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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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segunda-feira, 25 de junho de 2012


Após queda de Lugo, Brasil e Uruguai convocam embaixadores

Manifestantes favoráveis a Lugo fazem 
manifestação na madrugada deste domingo 
em frente à sede da TV Pública 
do Paraguai, em Assunção

CartaCapital

“Os governos do Mercosul tentaram ampliar neste fim de semana a pressão sobre o Paraguai, depois que o Congresso do país realizou um impeachment relâmpago do agora ex-presidente Fernando Lugo, colocando em seu lugar o vice, Federico Franco. O Brasil e o Uruguai convocaram seus embaixadores em Assunção para esclarecimentos, um sinal, na diplomacia, de relações estremecidas entre os países. A Argentina foi além e retirou oficialmente seu embaixador do Paraguai até “a restituição da ordem democrática”.

A posição inicial do Brasil foi tomada pela presidenta Dilma Rousseff na noite de sábado. Ela se reuniu com os ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores), Celso Amorim (Defesa) e Edison Lobão (Minas e Energia), além do assessor especial para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, para discutir a crise no país. Em nota divulgada no fim da noite de sábado, o Ministério das Relações Exteriores evitou usar o termo golpe para designar o que houve no Paraguai, mas afirmou que a destituição de Lugo é o “rompimento da ordem democrática”.

“O governo brasileiro condena o rito sumário de destituição do mandatário do Paraguai, em que não foi adequadamente assegurado o amplo direito de defesa. O Brasil considera que o procedimento adotado compromete pilar fundamental da democracia, condição essencial para a integração regional”, diz o Itamaraty em nota. Ainda segundo o governo brasileiro, “medidas” estão sendo estudadas pelo Mercosul e pela Unasul contra o Paraguai. Essas medidas, garante o governo Dilma, não terão como alvo a população paraguaia.”
Foto: Pablo Porciuncula / AFP
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