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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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sexta-feira, 29 de junho de 2012


Chávez, nosso novo sócio

Chávez, nosso novo sócioFoto: Edição/247

APROVEITANDO A AUSÊNCIA DO PARAGUAI NA REUNIÃO DESTA SEXTA-FEIRA DA CÚPULA DO MERCOSUL, OS PRESIDENTES DE ARGENTINA, BRASIL E URUGUAI CONFIRMAM QUE OS PARAGUAIOS FICAM DE FORA ATÉ AS ELEIÇÕES DE ABRIL E ANUNCIAM A ADESÃO DA VENEZUELA

29 de Junho de 2012 às 16:38
247 - Paraguai fora até abril de 2013 e Venezuela dentro a partir de 31 de julho próximo. Aproveitando a suspensão e consequente ausência do Paraguai na reunião desta sexta-feira da cúpula do Mercosul, os mandatários de Brasil, Argentina e Uruguai anunciaram a inclusão de um novo "membro de pleno direito": o país governado pelo polêmico Hugo Chávez. 
O anúncio foi feito pela presidente da Argentina, Cristina Kirchner, ao fechar o encontro de cúpula do bloco na cidade argentina de Mendoza. A Venezuela, cuja inclusão vinha sendo barrada apenas pelo Congresso do Paraguai, será incorporada ao bloco em cerimônia no Rio de Janeiro. Mais cedo, em Assunção, o novo presidente Federico Franco disse que, se a suspensão se confirmasse, o país iria buscar novos parceiros comerciais.
“Temos, na constituição do Mercosul, um compromisso democrático fundamental, que é aquele que prima por respeitar os princípios do direito de defesa, é aquele que prima por rejeitar ritos sumários e zelar para que a manifestação dos legítimos interesses dos povos dos nossos países sejam assegurados", disse a presidente brasileira, Dilma Rousseff, em referência à suspensão do Paraguai. "Por isso, temos de fazer os nossos melhores esforços para que as eleições de abril próximo, no Paraguai, sejam democráticas, livres e justas”, completou.
Como adiantou o chanceler brasileiro, Antonio Patriota, na última quinta-feira, o Paraguai não sofrerá nenhuma sanção econômica do grupo. A pergunta que fica após a decisão é: com que clima os paraguaios voltarão a integrar o bloco em abril do próximo ano, junto com a até então renegada Venezuela? É de se esperar que os responsáveis pela decisão tenham pensado nisso.
Chávez
O presidente venezuelano destacou o "impacto geopolítico" do anúncio e disse considerar a decisão uma "derrota do imperialismo e das burguesias". "É um dia histórico que deve ser comemorado e que terá repercussão geopolítica em primeiro lugar", disse à TV Telesur.