OTIMISTA, MANTEGA VÊ PIB "UM POUCO" MAIOR QUE BC
Guido Mantega, bastante animado, acredita que revisão para baixo do crescimento do PIB, feita pelo Banco Central, de Alexandre Tombini, pode não se concretizar; "Pode ser até que a gente consiga um pouco mais", disse o ministro da Fazenda, em São Paulo, sobre o crescimento projetado de 2,5%, contra 2,7% anteriormente; ele lembrou que alta acumulada nos últimos dez anos foi de 28%; para Mantega, País pode crescer economicamente mais 20% até 2022; "O investimento é um elevado multiplicador do PIB, é o que tem mais efeito na economia", declarou
30 DE SETEMBRO DE 2013 ÀS 12:21
247 - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, abriu a semana dando um chega pra lá no pessimismo. Falando em São Paulo, nesta segunda-feira 30, ele afirmou que o Brasil poderá crescer em até 20% sua atividade econômica até o ano de 2022. E fez sua aposta num resultado de PIB, neste ano, maior que a projeção do Banco Central, que reduziu a expectativa de crescimento de 2,7% para 2,5%. Mantega apoiou sua análise na capacidade da economia brasileira em atrair investimentos, "o grande multiplicador do crescimento", conforme definiu.
Abaixo, notícias da Agência Brasil a respeito:
Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, comentou o resultado do Relatório Trimestral de Inflação, do Banco Central (BC), divulgado hoje (30). O documento reduziu a projeção de crescimento da economia, este ano, de 2,7% para 2,5%. Segundo o ministro, a situação da economia tem mostrado melhora.
"Como houve um bom resultado do segundo trimestre, pode ser até que a gente consiga um pouco mais. Mas, por enquanto, é melhor ficarmos com os 2,5% e ver o que acontece. Estou tendo indicações de que a situação econômica está melhorando gradualmente", disse ele.
O ministro disse que, em viagem aos Estados Unidos, constatou que a confiança dos investidores no país está voltando e que os leilões de energia e rodovias têm animado o investidor estrangeiro. "Podemos começar a acelerar nosso crescimento, mesmo porque as condições adversas da economia internacional estão melhorando. Elas vinham atrapalhando muito."
Sobre a projeção de 5,8% para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ele disse que o governo trabalha para pela queda da taxa. "O Banco Central faz sua parte e o Ministério da Fazenda faz a outra parte, reduzindo custos da economia, como nós temos feito", disse.
Edição: Talita Cavalcante
Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, estimou hoje (30) um crescimento de 40% no Produto Interno Bruto (PIB) per capita entre 2013 e 2022, chegando ao valor de R$ 30 mil ao fim do período. Segundo o ministro, para isso seria necessária uma elevação de 4% no PIB, em média, e o investimento teria de crescer 7% ao ano, em média.
Ele destacou que o crescimento registrado de 2003 a 2012 foi 28%, sendo que o PIB per capita no país era R$ 16,6 mil em 2003 e passou para R$ 21,3 mil em 2012. Nessa época, o PIB cresceu 3,6%, e o investimento teve alta de 5,7%.
Mantega falou na capital paulista, na abertura do 10° Fórum de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), promovido em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) e o
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O tema do encontro foi Estratégias para Dobrar a Renda Per Capita do Brasil em 15 Anos. “Para dobrar em 15 anos, precisa de muita estratégia. É uma meta ambiciosa, que poucos países conseguiram atingir nesse período de tempo”, disse o ministro.
Ele traçou um panorama sobre o crescimento do PIB per capita nos últimos dez anos. De acordo com Mantega, na década, houve investimento em capital humano, não apenas em produção e infraestrutura.
O novo ciclo de crescimento, destacou o ministro da Fazenda, será impulsionado, sobretudo, pelo investimento em infraestrutura. O governo foca no Programa de Concessões, que investe R$ 500 bilhões em setores como portos, aeroportos, rodovias, ferrovias e energia.
Ele lembrou que os leilões de energia e rodovias que estão em andamento têm como objetivo entregar a questão ao setor privado , que tem mais agilidade. “O investimento é um elevado multiplicador do PIB, é o que tem mais efeito multiplicador na economia”, declarou.
Para viabilizar investimentos, o país adotou medidas de redução de custo. O câmbio foi desvalorizado para favorecer o custo dos insumos, o país reduziu o custo da energia, minimizou o custo da elevação da mão de obra, por meio da desoneração da folha de pagamentos, e reduziu os custos financeiros (taxa de juros) e tributários (de impostos).
Edição: Graça Adjuto
http://www.brasil247.com/pt/247/economia/116322/Otimista-Mantega-v%C3%AA-PIB-um-pouco-maior-que-BC.htm
Guido Mantega, bastante animado, acredita que revisão para baixo do crescimento do PIB, feita pelo Banco Central, de Alexandre Tombini, pode não se concretizar; "Pode ser até que a gente consiga um pouco mais", disse o ministro da Fazenda, em São Paulo, sobre o crescimento projetado de 2,5%, contra 2,7% anteriormente; ele lembrou que alta acumulada nos últimos dez anos foi de 28%; para Mantega, País pode crescer economicamente mais 20% até 2022; "O investimento é um elevado multiplicador do PIB, é o que tem mais efeito na economia", declarou
30 DE SETEMBRO DE 2013 ÀS 12:21
247 - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, abriu a semana dando um chega pra lá no pessimismo. Falando em São Paulo, nesta segunda-feira 30, ele afirmou que o Brasil poderá crescer em até 20% sua atividade econômica até o ano de 2022. E fez sua aposta num resultado de PIB, neste ano, maior que a projeção do Banco Central, que reduziu a expectativa de crescimento de 2,7% para 2,5%. Mantega apoiou sua análise na capacidade da economia brasileira em atrair investimentos, "o grande multiplicador do crescimento", conforme definiu.
Abaixo, notícias da Agência Brasil a respeito:
Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, comentou o resultado do Relatório Trimestral de Inflação, do Banco Central (BC), divulgado hoje (30). O documento reduziu a projeção de crescimento da economia, este ano, de 2,7% para 2,5%. Segundo o ministro, a situação da economia tem mostrado melhora.
"Como houve um bom resultado do segundo trimestre, pode ser até que a gente consiga um pouco mais. Mas, por enquanto, é melhor ficarmos com os 2,5% e ver o que acontece. Estou tendo indicações de que a situação econômica está melhorando gradualmente", disse ele.
O ministro disse que, em viagem aos Estados Unidos, constatou que a confiança dos investidores no país está voltando e que os leilões de energia e rodovias têm animado o investidor estrangeiro. "Podemos começar a acelerar nosso crescimento, mesmo porque as condições adversas da economia internacional estão melhorando. Elas vinham atrapalhando muito."
Sobre a projeção de 5,8% para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ele disse que o governo trabalha para pela queda da taxa. "O Banco Central faz sua parte e o Ministério da Fazenda faz a outra parte, reduzindo custos da economia, como nós temos feito", disse.
Edição: Talita Cavalcante
Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, estimou hoje (30) um crescimento de 40% no Produto Interno Bruto (PIB) per capita entre 2013 e 2022, chegando ao valor de R$ 30 mil ao fim do período. Segundo o ministro, para isso seria necessária uma elevação de 4% no PIB, em média, e o investimento teria de crescer 7% ao ano, em média.
São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, estimou hoje (30) um crescimento de 40% no Produto Interno Bruto (PIB) per capita entre 2013 e 2022, chegando ao valor de R$ 30 mil ao fim do período. Segundo o ministro, para isso seria necessária uma elevação de 4% no PIB, em média, e o investimento teria de crescer 7% ao ano, em média.
Ele destacou que o crescimento registrado de 2003 a 2012 foi 28%, sendo que o PIB per capita no país era R$ 16,6 mil em 2003 e passou para R$ 21,3 mil em 2012. Nessa época, o PIB cresceu 3,6%, e o investimento teve alta de 5,7%.
Mantega falou na capital paulista, na abertura do 10° Fórum de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), promovido em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) e o
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O tema do encontro foi Estratégias para Dobrar a Renda Per Capita do Brasil em 15 Anos. “Para dobrar em 15 anos, precisa de muita estratégia. É uma meta ambiciosa, que poucos países conseguiram atingir nesse período de tempo”, disse o ministro.
Ele traçou um panorama sobre o crescimento do PIB per capita nos últimos dez anos. De acordo com Mantega, na década, houve investimento em capital humano, não apenas em produção e infraestrutura.
