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Nosso objetivo não é engrandecer um homem, o Presidente Lula, mas homenagear, como brasileiro que ama esta terra e esta gente, o que este homem tem provado, em pouco tempo, depois de tanto preconceito e perseguição ideológica, do que somos capazes diante de nós mesmos, e do mundo, e que não sabíamos, e não vivíamos isto, por incompetência ou fraude de tudo e todos que nos governaram até aqui. Não engrandecemos um homem, mas o que ele pagou e tem pago, para provar do que somos.

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012


Menopausa: hora de reflexão

Quando chega a hora, não esqueça de se consultar com seu médico. (Foto: thinkstock)
Menopausa é o nome dado à última menstruação da vida da mulher. Ela acontece, geralmente, em meio a uma série de alterações hormonais e físicas, trazendo incômodo, dúvidas e, principalmente, muitos riscos à saúde. Por este motivo, todos os anos o dia 18 de outubro é destacado como o Dia Mundial da Menopausa; uma data criada para alertar as mulheres para os principais sintomas desta etapa de suas vidas, orientando-as a procurar um especialista assim que eles começarem a aparecer.

Mais de 10 milhões de mulheres brasileiras podem estar sofrendo os sintomas da menopausa. Então, atenção é a palavra de ordem. Quanto antes o médico puder avaliar a mulher e, juntos, decidirem pela melhor forma de tratamento, antes ela terá de volta qualidade de vida e muito mais tranquilidade para atravessar esta fase.

 “Quanto antes o médico puder avaliar esta mulher e, juntos, decidirem pela melhor forma de tratamento, antes ela terá de volta qualidade de vida e muito mais tranquilidade para atravessar esta fase”, afirma a dra. Maria Celeste Wender, presidente da Associação Brasileira de Climatério - SOBRAC.

Nem todas as mulheres sofrem estes sintomas, mas pelo menos 70% delas terão algum desconforto neste período da transição menopausal. “Calorão, irritabilidade, insônia e até mesmo depressão estão relacionados à falha hormonal. Outros sintomas, menos específicos, também podem aparecer, como o aumento de dores em geral. Isso acontece por conta de uma provável alteração da sensibilidade à dor.”, explica a dra. Maria.

Com o passar dos anos, a porcentagem de mulheres afetadas cai, chegando a menos de 50% após cinco anos dos primeiros sintomas. No entanto, o que mais preocupa os médicos, além do grande desconforto sofrido pelas mulheres, são o aumento do risco cardiovascular, principalmente para a doença coronariana; e a alta incidência da osteoporose, que atinge 30% das mulheres após a menopausa.

“Procurar um especialista aos primeiros sintomas é extremamente importante nesta fase, que é de grande perda de massa óssea. Os tratamentos, inclusive, são muito mais eficazes se iniciados precocemente. O acompanhamento médico também servirá para a prevenção das complicações cardíacas e das outras condições de saúde” alerta o dr. Luciano Pompei, vice-presidente da SOBRAC

Menopausa e climatério

A população feminina representa hoje 51,5% dos brasileiros, segundo o IBGE, correspondendo a cerca de 96 milhões de mulheres. Pouco mais de 15% do total, ou quase 15 milhões de mulheres, têm idades entre 50 e 70 anos. É neste período que provavelmente acontecerá a menopausa, que é a última menstruação. Já o climatério é todo o período de transição da mulher da fase com capacidade reprodutiva para a fase em que essa capacidade deixa de existir. Em geral, o climatério acontece dos 40 aos 65 anos, aproximadamente, mas pode variar a cada caso.

O período é marcado pela interrupção da produção hormonal dos ovários, ausência de ovulação e carência de estrogênio – principal hormônio sexual feminino.

Todas estas alterações trazem os chamados sintomas menopáusicos ou climatéricos, que incluem as ondas de calor ou fogachos, fadiga, irritabilidade e mau humor. Se não tratados adequadamente, estes sintomas podem afetar atividades profissionais e relacionamentos afetivos, piorando substancialmente a qualidade de vida.

Outro problema comum nesta fase é a perda de lubrificação vaginal – que depende de um bom nível de hormônios – comprometendo também a vida sexual.

Terapia de reposição hormonal e outros

A indicação da terapia de reposição hormonal (TRH) depende de diversos fatores e só pode ser feita por um médico, após a análise detalhada da paciente. Para isso, serão levados em conta exames clínicos e laboratoriais.

Além da TRH, diversos outros tratamentos, inclusive não hormonais, poderão ser indicados, assim como orientações sobre estilo de vida e alimentação, que ajudam muito.

Algumas dicas importantes às pacientes: evitar o ganho de peso, adotar alimentação não gordurosa e balanceada, praticar atividade física regular, evitar álcool e café em excesso, abandonar o tabagismo e tratar adequadamente as doenças concomitantes. Assim, a mulher viverá mais e melhor.