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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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terça-feira, 3 de julho de 2012


Após escolha de vice, Serra pode perder apoio do PV

Após escolha de vice, Serra pode perder apoio do PVFoto: Nelson Antoine/Folhapress

POR MEIO DE NOTA, PARTIDO AFIRMOU QUE SE SENTIU "ALIJADO DO PROCESSO DE ESCOLHA DA VAGA DE VICE" DA CHAPA TUCANA, PREENCHIDA POR ALEXANDRE SHNEIDER, DO PSD; MEMBROS DO PARTIDO SE REÚNEM HOJE PARA DEFINIR SE MANTÊM COLIGAÇÃO

03 de Julho de 2012 às 12:12
247 – O Partido Verde se disse "alijado do processo de escolha da vaga de vice" da chapa do PSDB em São Paulo, em nota veiculada nesta terça-feira. Quem assumirá o posto é Alexandre Schneider (PSD), ex-secretário de Educação do município, indicado pelo prefeito e presidente do partido, Gilberto Kassab. Os dirigentes nacionais do PV e os integrantes da executiva municipal do partido reúnem-se na noite desta terça-feira para definir se mantêm o apoio a José Serra na capital.
O partido afirma também que a escolha do nome, feita por José Serra, foi decidida a "portas fechadas" e que não levou em consideração acordos feitos entre as siglas nos últimos meses. O PV indicou para o posto Eduardo Jorge, ex-secretário municipal do Meio Ambiente, que deixou o cargo em 1º de junho. "Era um dos nomes mais cotados para assumir a vaga", diz a nota. O nome de Jorge perdeu força, porém, após aparecer envolvido em denúncias sobre liberação de imóveis na cidade.
A escolha de Schneider não deixou apenas o PV insatisfeito. Os tucanos também enfrentaram resistência interna, inclusive do governador Geraldo Alckmin, que defendia um nome do próprio partido para a formação de uma chapa puro-sangue. Aliados de Alckmin chegaram a reclamar da escolha de um "cooptado" de Kassab na chapa, enquanto os de Serra reclamaram da pouca dedicação do governador na busca de alianças para o partido.
No anúncio oficial do nome de Schneider, nesta segunda-feira 2, os dois minimizaram o desconforto. "É natural que haja divergências no processo político. As pessoas têm o direito de manifestar sua opinião até as escolhas serem feitas. Depois disso, é hora de ficar unido e levar a campanha para a rua", disse Serra. "O governador Alckmin me ligou para dar parabéns e elogiou a minha indicação", afirmou Schneider, que declarou também ter "DNA do PSDB" em sua vida política.