressionou subprocuradores para que a denúncia fosse finalizada. Mas por que agora? Com a palavra, o advogado Nélio Machado, que defende o ex-governador José Roberto Arruda: “Simples, o procurador quis demonstrar independência, antes do julgamento do mensalão”. Gurgel tem sido muito criticado por ter adotado posturas distintas nos casos do mensalão do PT, em que foi extremamente duro, e do senador Demóstenes Torres (ex-DEM), que foi engavetado. Nélio Machado ficou revoltado com a exclusão de Joaquim Roriz da denúncia. “Isso demonstra a inépcia total da acusação”, diz ele. “Se todas as imagens são da era Roriz, por que seu sucessor é o acusado?”
De acordo com a denúncia apresentada por Gurgel, o grupo liderado por Arruda teria desviado R$ 110 milhões dos cofres públicos do Distrito Federal, num suposto esquema de fraudes em licitações. Dele fariam parte o vice-governador Paulo Octavio, empresários da construção, como José Celso Gontijo, e da área de informática. De acordo com a denúncia, o delator Durval arrecadaria cerca de 7% a 10% das empresas da área de tecnologia. Das 37 pessoas indiciadas, 18 são ligadas ao GDF, oito são empresários e 11 são deputados distritais, que receberiam o chamado mensalão do DEM.
Confira lista dos denunciados:
1) José Roberto Arruda – governador do Distrito Federal entre 2006 e 2010. Acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
2) Paulo Octávio – vice-governador. Acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
3) Durval Barbosa – secretário de Relações Institucionais. Acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
4) José Geraldo Maciel – chefe da Casa Civil do DF. Acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
5) Domingos Lamoglia – conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal, afastado desde 2009. Acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
6) Fábio Simão – chefe de gabinete de Arruda. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
7) Ricardo Penna – secretário de Planejamento e Gestão. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
8) José Valente – secretário de Educação. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
9) Roberto Giffoni – corregedor-geral do Distrito Federal. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
10) Omézio Pontes – assessor de Arruda. Acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
11) Rodrigo Diniz Arantes – assessor de Arruda. Acusado de formação de quadrilha.
12) Adailton Barreto Rodrigues – funcionário da secretaria de Educação. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
13) Gibrail Gebrim - funcionário da secretaria de Educação. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
14) Masaya Kondo - funcionário da secretaria de Educação. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
15) Luiz Cláudio Freire de Souza França – diretor do posto de serviço Na Hora, do GDF. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
16) Luiz Paulo Costa Sampaio – presidente da Agência de Tecnologia da Informação. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
17) Marcelo Toledo - policial aposentado, seria um dos operadores do esquema. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
18) Marcelo Carvalho - executivo das empresas Paulo Octávio. Acusado de formação de quadrilha.
19) Nerci Bussanra – diretora da empresa Unirepro. Acusada de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
20) José Celso Gontijo – dono da empreiteira JC Gontijo. Acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
21) Alexandre Tavares de Assis – diretor presidente da Info Educacional. Acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
22) Antônio Ricardo Sechis – dono da Adler, empresa de informática. Acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
23) Alessandro Queiroz – dono da CapBrasil Informática. Acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
24) Francisco Tony de Souza – dono da Vertax, empresa de informática. Acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
25) Gilberto Lucena – dono da Linknet, empresa de informática. Acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
26) Maria Cristina Boner Leo – dona do Grupo TBA, da área de informática. Acusada de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
27) Eurides Britto - deputada distrital. Acusada de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
28) Leonardo Prudente - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
29) Júnior Brunelli - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
30) Roney Nemer – deputado distrital ainda em exercício. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
31) Benedito Domingos - deputado distrital ainda em exercício. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
32) Aylton Gomes - deputado distrital ainda em exercício. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
33) Odilon Aires - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
34) Rogério Ulysses - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
35) Pedro do Ovo - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
36) Berinaldo da Ponte - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
37) Benício Tavares - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro