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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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segunda-feira, 2 de julho de 2012


Ex-secretário de Perillo e a sociedade com primeira-dama

O ex-secretário particular de Marconi Perillo (PSDB), Lúcio Fiuza Gouthier, teria sido sócio do governador e de sua esposa, Valéria, em uma empresa. De acordo com informações publicadas neste domingo no jornal O Estado de S. Paulo, Fiuza, que foi exonerado pelo governador de Goiás após investigações da Polícia Federal, dividia a empresa MP Assessoria Empresarial com a primeira-dama. A MP foi criada em 2006, ano em que o governador concorreu ao Senado, e fechada logo no ano seguinte.

Ainda segundo o jornal, Fiuza era homem de confiança de Perillo, e foi responsável por um empréstimo de R$ 150 mil para o governador no ano da venda de uma casa em um condomínio de luxo em Goiânia, no qual Cachoeira foi preso em fevereiro passado. Perillo dobrou seu patrimônio naquele ano. Em nota, Perillo afirmou que a sociedade com Lúcio é pessoal e se nega a informar quais eram as atividades da empresa.

A quadrilha  de Cachoeira sacou R$ 16 mi em ano eleitoral...Campanha em Goiania?

Uma investigação da Polícia Federal teria identificado um saque de R$ 8,5 milhões, realizados no ano eleitoral de 2010, a partir de empresas fantasmas criadas pelo esquema do empresário Carlos Cachoeira. De acordo com informações publicadas na Folha de S. Paulo neste domingo, a quebra do sigilo revelou que o movimento foi quase o dobro do que a Polícia Federal havia identificado na Operação Monte Carlo.

Ainda segundo  o jornal, dados sugerem que o dinheiro sacado passa de R$ 16 milhões. Para fazer os saques, a JR Prestadora de Serviço, uma das empresas de Cachoeira, emitia cheques nominais a si própria, e pessoas autorizadas pela empresa descontavam os cheques. Integrantes da CPI acreditam que o montante tenha irrigado campanhas eleitorais. O dinheiro tem como origem a empreiteira Delta, principal fonte das empresas fantasmas usadas pelo esquema e maior recebedora do governo federal desde 2007.