O novo ciclo de crescimento, destacou o ministro da Fazenda, será impulsionado, sobretudo, pelo investimento em infraestrutura. O governo foca no Programa de Concessões, que investe R$ 500 bilhões em setores como portos, aeroportos, rodovias, ferrovias e energia.
Ele lembrou que os leilões de energia e rodovias que estão em andamento têm como objetivo entregar a questão ao setor privado , que tem mais agilidade. “O investimento é um elevado multiplicador do PIB, é o que tem mais efeito multiplicador na economia”, declarou.
Para viabilizar investimentos, o país adotou medidas de redução de custo. O câmbio foi desvalorizado para favorecer o custo dos insumos, o país reduziu o custo da energia, minimizou o custo da elevação da mão de obra, por meio da desoneração da folha de pagamentos, e reduziu os custos financeiros (taxa de juros) e tributários (de impostos).
Edição: Graça Adjuto
http://www.brasil247.com/pt/247/economia/116322/Otimista-Mantega-v%C3%AA-PIB-um-pouco-maior-que-BC.htm
PIB FICA EM 2,5%, MAS INFLAÇÃO SERÁ MENOR, DIZ BC
Instituição comandada por Alexandre Tombini reduziu a projeção de crescimento da economia em 2013 de 2,7% para 2,5%; em contrapartida, a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve ficar em 5,8%, este ano, 0,2 ponto percentual abaixo da previsão divulgada em junho; projeções são do cenário de referência, com base na taxa básica de juros, a Selic, no atual patamar, de 9% ao ano, e o dólar a R$ 2,35
30 DE SETEMBRO DE 2013 ÀS 10:15
Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Banco Central (BC) reduziu a projeção de crescimento da economia, este ano, de 2,7% para 2,5%. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi divulgada hoje (30) pelo Banco Central, no Relatório Trimestral de Inflação.
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Banco Central (BC) reduziu a projeção de crescimento da economia, este ano, de 2,7% para 2,5%. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi divulgada hoje (30) pelo Banco Central, no Relatório Trimestral de Inflação.
O BC também divulgou a projeção para o crescimento do PIB em quatro trimestres encerrados em junho de 2014 (2,5%).
De acordo com os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que calcula o PIB, a economia brasileira cresceu 1,5% no segundo trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior.
O PIB – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – totalizou R$ 1,2 trilhão no período de abril a junho. No acumulado do ano, a expansão foi 2,6% e, em 12 meses encerrados em junho, 1,9%.
Inflação
Brasília - A inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve ficar em 5,8%, este ano. A estimativa consta no Relatório Trimestral de Inflação, divulgado hoje (30) pelo Banco Central (BC). A projeção ficou 0,2 ponto percentual abaixo da previsão divulgada em junho (6%).
Para 2014, a probabilidade é que a inflação fique em 5,7%, ante 5,4% previstos anteriormente. No caso da inflação acumulada em 12 meses no final do terceiro trimestre de 2015, a estimativa é que caia para 5,5%.
Essas projeções são do cenário de referência, com base na taxa básica de juros, a Selic, no atual patamar (9% ao ano) e o dólar a R$ 2,35.
O BC também divulga estimativas do cenário de mercado, em que são usadas projeções de analistas de instituições financeiras para a taxa Selic e câmbio. Nesse caso, a inflação, este ano, deve alcançar 5,8%, a mesma do relatório de junho.
Para o próximo ano, a inflação deve ficar em 5,7%, ante 5,2% previstos anteriormente. A projeção para a inflação acumulada em 12 meses no final do terceiro trimestre de 2015 é 5,4%.
Todas as estimativas para a inflação estão acima do centro da meta que é 4,5% e têm margem de dois pontos percentuais. Cabe ao BC perseguir a meta de inflação. O principal instrumento que influencia a atividade econômica e, por consequência, a inflação, é a taxa Selic. Com a alta da inflação no país, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumentou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, em abril, e em 0,5 ponto percentual, em maio, julho e agosto. A próxima reunião do Copom este ano será nos dias 8 e 9 de outubro.
No cenário de referência, a probabilidade de a inflação ultrapassar o limite superior da meta (6,5%) ficou em aproximadamente 17%, este ano, e em 29% para 2014. No cenário de mercado, essas projeções são, respectivamente, 14% e 31%.
As previsões do relatório usam informações disponíveis até a data de corte – 6 de setembro de 2013.
Edição: Talita Cavalcante