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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012


Continuar amiga do ex-namorado: bom ou ruim?

Amizade saudável é possível, saiba como superar o pé e ser amiga dele. (Foto: Thinkstock)
Geralmente, há dois motivos para se terminar um relacionamento: um é que a outra pessoa fez algo tão horrível que não é mais possível passar tempo juntos ou dividir o mesmo espaço com ela. Outro é que os elementos fundamentais das nossas vidas - personalidades, situações de convivência ou trabalho - se distanciaram da dinâmica que existia no início da relação. De toda forma, seja o término amargurado ou o consensual,  há sentimentos que permanecem, sejam eles raiva, ciúme, ou, na maioria dos casos, amor.

A partir do momento que um casal decide que é o fim do relacionamento, a atitude dos dois muda, e isso é quase automático, impossível de se evitar. A postura, o toque, os olhares: todo o modo de se relacionar (inclusive e principalmente o físico) ganha um distanciamento que se faz necessário, levando em conta que é o fim. Mas não é porque é necessário que é algo fácil de ser assimilado e aceito com naturalidade, por qualquer um do casal (muitas vezes, os dois).

Depois do fim, ao passar tempo com seu ex, mesmo em situações sem qualquer intimidade, é inevitável querer questionar os motivos do término, mesmo que tenham sido perfeitamente válidos. Esse tipo de dúvida é completamente humana e esperada. Afinal, pelas últimas semanas, meses ou até anos, quando se sentavam um ao lado do outro, davam as mãos; quando estavam sozinhos, se beijavam. Isso faz parte de toda relação e é inevitável. Há partes de nós que não revelamos a ninguém. Então, como ser a mesma pessoa de sempre e esquecer tudo isso?

A verdade é que você não pode. Esse tipo de processo só acontece depois de vocês terem passado um tempo sozinhos para reorganizar suas vidas sem o outro, quando vocês acham outras pessoas para tocar, beijar, confiar, até que você não sinta mais aquela sensação ao ouvir o nome ou ver o rosto do seu ex-namorado. Se já é difícil ver seu ex, provavelmente é ainda mais difícil, quase impossível, não vê-lo. Afinal,  essa pessoa já foi seu melhor amigo.

Nesse caso, como melhores amigos, você deve reconhecer, acima de tudo, o que faz a outra pessoa feliz. Você deve reconhecer também, caso realmente se importe com essa pessoa o tanto quanto acredita que ela se importe com você, que o tempo separados não é nada comparado ao que você tem a ganhar com ele. Você será capaz de entender que, apesar dos desafios que precisará enfrentar, a espera valerá a pena.

Mas, como somos todos humanos e, portanto, podemos (e geralmente vamos!) cometer erros, aqui vai uma listinha com dicas para ter uma convivência saudável com o ex, sem se descabelar ou ter eternas recaídas que não levarão a lugar algum. Veja nas próximas páginas as dicas: